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Coletivo Açu/Ciclos Formativos

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Ciclo Formativo II (Abril–Junho 2025)

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Abril: "Escala 6x1 e Trabalho"

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Objetivos:

  • Refletir sobre a relação entre gênero e trabalho na pauta sobre a Escala 6x1.
    • Fundamentar teoricamente as ações para os atos do dia 26/04 e 01/05.
    • Quais são as especificidades para se pensar o Dia do Trabalhador no Alto Vale do Itajaí?

Atividades planejadas:

Maio–Junho: "Memória, Justiça e Verdade"

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Objetivos:

  • Debater sobre a memória da ditadura na região
  • Debater sobre a memória do nazi-fascismo e do integralismo na região

Atividades pensadas:

  • Cine-Clubes com debate acerca de temas relacionados (exibição de Ainda Estou Aqui e documentários como "Anauê! O Integralismo e o nazismo na região de Blumenau", de Zeca Pires)

Ciclo Formativo I (Janeiro–Março 2025)

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Tema: "Problemáticas Ambientais e suas Relações nas Cadeias Produtivas no Alto Vale do Itajaí"

Avaliação:

Lições: Necessidade de maior estruturação metodológica e compromisso coletivo para os próximos ciclos.

Ciclo Formativo I (2024)

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Período: Maio–Dezembro 2024 Tema: Gênero, Colonialismo e Estratégias Revolucionárias

Debates Principais

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25 de junho de 2024: Gênero e Colonialismo
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1. Bell Hooks e Violência de Gênero

  • Ligações entre colonialismo e violência de gênero: Discutiu-se como padrões binários de gênero (e.g., "mulher = sem pelos") são reforçados por estruturas coloniais, especialmente contra pessoas LGBTQIA+.
  • Crítica ao feminismo liberal: Contrastou-se a visão de bell hooks sobre a família como espaço potencialmente positivo com as críticas ao feminismo branco, que historicamente ignorou interseccionalidades.
  • Exemplo político: Analisou-se a performatividade de gênero através de um caso recente na política brasileira, refletindo sobre como discursos públicos reforçam ou desafiam normas.

2. Alexandra Kollontai e Amor Livre

  • Amor romântico como contradição: Debateu-se seu papel revolucionário versus sua perpetuação de opressões em relações heteronormativas.
  • Contexto histórico da maternidade: Explorou-se como práticas como casamento tardio funcionavam como anticoncepcionais, desnaturalizando narrativas contemporâneas sobre família.
  • Jornada dupla e modelos alternativos: Refletiu-se sobre a sobrecarga feminina no trabalho doméstico e propostas como creches públicas e arranjos comunitários de cuidado.
13 de junho de 2024: Estratégias Revolucionárias
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1. Lênin – "Por Onde Começar?"

  • Estratégia vs. tática: Debateu-se a necessidade de planejamento de longo prazo aliado a táticas flexíveis, adaptáveis a contextos de "maré baixa" nas lutas sociais.
  • Organização vs. espontaneidade: Criticou-se a dependência de movimentos espontâneos, defendendo estruturas coletivas para sustentar transformações radicais.

2. Francisco Martins Rodrigues – Ação em Tempos de Maré Baixa

  • Armadilhas do reformismo: Alertou-se sobre riscos como burocratização, foco excessivo em classes médias e dependência de instituições burguesas.
  • Integração de lutas: Defendeu-se a conexão entre estratégias revolucionárias e combate a opressões de gênero/raça, citando teóricas como bell hooks.