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Ensino de Sociologia e Estágio Supervisionado/II-2026

De Wikiversidade

Disciplina obrigatória do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo

Professor Responsável: Prof. Dr. Henrique Zoqui Martins Parra

contato: henrique.parra [arroba] unifesp.br

Local: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Bairro dos Pimentas, Guarulhos.

Período e Carga Horária

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Quando: 1° semestre de 2026 às quintas-feiras, a partir de 5 de março (curso 100% presencial).

  • Turma vespertino: 14:00 - 17:40hs - Sala (a definir)
  • Turma noturno: 19:00 - 22:30hshs - Sala 218

Objetivo Geral

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Experienciar, investigar e desenvolver conhecimentos específicos relativos a prática docente a partir da análise, elaboração e execução de um projeto de ação educativa em escolas do Ensino Médio.

Objetivos Específicos

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  • Investigar e problematizar as dinâmicas sociais de formação e atuação docente.
  • Analisar e experienciar práticas de ensino e seus modos de conhecimento.
  • Pesquisar as dinâmicas sócio-organizacionais das escolas e seus impactos nas formas de produção e difusão de conhecimento escolar.
  • Analisar alguns fundamentos didático-pedagógicos da relação professor-aluno e do ensino-aprendizagem.
  • Articular o ensino e a pesquisa tendo como objeto de mobilização e análise a ação educativa desenvolvida no Estágio.

Ementa Estágio Supervisionado II - Ensino de Sociologia

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A disciplina tem como objetivo proporcionar formação teórica e experiência reflexiva articuladas ao acompanhamento das atividades de ensino de sociologia na educação básica, realizada durante o Estágio Supervisionado II. O percurso desta disciplina será norteado pelo estudo e investigação das dinâmicas sociais, culturais e políticas implicadas na atuação profissional e na formação docente; objetiva refletir sobre a relação entre o conhecimento científico e o conhecimento escolar; nos conhecimentos e saberes implicados na prática docente e nas formas de relação professor-aluno em correspondência às teorias pedagógicas. Por fim, o(a) docente também deve orientar os estudantes na elaboração de uma sequência didática, explicitando os critérios teórico-metodológicos que fundamentam a escolha dos conteúdos, dos objetivos e dos recursos didáticos a serem utilizados em sala de aula.


Atividades

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Distribuição da carga horária

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  • 32hs em formação em sala (presença na Universidade);
  • 28hs em supervisão (presença na Universidade);
  • 50hs em campo (registradas na Ficha de Estágio);
  • 25hs preparação do projeto e produção do relatório final.

Avaliação

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  • Avaliação do projeto de intervenção e relatório de estágio.
  • Presença: 100% das horas práticas e supervisão, 75% das horas de formação em sala.


Conteúdo Programático

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  • Unidade I: Saberes e profissão docente; políticas de formação docente.
  • Unidade II: Instituições educacionais e transformações nos modos de organização (sôcio-econômica, política e cultural) da produção-difusão de conhecimentos.
  • Unidade III: Constituição social do professor e modos de conhecimento.
  • Unidade IV: Relação professor-aluno e fundamentos didático-pedagógicos.

Algumas questões mobilizadoras

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  • Que escola queremos? Como a concepção da escola se relaciona às diferentes concepções (epistemológicas) sobre educação?
  • A escola como aparato de controle X escola como lugar de experiência democrática;
  • Formação, experiência e práticas de ensino para a educação democrática;
  • Gestão coletiva, público-estatal X comum;
  • O ensino de sociologia como projeto de co-investigação e aprendizagem coletiva?

Reflexões sobre produção de conhecimento e saberes docentes

  • O que é conhecer hoje? Sociedade do Conhecimento ou da Des-Informação?
  • Quais os impactos das mudanças sociais e culturais nos processos de socialização e educação escolar? Transformação na centralidade das instituições de ensino?
  • Como produzimos, compartilhamos, transmitimos e comunicamos o conhecimento?
  • Quais as especificidades do Ensino Médio? Ciências Sociais para quê? O que significa ensinar a pensar sociologicamente?
  • O que eu, como professor em formação, preciso saber? Quais conhecimentos, habilidades, competências?

Detalhamento proposta de estagio

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  • Estágio como ação educativa que se desenvolve como projeto de co-investigação e experimentação.
  • Ênfase nas dinâmicas coletivas: formação para o trabalho em equipe; potencializar e diversificar as experiências individuais de estágio.
  • Estágio como produção colaborativa de conhecimento sobre o local de atuação: objetiva-se evitar o caráter fragmentário e não-contínuo do estágio.
  • Estágio como escuta de si e do outro.
  • Articulação entre formação teórica e experiência prática.

Como fazer?

  • Trabalho em equipe (trabalhar em duplas) => aprender a fazer juntos;
  • Projetos de estágio: co-elaborado com o professor e a escola => o que podemos fazer junto à escola e seus atores?
  • Local: prioritariamente escolas públicas de Guarulhos => públicas Sao Paulo => privadas/comunitárias.
  • Relatório terá duas dimensões: (1) Pública: análises, projeto, reflexões => pode ser compartilhado; (2) Privada = Elaboração de um "diário de campo": será um anexo com relatos mais experiênciais, lidará com reflexões e informações sensíveis.

Trabalho e Avaliação

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  • Presença: 100% das horas práticas e supervisão, 75% das horas de formação em sala.
  • Avaliação do pré-projeto e do relatório final.
  • Avaliação será composta de duas entregas (veja mais abaixo o que ele deve conter).
  1. Texto de no máximo duas páginas descrevendo o esboço do trabalho final. Como esboço ele deve conter alguns parágrafos, especialmente, sobre os pontos 3 e 4 que serão desenvolvidos no trabalho final (veja abaixo). Entrega e apresentação em sala no dia XXXXXX.
  2. Entrega trabalho final, ficha de horas e termo de compromisso até o dia XXXXXX através do formulário online (link de preenchimento será enviado).
  3. Apresentação trabalho em sala no dia XXXXXX.

Como deve ser o trabalho final?

O texto final deverá ser elaborado como uma dissertação reflexiva sobre sua experiência no campo do estágio. É um ensaio que pode ser escrito em primeira pessoa. Se você obteve o aproveitamento de horas, seu texto terá como objeto de reflexão o campo de estágio que voce utilizou para o aproveitamento de horas.

O texto deverá conter 4 dimensões:

  1. Descrição do local: voce deve nos apresentar o local. Que instituição é essa? Como é seu território? O que é relevante contar?
  2. Descrição dos sujeitos e público do local: quem são as pessoas que frequentam e que fazem este local ser o que é? Quem são os trabalhodores, os usuários, o público? Como se relacionam, o que pensam/desejam?
  3. Descrição de um tema/problema que chamou sua atenção ou que marcou a sua experiência nesse local. Apresente-nos sua dimensão sociológica/antropológica. O que você como cientista social percebeu como um tema relevante e por quê esse tema é importante para você neste local?
  4. Proposta de ação educação: como cientista social como você gostaria de abordar esse tema neste local? O que as ciências sociais poderiam aportar como prática ou como forma de conhecimento específica sobre esse tema? Como você imagina abordar esse tema? Como gostaria de trata-lo, de que forma?

O objetivo do texto é criar uma situação de reflexão sobre sua experiência no estágio (no sentido forte do termo) e sua experiência como cientista social e educador em formação. Queremos ativar a imaginação sociológica/antropológica diante dos acontecimentos e objetos do mundo. Este ensaio pretende ser um experimento de uma escrita situada num local-território (que possui sujeitos e práticas) no encontro com a formação de educadores-cientistas-sociais. Queremos explorar e aprofundar a pergunta: o que pode fazer um educador-cientista-social nesse local?

Forma e estrutura do texto:

  • seguir o template (enviado em anexo) para formatação do texto.
  • tamanho: o corpo principal do texto (excluída as referencias) deverá ter aproximadamente algo entre 10.000 a 14.000 caracteres, incluindo espaço.
  • utilizar .ODT ou .DOC ou .DOCX


Cartografias

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As cartografias são compostas pelos estudos de campo. Vamos realizar 4 mapeamentos para a coleta, organização e produção do Projeto de Estágio. Os mapeamentos irão compor o Projeto de Estágio e o relatório final. Cada mapeamento é composto por um pequeno texto descritivo (até duas páginas) e de material documental de apoio (registros fotográficos, audio ou video, coleta de dados sobre o campo etc). Cada um desses mapeamentos deverá ser entregue e apresentado em sala de aula para discussão coletiva.


1. Mapeamento 1: O Local [Escola, Comunidade, Cultura]

  • identificação do local escolhido para desenvolvimento do projeto;
  • breve descrição do local, primeiras observações de campo sobre as dinâmicas sociais do lugar;
  • Documentação fotográfica ou audiovisual sobre o espaço, público e dinâmicas do local.
  • Dados e material empírico sobre o local/situação: mapas, estatísticas, reportagens, referencial bibliográfico.

2. Mapeamento 2: O Público [Sujeitos, estudantes, professores]

  • descrição do público;
  • entrevistas – registro fotografia, áudio e/ou audiovisual.
  • registros de observação de campo e análise da dinâmica local.

3. Mapeamento 3: Questões e Motivações [interesses, problemas, currículo]

  • questões iniciais: motivação, interesse do estagiário X questões emergentes no local.
  • identificação de temas/problemas relevantes para o local/situação.

4. Mapeamento 4: Comunicação, Linguagens, Transposição [linguagens e metodologias]

  • pesquisa do referencial teórico que será utilizado;
  • tradução, transducção
  • estudo das linguagens e suas formas de comunicação
  • produção de materiais que poderão ser utilizados na intervenção.


Elaboração do Plano de Ensino e do material didático e paradático

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Segue abaixo algumas referências pra a elaboração de um Plano de Ensino (PE). Considero um PE um programa de atividades didáticas que objetiva desenvolver junto aos estudantes, conhecimentos e habilidades relativas a saberes disciplinares da nossa área de formação (Ciências Sociais: antropologia, sociologia e ciência política).

Um Plano de Ensino contém uma proposta a ser desenvolvida em um bimestre, semestre, ano letivo, ou mesmo em 1,2,3 aulas. Por isso, quando falamos em Plano de Ensino é importante indicar qual é o seu escopo e abrangência. Minha sugestão é que neste momento vocês elaborem um Plano de Ensino pensando em poucas aulas, o suficiente para cobrir algum tópico (2 a 4 aulas).

Como vocês verão, os Planos de Ensino podem variar radicalmente. Escolas (públicas e privadas), centros de formação, etc, cada uma costuma ter seu próprio modelo estabelecido pela própria instituição. Cada professora/professor também tem um estilo próprio de faze-lo. Acho bom conhecer diferentes modelos de PE, assim pode-se ampliar o repertório de possibilidades criativas e ao mesmo, compreender o que é essencial que esteja sempre presente num PE.


Sugestão Roteiro Plano de Ensino

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1. O contexto e o período da atividade: Escola, ano letivo, período (um bimestre, semestre, ano letivo). Duração da atividade em horas ou dias. Quanto mais longo for o período de abrangência, menos detalhado será o Plano de Ensino.

2. Tipo de atividade (aula, oficina...) associada ao(s) tema(s) que será(ão) mobilizado(s) e ao(s) local(is) onde ela poderá ocorrer (sala de aula, banheiro, pátio, fora de escola, biblioteca, quadra de esportes, corredor…). Um Plano de Ensino poderá ter só aulas, ou tambem combinar aulas, oficinas, atividades de campo etc.

3. Apresentação do tema/problema que você pretende analisar, discutir, investigar. Discorra, descreva, apresente o seu tema. Aqui você pode desenvolver um argumento, comentar teorias, autores, abordagens. Essa sessão funciona como uma “introdução” de um texto ou projeto.

4. Objetivos e Justificativa O que você pretende desenvolver, estimular, provocar junto aos estudantes? Que conhecimentos, que objetivos você pretende lançar? Por quê? Para quê?

5. Que materiais você pretende utilizar? E como você imaginou que eles poderiam ser utilizados? Indique aqui filmes e trechos de filmes, fragmentos de textos, capítulos selecionados de livros, imagens, músicas, poemas etc. Dê alguns exemplos do que você está pensando.

6. Roteiro e descrição das atividades Uma aula raramente acontece como previsto. E isso é bom! E frequentemente, uma aula será tanto mais espontânea, criativa e indeterminada, quanto mais ela estiver preparada. Veja que “preparada” não significa “amarrada”. Uma aula bem estruturada é um percurso onde nos sentimos a vontade porque temos algumas balizas claras do que podemos fazer, que objetivo é mais importante tocar, que momentos e atividades podemos lançar e como podemos acolher o que está emergindo em sala. Gosto de pensar num roteiro que seja mínimo, e ao mesmo tempo, tenha espaço pra gente criar e tirar “cartas da manga”.

Por isso, podemos ter um roteiro com “blocos” de atividade. Por exemplo, se você vai exibir um filme/trecho, apresente também como você pensa que poderá trabalha-lo: “exibir 15min, distribuir a sala em grupos de 5; entregar uma questão (você pode já apresentar as questões) para cada grupo que a discutirá por 10min; cada grupo elege um sistematizador e um apresentador; rodada geral com cada grupo apresentando em 3min”.

7. Referencial teórico Indique alguns textos, artigos ou livros que foram referências para você.


Algumas referências de Planos de Ensino e Roteiros Didáticos

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1. No site do Laboratório de Ensino de Sociologia da USP, no canto inferior à direita, há uma sessão denominada “Textos e Repertórios Didáticos”. Gosto bastante dessa produção que é realizada pelos próprios estudantes da licenciatura com a contribuição dos professores. Esses materiais estão organizados por temas. Navegue por eles: http://ensinosociologia.fflch.usp.br/ Dentro de cada tema haverá distintos Planos de Ensino e ou Repertórios Didáticos, cada um elaborado por diferentes estudantes.

Selecionei apenas 3 trabalhos como exemplos:

2. Laboratório de Ensino de Sociologia Florestan Fernandes: http://www.labes.fe.ufrj.br/

3. Drive: nesta pasta, coloquei alguns exemplos de Planos de Ensino realizados por estudantes da licenciatura em Ciências Sociais da Unifesp e também outros planos de ensino realizados numa licenciatura da Unicamp e outro plano de um professor de Sociologia (acesso restrito)

Programa e Cronograma

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Aula 1: 5 de março

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Atividade de organização do curso e mapeamento inicial

Aula 2: 12 de março: Experiência, Saberes e Práticas Docentes

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Conteúdo 1 + Supervisão coletiva em sala


Aula 3: 19 de março

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Campo 1 - busca campo estágio

Aula 4: 26 de março: Entre a educação e a aprendizagem

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Conteúdo 2 + Mapeamento 1 + Supervisão coletiva em sala

  • GARCÉS, Marina. Escola de Aprendizes. Belo Horizonte: Âyine, 2023.

Aula 5: 2 de abril: Educação e Reflexividade Docente

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Conteúdo 3 + Mapeamento 2 + Supervisão coletiva em sala

cap.1: Pedagogia engajada ; cap.5: A teoria como prática libertadora

Complementar:

  • KILOMBA, Grada. Memórias da plantação. Cap.2 Quem pode falar? (pp.47-69). Rio de Janeiro. Ed.Cobogó, 2019.
  • HOOKS, bell. Ensinando Comunidade: uma pedagogia da esperança. São Paulo: Elefante. 2021.

Aula 6: 9 de abril

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Campo 2 e supervisão individual

Aula 7: 16 de abril

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Conteúdo 4 + Mapeamento 3 + Supervisão coletiva em sala

Aula 8: 23 de abril

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Conteúdo 5 + Mapeamento 4 + Supervisão coletiva em sala

Aula 9: 30 de abril

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Campo 3 - preparação projetos + supervisão individual

Aula 10: 7 de maio - Apresentação Projetos em Sala

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Apresentação Projetos em Sala - G1

Aula 11: 14 de maio - Apresentação Projetos em Sala

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Apresentação Projetos em Sala - G2

Aula 12: 21 de maio

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Conteúdo 6 + Supervisão coletiva em sala

Aula 13: 28 de maio

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Conteúdo 7 + Supervisão coletiva em sala

Feriado: 4 de junho

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Campo e supervisão: realização intervenção e produção do relatório

Aula 14: 11 de junho - Apresentação e Entrega Relatórios Finais

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Apresentação dos trabalhos realizados - G1

Aula 15: 18 de junho - Apresentação e Entrega Relatórios Finais

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Apresentação dos trabalhos realizados - G2

Referências iniciais

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AQUINO, J. G. Defender a escola das pedagogias contemporâneas. ETD - Educação Temática Digital, Campinas, SP, v. 19, n. 4, p. 669–690, 2017. DOI: 10.20396/etd.v19i4.8648729. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8648729. Acesso em: 16 ago. 2023.

BACK, Rainri. Quem a sociedade de controle pretende formar? Educação e Sociedade, Campinas, v. 43, 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/YKBgjGPMKMygRHbPWrGt33b/?format=pdf&lang=pt

BALL, Stephen. Aprendizagem ao longo da vida, subjetividade e a sociedade totalmente pedagogizada. Educação (Porto Alegre, impresso), v. 36, n. 2, p. 144-155, maio/ago. 2013. http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/view/12886/0

CARRANO, P., MAIA, C. L. (org.) Juventude e ensino médio: sujeitos e currículos em diálogo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014. Disponível em: http://observatoriodajuventude.ufmg.br/publication/juventude-e-ensino-medio-sujeitos-e-curriculos-em-dialogo/

FERNÁNDEZ-SAVATER, AMADOR. Nova cultura política: o Paradigma do Habitar. https://outraspalavras.net/posts/nova-cultura-politica-paradigma-do-habitar/

FERNANDEZ-SAVATER, Amador. Dar a ver, dar a pensar: contra o domínio do automático: https://www.revistapunkto.com/2019/03/dar-ver-dar-que-pensar-contra-o-dominio.html

GALLO, S. Em torno de uma educação menor. Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 27, nº. 02, p. 169-178, 2002. http://seer.ufrgs.br/educacaoerealidade/article/download/25926/15194

GARCÉS, Marina. Escola de Aprendizes. Belo Horizonte: Âyine, 2023.

HOOKS, bell. Ensinando a Transgredir. São Paulo: Martins Fontes, 2013. Disponível em: https://pedropeixotoferreira.files.wordpress.com/2017/10/hooks_2013_ensinando-a-transgredir_book.pdf

HOOKS, bell. Ensinando Comunidade: uma pedagogia da esperança. São Paulo: Elefante. 2021.

INGOLD, Tim. O dédalo e o labirinto: caminhar, imaginar e educar a atenção. Horizontes Antropológicos, v. 21, n. 44, p. 21–36, dez. 2015. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-71832015000200021&lng=pt&tlng=pt>. Acesso em: 22 ago. 2019

KILOMBA, Grada. Memórias da plantação. Cap.2 Quem pode falar? (pp.47-69). Rio de Janeiro. Ed.Cobogó, 2019. (capitulo disponível no drive da disciplina).

LARROSA, Jorge. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de Educação, n°19, 2002. Disponível em: http://www.redalyc.org:9081/home.oa?cid=93572 ou : http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n19/n19a02.pdf

LELIS, Isabel Alice. Do Ensino de conteúdos aos saberes do professor: mudança de idioma pedagógico. Educação & Sociedade, ano XXII, no 74, Abril/2001. Link: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302001000100004&lng=en&nrm=iso&tlng=pt

MASSCHELEIN, Jan & SIMONS, Marteen. Em defesa da escola: uma questão pública. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

MASSCHELEIN, Jan; SIMONS, Maarten. Nossas crianças não são nossas crianças: ou porque a escola não é um ambiente de aprendizagem. Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação. Número 23:nov/2014-abr/2015, p.282-329. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/resafe/article/view/4687/4273. Acesso em: 25 jan. 2023

MASSCHELEIN, Jan ; SIMONS, Maarten ; DUSSEL, Inés. A politização e a popularização como domesticação da escola: contrapontos latino-americano e Sobre a escola que defendemos. In: LAROSSA, Jorge. Elogio da Escola. Belo Horizonte, 2018, p. 147 a 176.

PARRA, Henrique Z.M. & MORAES, Alana. Laboratórios do Comum: experimentações políticas de uma ciência implicada. Revista do Centro de Pesquisa e Formação – SESC/SP, n.10, agosto de 2020. Disponivel em: https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/6103

PELBART, Peter Pál. Carta aberta aos secundaristas. In. A Batalha do Vivo. Grupo Contrafilé

PERALVA, Angelina T.; SPOSITO, Marilia P. 1997. Quando o sociólogo quer saber o que é ser professor: entrevista com François Dubet. (Trad.: Ines R. Bueno)Revista Brasileira de Educação 5/6:222-31. Disponível em: http://anped.tempsite.ws/novo_portal/rbe/rbedigital/RBDE05_6/RBDE05_6_19_ANGELINA_E_MARILIA.pdf

SANTOS, Antonio Bispo. Somos da terra. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, número 12, página 44 - 51, 2018. https://piseagrama.org/somos-da-terra/

SEGATO, Rita Laura. 2018. Contra-pedagogías de la crueldad. Buenos Aires: Prometeo Libros

TARDIF, Maurice. Saberes Profissionais dos professores e conhecimentos universitários. Revista Brasileira de Educação, n.13, 2000, pp.5-24. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/pdf/rbedu/n13/n13a02.pdf

VALENCIA, Sayak. 2010. Capitalismo Gore. Espanha: Editorial Melusina.

YOUNG, Michael, Para que servem as escolas? Educação & Sociedade, Campinas, vol. 28, n. 101, p. 1287-1302, set./dez. 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v28n101/a0228101.pdf

XAKRIABÁ, Célia. Amansar o giz. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, número 14, página 110 - 117, 2020. https://piseagrama.org/amansar-o-giz/