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Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Simone Vieira da Silva

De Wikiversidade

Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades. Tome cuidado de estar logado na Wikiversidade. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.

Descrição da atividade

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Atuar no jornalismo científico é às vezes comparado ao de ser um tradutor, no jargão da área da comunicação um 'tradutor intersemiótico', que passa a linguagem de um campo para o de outro campo. Nesta atividade, vamos observar e analisar como isso foi feito em uma das principais publicações acadêmicas brasileiras, a Pesquisa FAPESP.

Você deverá selecionar um artigo na revista Pesquisa FAPESP. Estão acessíveis na página principal da publicação. Escolha um artigo sobre um tema de pesquisa - ou seja, que seja baseado em uma ou mais de uma publicação científica - e leia-o com cuidado. Responda às perguntas que seguem.

As respostas deverão ser publicadas nesta página individual. Apenas altere os campos indicados.

Simone Vieira da Silva

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Simone Vieira da Silva

Nesta seção, você deverá colocar os links da matéria selecionada. Esteja logado.

Neurônios, que despertam a vontade de comer, foram estudados por pesquisadores que Injetaram na PAG dos roedores uma proteína sensível à luz, com laser de cores, estimulavam ou inibiam a ação dos neurônios VGAT. Testes indicaram que, os VGAT tornavam-se mais ativos quando os camundongos buscavam alimentos do que depois de começar a consumi-los, indicando que poderiam estar envolvidos na vontade de comer. Então, realizou-se experimentos nos quais colocou-se os roedores em uma caixa ora com um objeto novo (uma bola de pingue-pongue ou um bloco de madeira), ora com um grilo ou uma noz. Quando os VGAT eram acionados, o animal rapidamente explorava o ambiente. Na caixa com o grilo, o camundongo, mesmo estando bem alimentado, rapidamente capturava o inseto e o consumia. Diante da noz, alimento mais calórico do que o grilo, o roedor corria para comê-la. Os animais também ingeriam mais dos alimentos de que gostam, como chocolate e queijo, mas menos verduras e legumes. Quando eram expostos simultaneamente à bolinha e à noz, sem poder alcançar nenhuma delas, o camundongo passava a maior parte do tempo no canto da caixa próximo à castanha, indicando de que a ativação desses neurônios motivava a busca de comida. Com os VGAT ativados, os animais, alimentados, caminhavam sobre um piso que lhes dava descargas elétricas para chegar até a comida. Camundongos sem fome evitariam esse estímulo aversivo. Testes mostraram ainda que a atividade desses neurônios é necessária para estimular a busca por comida. Quando os pesquisadores inibiram os VGAT, os roedores pararam de procurar alimento, mesmo com fome. A substância cinzenta periaquedutal e os VGAT também existem em humanos, os pesquisadores supõem que eles possam estar ligados a transtornos alimentares como anorexia e compulsão alimentar, e talvez seja possível modificar o funcionamento desses neurônios e auxiliar no tratamento desses transtornos.

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Para esta etapa, resuma a matéria em até 300 caracteres. Esteja logado.

Neurônios, que despertam a vontade de comer, foram estudados por pesquisadores que Injetaram na PAG dos roedores uma proteína sensível à luz, com laser de cores, estimulavam ou inibiam a ação dos neurônios VGAT. Testes indicaram que, os VGAT tornavam-se mais ativos quando os camundongos buscavam alimentos do que depois de começar a consumi-los, indicando que poderiam estar envolvidos na vontade de comer. Então, realizou-se experimentos nos quais colocou-se os roedores em uma caixa ora com um objeto novo (uma bola de pingue-pongue ou um bloco de madeira), ora com um grilo ou uma noz. Quando os VGAT eram acionados, o animal rapidamente explorava o ambiente. Na caixa com o grilo, o camundongo, mesmo estando bem alimentado, rapidamente capturava o inseto e o consumia. Diante da noz, alimento mais calórico do que o grilo, o roedor corria para comê-la. Os animais também ingeriam mais dos alimentos de que gostam, como chocolate e queijo, mas menos verduras e legumes. Quando eram expostos simultaneamente à bolinha e à noz, sem poder alcançar nenhuma delas, o camundongo passava a maior parte do tempo no canto da caixa próximo à castanha, indicando de que a ativação desses neurônios motivava a busca de comida. Com os VGAT ativados, os animais, alimentados, caminhavam sobre um piso que lhes dava descargas elétricas para chegar até a comida. Camundongos sem fome evitariam esse estímulo aversivo. Testes mostraram ainda que a atividade desses neurônios é necessária para estimular a busca por comida. Quando os pesquisadores inibiram os VGAT, os roedores pararam de procurar alimento, mesmo com fome. A substância cinzenta periaquedutal e os VGAT também existem em humanos, os pesquisadores supõem que eles possam estar ligados a transtornos alimentares como anorexia e compulsão alimentar, e talvez seja possível modificar o funcionamento desses neurônios e auxiliar no tratamento desses transtornos.

Análise da matéria

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Para esta etapa, identifique e analise com base na matéria: o objeto e a metodologia (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação) da pesquisa. Esteja logado.

Observação: A função de um pequeno grupo de células do tronco encefálico, os neurônios VGAT , uma estrutura do sistema nervoso central muito primitiva Hipótese: Como a substância cinzenta periaquedutal e os neurônios VGAT também existem em humanos, os pesquisadores supõem que eles possam estar ligados a transtornos alimentares. Experimentação: Testes em laboratórios com camundongos. Análise: A interpretação dos dados coletados em laboratório indicaram que os neurônios VGAT podem estar relacionados com os transtornos alimentares, pela observação da reação dos camundongos diante de alimentos quando esses neurônios eram ativados pelos pesquisadores. Publicação: A divulgação dos resultados foi feita na ‘’Nature Communications’’ e é um artigo de acesso aberto.

Análise da pesquisa

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Para esta etapa, acesse a(s) pesquisa(s) de origem, de base para o artigo na Pesquisa FAPESP, identifique e analise a seção metodológica. Em especial, explique em que medida o processo de pesquisa foi bem documentado no artigo que você selecionou. Esteja logado.

Métodos: A descrição dos métodos utilizados na pesquisa estão bem detalhados e são objetivos quanto a suas etapas.

Metáfora científica

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Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre "A metáfora científica". No artigo da Pesquisa FAPESP selecionado, identifique quais foram as metáforas científicas ou cientificamente inspiradas utilizadas e justifique esse uso a partir das indicações da aula. Analise em que medida contribuem ou dificultam o entendimento da ciência. Esteja logado.

Despertam a vontade de comer – Metáfora de linguagem comum Uma bateria de experimentos – Metáfora científica Ativação desse circuito - Metáfora científica Neste caso, as metáforas contribuem para a compreensão do leitor sobre o assunto abordado, por tornar acessível a linguagem neurocientífica explanada.

Filosofia da ciência

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Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre "Ciência e Filosofia". Discorra sobre em que medida o artigo da Pesquisa FAPESP que você selecionou coloca questões filosóficas e apresente exemplos extraídos do texto. Esteja logado.

Quando a reportagem inicia com a pergunta ‘’Quem nunca se pegou buscando algo mais para comer, em geral gostoso, como uma segunda fatia de pudim ou outra bola de sorvete, depois de uma refeição farta?’’ remete a questões filosóficas relacionadas com a vontade, desejo e controle.

Referências