Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Rangelwinch
Nome da atividade
[editar | editar código]Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades. Tome cuidado de estar logado na Wikiversidade. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
Descrição da atividade
[editar | editar código]Atuar no jornalismo científico é às vezes comparado ao de ser um tradutor, no jargão da área da comunicação um 'tradutor intersemiótico', que passa a linguagem de um campo para o de outro campo. Nesta atividade, vamos observar e analisar como isso foi feito em uma das principais publicações acadêmicas brasileiras, a Pesquisa FAPESP.
Você deverá selecionar um artigo na revista Pesquisa FAPESP. Estão acessíveis na página principal da publicação. Escolha um artigo sobre um tema de pesquisa - ou seja, que seja baseado em uma ou mais de uma publicação científica - e leia-o com cuidado. Responda às perguntas que seguem.
As respostas deverão ser publicadas nesta página individual. Apenas altere os campos indicados.
Nome de usuário(a)
[editar | editar código]Rangelwinch
Link para a matéria selecionada
[editar | editar código]- Título da matéria: Mercado de criptomoedas tem elevado gasto energéticotéria
- Autoria da matéria: Yuri Vasconcelos
- Link de matéria: https://revistapesquisa.fapesp.br/mercado-de-criptomoedas-tem-elevado-gasto-energetico/
Resumo da matéria
[editar | editar código]Para esta etapa, resuma a matéria em até 300 caracteres. Esteja logado.
Resumidamente, a matéria aborda que mineração de bitcoin consome muita energia e aumenta as emissões de gases de efeito estufa. Entre 2015 e 2023, o gasto energético cresceu 34 vezes, atingindo 121 TWh. O PoW, método usado no bitcoin, exige cálculos intensivos, ao contrário do PoS, adotado pelo Ethereum.
Análise da matéria
[editar | editar código]Para esta etapa, identifique e analise com base na matéria: o objeto e a metodologia (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação) da pesquisa. Esteja logado.
Os pesquisadores analisaram o impacto ambiental da mineração de bitcoin, focando no consumo energético e nas emissões de gases de efeito estufa geradas pelo método proof-of-work (PoW) e comparando-o com o proof-of-stake (PoS), que consome menos energia. Eles observaram que a mineração de bitcoin exige grande demanda elétrica para validar transações e que esse consumo cresceu significativamente nos últimos anos. A partir dessa observação, levantaram a hipótese de que a mineração de bitcoin contribui fortemente para as emissões de carbono e que a adoção do PoS poderia reduzir esse impacto. Para testar essa ideia, calcularam e compararam o consumo de energia e a pegada de carbono das transações em PoW e PoS, concluindo que uma única transação de bitcoin gera emissões equivalentes a uma viagem de carro de 1.600 a 2.600 km. Eles analisaram dados sobre consumo energético, emissões e métodos de mineração, considerando diferentes cenários e fontes de eletricidade, e verificaram que a transição do Ethereum para PoS reduziu o consumo energético em 99%. Por fim, publicaram os resultados no periódico científico Sustainability Science, garantindo credibilidade e permitindo que outros especialistas revisem e debatam suas conclusões.
Análise da pesquisa
[editar | editar código]Para esta etapa, acesse a(s) pesquisa(s) de origem, de base para o artigo na Pesquisa FAPESP, identifique e analise a seção metodológica. Em especial, explique em que medida o processo de pesquisa foi bem documentado no artigo que você selecionou. Esteja logado.
A matéria analisada utiliza dados e conclusões do estudo, mas não detalha a metodologia empregada pelos pesquisadores. O texto jornalístico menciona os principais achados da pesquisa, como o crescimento do consumo energético da mineração de bitcoin e sua pegada de carbono, além da comparação com o Ethereum, que reduziu seu impacto ao adotar o proof-of-stake (PoS). Todavia, a matéria não explica exatamente como os pesquisadores chegaram a esses números, omitindo a coleta de dados, o uso do modelo MRIO para calcular a pegada de carbono e a análise das emissões por nação.
Metáfora científica
[editar | editar código]Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre "A metáfora científica". No artigo da Pesquisa FAPESP selecionado, identifique quais foram as metáforas científicas ou cientificamente inspiradas utilizadas e justifique esse uso a partir das indicações da aula. Analise em que medida contribuem ou dificultam o entendimento da ciência. Esteja logado.
SUBSTITUA ESTA MENSAGEM PELO TEXTO
Filosofia da ciência
[editar | editar código]Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre "Ciência e Filosofia". Discorra sobre em que medida o artigo da Pesquisa FAPESP que você selecionou coloca questões filosóficas e apresente exemplos extraídos do texto. Esteja logado.
A matéria jornalística usa metáforas científicas para facilitar a compreensão do impacto da mineração de criptomoedas. A principal é a “mineração de bitcoin”, que compara o esforço computacional para validar transações ao trabalho físico de extração de minerais. Isso simplifica o conceito, mas pode ocultar detalhes técnicos e sugerir paralelos imprecisos. Além disso, outra metáfora (ou analogia) aparece ao comparar o consumo energético do setor ao de um país médio da Europa, como a Polônia. Essa estratégia torna os dados mais tangíveis, ajudando o leitor a visualizar o impacto ambiental, mas pode gerar interpretações equivocadas sobre a distribuição desse consumo.
Próximos passos
[editar | editar código]Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.