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Apagamento da memória indígena no Brasil

De Wikiversidade

Apagamento da memória indígena no Brasil.

Temos como principal objetivo analisar o apagamento da existência de pessoas e da cultura indígena no Brasil, uma prática pautada na construção de um país com aproximadamente 388 anos de trabalho escravo de povos indígenas e africanos, a partir de apropriação e exploração. Esse apagamento se perpetua até os dias autuais. Diante a informação acima, podemos relacionar com uma análise crítica acerca da COP 30 (Conferência das Partes, 30a edição), Conferência das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas e reuniões para formar decisões necessárias para implementar os compromissos assumidos pelos países, com discussões e negociações para lidar com as emergências climáticas. Contará com líderes mundiais, cientistas, organizações não governamentais e governamentais, representantes da sociedade civil, representantes de setores privados. Quase 200 países participarão, entre os principais bolo G7, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido (G7), China, Brasil, entre outros. No ano de 2025 ocorrerá entre os dias 10 á 25 de novembro, no Brasil, em Belém do Pará. Os acordos são aprovados por consenso, onde há negociações entre países pequenos e mais vulneráveis, como em países grandes industrializados, exploradores de petróleo e carvão. Essa reunião é dividida em duas partes: Zona Azul: Onde ocorrem as negociações oficiais, com a participação de países industrializados, tentando diluir as suas responsabilidades históricas. Zona Verde: Aberta ao público, onde há vozes ouvidas, mas distante das alas onde a decisões são tomadas. Nafkote Dab (autora de relatórios, artigos e análises sobre questões relacionadas à justiça climática e seu impacto nas populações mais pobres) desabafa que “Às vezes é como tentar influenciar um tratado internacional do lado de fora do prédio”.

A escolha de ser na Amazônia esse ano (em 2025) tem caráter simbólico e estratégico, dando a oportunidade dos povos da floresta participarem do debate, com observações práticas e os riscos enfrentados pelo bioma tropical. Para que de fato haja a participação do povo, necessário democratizar a informação para a população, nas escola, redes sociais, universidades, com conteúdos didáticos e acessíveis, abrindo espaços para jovens, mulheres (principalmente negras e indígenas) e populações tradicionais ocupando a mesa de decisão. Onde haja diálogo em espaços públicos e digitais com a população que mais sofre com as mudanças climáticas, como por exemplo na matéria de jornal digital “Agência Pública”, que expõe que mulheres indígenas, quilombolas e periféricas travam uma batalha com as crises climática no seu cotidiano ( com enchentes, poluições em rios, que são meio de transportes e acesso á alimentação) e baixa inclusão genuína em espaços de poder que historicamente as silenciaram. Mesmo estando a frente das ações de cuidado com o território, ainda são minorias nos espaços de decisões globais, cerca de 35%, com um crescimento lento desde 2008, ou seja, estão há 17 anos tentando ocupar esses espaços. Vale também ressaltar que em 28 edições apenas 5 mulheres chegaram á presidência do evento. A representatividade das mulheres nos processos de decisão climática ainda é um desafio. Marinete Tukano, liderança indígena, coordenadora da União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (UMIAB), coloca em palavras o que significa ser mulher e amazônida em um tempo de colapso climático. a ideia que conecta a natureza à figura feminina vai além da metáfora: está na prática de cultivar a roça, pescar, proteger o rio, gerar e cuidar da vida. Para a liderança indígena, a COP é um espaço de visibilidade, mas também de exclusão. Reforça a falta de apoio financeiro entre passaportes, viagens longa, dificuldade de credenciamento e falta de apoio para mães em que por falta de estrutura, precisam deixar seus filhos aos cuidados de terceiros, sendo ponto para desistência de várias mulheres, penando nisso, A UMIAB, que coordena mulheres de diferentes povos amazônicos, vem se organizando para garantir que as indígenas estejam na COP30, as mulheres são as primeiras a sentir os impactos das mudanças climáticas em suas comunidades. As mulheres, que tradicionalmente são responsáveis pela alimentação e pela saúde das famílias são atingidas diretamente com os rios que estão secando, nos peixes que estão diminuindo, na agricultura que sofre com estiagens ou enchentes extremas, como meio alternativo de sobrevivência recorrem à venda de artesanato nas cidades, mas enfrentam racismo, falta de políticas públicas e invisibilidade. “Amazônia não é só floresta. É rio, mar, cidade, periferia, quilombo, aldeias. É afrodescendente e indígena”, reforça Tukano, deixando claro a necessidade de considerar a pluralidade, já que toda a diversidade amazônica sofre não apenas com as mudanças climática, mas também com o avanço de projetos extrativistas, expondo o contraste urbano e o modo de vida dos que vivem em comunidades. “Não basta usar a Amazônia como vitrine. É preciso escutar quem vive aqui, principalmente as mulheres, que já estão na linha de frente da crise climática” afirma a liderança. Para elas, o objetivo é levar para um espaço de discussão global o conhecimento ancestral de quem vive e protege a floresta, as inserindo em participação política, social e econômica, com sessões colaborativas sobre gênero, direitos das mulheres, como uma estratégia, pois elas são detentoras de soluções e práticas ancestrais para enfrentar a crise. “Quando as mulheres quilombolas ocupam esses espaços, não estamos falando só da defesa do meio ambiente, mas também de justiça social, de direitos humanos e de reconhecimento do nosso protagonismo político”, como afirma Pristes, coordenadora de gênero das Associações Quilombolas do Pará. Diante a matéria “Mulheres na Amazônia cobram espaço nas negociações da COP30”, por Bruno Fonseca, no jornal digital “Carta Para Amazônia”, as entrevistadas expõem a impressão que o inverno foi mais curto esse ano de 2025, pelo calor intensificado, ao mesmo tempo em que se preocupam com as consequências da chuva, que não trazem alívio e sim destelhamentos, enchentes e alagamentos. Destacam que “São essas comunidades, com menos acesso a serviços públicos e recursos financeiros, que mais são impactadas pela emergência climática, e também são as que têm menos capacidade de se recuperar e as que menos recebem políticas públicas – e isso tudo isso é reflexo do racismo ambiental”. Afirmam que o apagamento é tão profundo que no Documento da Declaração de Belém não é citado as palavras “negro, negra, negritude, raça”, isso mostra o racismo estrutural, onde não nomeando, não os apresentam espaços para discussões e tomadas de políticas públicas. A Declaração de Belém é um documento escrito a partir da Cúpula da Amazônia que ocorreu em 2023, detalhando os desafios em relação à proteção do território. Temas como desenvolvimento sustentável, saúde, exploração ilegal de madeira e recursos minerais, ciência e tecnologia e situação social das famílias que vivem na floresta, a proteção dos povos indígenas e proteção do bioma, sempre tendo em mente a redução das desigualdades e o combate à fome. A crítica central é que a COP30 é planejada e as decisões tomadas não são feitas pelas pessoas inseridas em realidade amazônica, mesmo possuindo participação na Zona Verde ou pessoas consideradas minorias (PPI, PCD, mulheres), como uma espécie de apelo para a visão dos países responsáveis pelos desastres, associando os mesmos á “eco-freiendly”, um termo altamente atrativo. Muitas empresas atuais vêm realizando uma comunicação parecida, com estratégias para associar o produto ou serviço considerado “ecológico”, “sustentável”. Perante as afirmações já ditas e análise desse cenário, surgiu o termo “Greenwashing”, “lavagem verde”, uma estratégia empresarial, que através de seus discursos, anúncios, ações, documentos, propagandas, campanhas publicitárias com características ecologicamente e ambientalmente responsáveis, sem necessariamente aplicá-las. Usam termos como: sustentáveis, verde, eco-friendly, etc. A finalidade do greenwashing é relacionar a divulgação ou imagem da empresa com a preocupação ao meio ambiente, sem que medidas sejam tomadas para a minimização ou solução dos impactos gerados. Utilizam termos vagos e sem embasamento levando ao consumidor a acreditar que ao adquirir um produto e ou serviço contribuirá para a sustentabilidade ambiental e animal. Como uma propaganda enganosa, onde não especificam com dados as alegações da empresa, usando uma linguagem imprecisa como “sustentável” ou “amigo do meio ambiente”, sem o fornecimento de detalhes ou explicações de atitudes ambientais concretas. Impactos positivos insignificantes, que enfatizam pequenos benefícios de uma parte do processo produtivo, quando o resto é prejudicial, como uma troca oculta, onde por exemplo não possuir plástico no produto, mas não expõe a quantidade absurda de água utilizada para a fabricação. Falsas certificações nas embalagens sugestão de imagens que parecem selos para induzir o consumidor a pensar que o produto possui certificação de terceiros por se tratar de produto “verde”. Entretanto, o greenwashing é uma tentativa de tocar o coração das pessoas com apelos emocionais em campanhas que focam na sustentabilidade, obtendo um bom posicionamento e engajamento do produto ou serviço. Perante a análise do greenwashing, podemos observar mais atentamente o evento Amazonia Live, produzido pelos mesmos produtores de Rock In Rio e The Town, os maiores festivais de música no eixo RIO - São Paulo. Com apoio da mineradora VALE, emissora globo, jornal folha, jornal O Globo, Radio Mix, Eletromidia (anúncios em transporte público, em especial, nos trens e metrôs de São Paulo e Rio de Janeiro), Gerdau (mercado de aço), Banco da Amazônia (Instituição bancária, que “visa” compromisso com o desenvolvimento sustentável da Região Amazônica), Cerveja Heineken, apresentam o festival como “Juntos para um mundo melhor”, com o intuito de atuar a longo prazo e ao nosso compromisso de combater as emergências climáticas. Com o Amazônia Live, The Town e Rock in Rio colocam os holofotes no tema que acreditam ser uma das melhores formas de contribuir com a redução da emissão de carbono: manter a floresta Amazônica preservada. Uma iniciativa em linha com as discussões e objetivos da COP 30 em prol de um mundo melhor e mais sustentável. +170 milhões de pessoas foram alcançadas no Brasil e no mundo, com shows de Mariah Carrey, no palco flutuante, sobre o rio Guamá, em Belém, Dona Onete, Joelma, Gaby Amarantos, Zayanara, Ivete Sangalo e uma orquestra da própria Vale “Jovem Vale Música”. Organizadores do evento titulam: Mais que um show gratuito, foi a união de todos, em um Grande Encontro Por Um Mundo Melhor. Mesmo com a presença da maioria de cantores paraenses, a visibilidade maior foi para a apresentação internacional de Mariah Carrey, tirando os holofotes de Djuena Tikuna (cantora indígena amazonense) e DJ Eric Terena (DJ indígena do Mato Grosso do Sul), dos quais não são citados no site oficial do festival, retomando o apagamento dessas pessoas e utilizando-as apenas como uma ferramenta para campanha apelativa. Na página oficial do evento apresentam informações vagas e rasas, onde houveram contribuições de 2 milhões de reais beneficiados á iniciativas de Belém, nas áreas de bioeconomia, povos da floresta e empreendedores, como preservação da floresta, mulheres preservando a vida das abelhas, reciclagem e engajamento de jovens. Trazendo a observação prática das trocas ocultas, que apresentam apoio – sem grande detalhamento – e ocultam os processos agressivos, como o gasto excessivo na produção de cervejas da Heiniken e sobre a Vale ser a principal responsável pelas tragédias em Mariano e Brumadinho (desastres ambientais que destruíram as cidades, causando mortes e deixando famílias em situação de rua). A Vale é é uma mineradora global, com sede no Brasil, que opera em mais de 20 países e é uma das maiores produtoras de minério de ferro e níquel do mundo. Fundada em 1942 como Companhia Vale do Rio Doce, era uma empresa estatal para garantir o fornecimento de minério de ferro aos aliados durante a Segunda Guerra Mundial. Foi privatizada em 1997 e, em 2007, mudou seu nome para Vale S.A. a empresa expandiu suas operações globalmente, tornando-se uma grande referência no mercado de mineração. Como uma forma de cumprir um desses propósitos, a visibilidade de pessoas e culturas indígenas, o Estado trouxe como lei a inclusão no currículo da educação básica a obrigatoriedade da história e cultura afro-brasileira e indígena, de acordo com a Lei Federal 11.645/2008. Porém a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que é um documento oficial que definem a elaboração dos currículos escolares, não expõe nenhuma leitura obrigatória de literatura indígena. Pensando nisso, trouxemos alguns referenciais, como: Lua-menina e menino-onça, de Lia Minápoty (RHJ), Um conto que nasce das memórias da autora, que passou sua infância absorvendo as lendas narradas nos saraus de sua aldeia. Destacando a magia da relação entre homem e natureza, que refletem a oralidade do povo Maraguá, do Amazonas. Destacando essa obra como tão importante para a preservação da memória indígena, a partir de um material produzido pela escuta ativa e relação entre gerações; Falando Tupi", de Yaguarê Yamã (Pallas) Jacaré, tatu, ipê, pipoca. Muitas palavras que usamos no cotidiano têm origem no tupi, a língua dos povos tupinambá, tupiniquim e caeté. Do nome de animais e frutas a rios e até cidades do Brasil. Este livro apresenta às crianças o universo da língua falada pelos povos de Pindorama, antes da chegada dos portugueses.

Coisas de Índio – Versão Infantil", de Daniel Munduruku (Callis) Com uma linguagem acessível às crianças, Daniel Munduruku explica o que significa ser indígena, conectando tradições ancestrais com a realidade atual. O livro destaca a importância da cultura dos povos originários, apresentando, por meio de ilustrações e textos curtos, aspectos da vida nas aldeias, a arte, as brincadeiras e a língua indígena. Coisa de Índio, de Daniel Munduruku, é uma obra que nos aproxima da verdadeira diversidade dos povos indígenas do Brasil, rompendo com estereótipos e reducionismos comuns. O livro apresenta uma pluralidade de culturas, línguas, modos de vida e saberes ancestrais, convidando leitores a repensar nossa história, questionar preconceitos e valorizar o conhecimento indígena como parte vital do presente e do futuro do Brasil. Uma leitura essencial para crianças, jovens e educadores que buscam entender as raízes do país e construir uma sociedade mais justa e diversa. E trazendo para a música: Katú Mirim: rapper, LGBT, cantora, compositora e ativista da causa indígena. utiliza sua música para questionar o garimpo desenfreado no território Yanomami e a importância da demarcação de terras, além de criticar o uso indiscriminado e trivial da cultura indígena. Katú Mirim é sinônimo de força e resistência! A rapper amplifica a voz de minorias e promove reflexões fundamentais em busca de mudanças sociais. Album indicado: Nós (2020), que tenta apresentar a história real das vivências indígenas, sem o racismo velado, pela perspectiva eurocêntrica presentes em materiais didáticos, por exemplo. (@katumirim). Primeira artista indigena a se apresentar no Rock In Rio, em 2024. Brisa Flow: (@brisaflow) Brisa Flow, é cantora, musicista, compositora, poeta, performer, produtora musical, ativista. rap jazz neo-ancestral. LGBT. usa música para se expressar e conectar pessoas a partir da transformação e da cura. Ela mistura línguas originárias com espanhol, português, inglês e até portunhol — a junção entre as línguas portuguesa e a espanhola. "É um clássico da nossa comunidade de migrantes, é uma língua decolonial". É bem o fluxo de migração. Primeira indígena a se apresentar no Lollapalooza (2024), se apresentou no rock in rio (2024). Músicas indicadas: Dia e noites de amor e guerra (2017, onde busca retratar suas vivencias como mulher indígena, mãe solo, buscando na arte uma forma de expressão de resistência em suas relações, profissão e em sistema capitalista. Retrata símbolos da identidade e memória coletiva, denunciando o que impedem de ser) e fique viva (2018, retrata a sobrevivência de uma mulher indígena em meio a violência da sociedade urbana capitalista).

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