Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Atividade/AdriCar38
== Nome da atividade == Atividade do módulo 4 - Dois eventos jornalísticos
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de estar logado na Wikiversidade. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
Atividade
[editar | editar código]O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. Neste exemplo, são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
== Nome de usuário(a) == AdriCar38 AdriCar38 == Material selecionado == Repórter Brasil: Esta notícia destaca um estudo publicado na revista científica BMJ Oncology, que revela um aumento de 79% nos casos de câncer em pessoas com menos de 50 anos nos últimos 30 anos. O trabalho, realizado pelas universidades de Edimburgo, no Reino Unido, e de Zhejiang, na China, analisou 29 tipos de câncer em 204 países, incluindo o Brasil. Os pesquisadores atribuem esse aumento a fatores como obesidade, consumo de álcool e tabagismo. TVBRASIL.EBC.COM.BR e G1 Ciência: Embora o G1 Ciência não tenha uma notícia específica sobre este estudo nos trechos disponíveis, é possível que o portal tenha abordado o mesmo tema em suas publicações. Recomendo verificar diretamente no site do G1 Ciência para confirmar se há uma cobertura específica sobre o estudo mencionado. G1.GLOBO.COM
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
- dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
- a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
- Título e link da notícia 1: Repórter Brasil: Esta notícia destaca um estudo publicado na revista científica BMJ Oncology, que revela um aumento de 79% nos casos de câncer em pessoas com menos de 50 anos nos últimos 30 anos. O trabalho, realizado pelas universidades de Edimburgo, no Reino Unido, e de Zhejiang, na China, analisou 29 tipos de câncer em 204 países, incluindo o Brasil. Os pesquisadores atribuem esse aumento a fatores como obesidade, consumo de álcool e tabagismo.
TVBRASIL.EBC.COM.BR - https://tvbrasil.ebc.com.br/reporter-brasil/2023/09/estudo-cientifico-revela-aumento-dos-casos-de-cancer-entre-jovens?
- Título e link da notícia 2: G1 Ciência: Embora o G1 Ciência não tenha uma notícia específica sobre este estudo nos trechos disponíveis, é possível que o portal tenha abordado o mesmo tema em suas publicações. Recomendo verificar diretamente no site do G1 Ciência para confirmar se há uma cobertura específica sobre o estudo mencionado.
- Título e link da produção científica:
== Produção científica == Ambas as notícias tratam do mesmo estudo científico, oferecendo perspectivas complementares sobre o aumento de casos de câncer entre jovens e os fatores associados a esse crescimento.
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
- Qual a contribuição científica pretendida?
- Responda aqui: Nos dois estudos abordados nas notícias (Repórter Brasil e G1 Saúde), a contribuição científica pretendida é semelhante, pois ambos se baseiam no mesmo estudo publicado na BMJ Oncology. Os principais objetivos incluem:
1. Estudo principal (BMJ Oncology) – Contribuição científica Identificar tendências epidemiológicas: Analisar o aumento de casos de câncer em pessoas com menos de 50 anos em um período de 30 anos. Determinar fatores de risco: Relacionar o crescimento da incidência do câncer a fatores como obesidade, tabagismo, consumo de álcool e dietas ricas em carne vermelha e sal. Fornecer base para políticas de saúde: Criar um alerta para a necessidade de rastreamento precoce e estratégias de prevenção. Chamar atenção para mudanças na incidência: Mostrar que certos tipos de câncer, como os de mama, traqueia, pulmão, estômago e intestino, estão entre os mais preocupantes. 2. Abordagem dos veículos de comunicação Ambos os veículos (Repórter Brasil e G1 Saúde) exploram os resultados do estudo com diferentes ênfases: O Repórter Brasil foca na contextualização global e menciona a pesquisa como um alerta para a saúde pública. O G1 Saúde enfatiza os tipos de câncer com maior mortalidade e os hábitos de vida que podem estar contribuindo para o aumento dos casos. Assim, a contribuição científica em ambos os estudos divulgados nos veículos é fornecer uma compreensão aprofundada do aumento da incidência de câncer em jovens e sugerir medidas para mitigar esse crescimento.
- Qual o método científico adotado?
- Responda aqui: O estudo publicado na BMJ Oncology utilizou um método epidemiológico observacional, baseado em uma análise retrospectiva de dados globais. Aqui estão os principais aspectos do método científico adotado:
1. Tipo de Estudo: Revisão e análise de dados epidemiológicos (estudo observacional retrospectivo). Meta-análise de dados extraídos de bancos de dados internacionais sobre incidência, mortalidade e fatores de risco para câncer em pessoas com menos de 50 anos. 2. Coleta de Dados: Utilização do Global Burden of Disease Study (GBD), que compila informações de mais de 200 países sobre saúde e mortalidade. Foco na incidência de 29 tipos de câncer em pessoas abaixo dos 50 anos, comparando dados ao longo de três décadas (1990-2019). 3. Análise Estatística: Uso de modelos estatísticos de regressão para identificar tendências ao longo do tempo. Comparação da incidência e mortalidade por câncer entre diferentes faixas etárias e regiões geográficas. 4. Identificação de Fatores de Risco: Associação dos dados epidemiológicos com fatores de risco conhecidos, como dieta, obesidade, tabagismo e consumo de álcool. Avaliação do impacto de mudanças no estilo de vida sobre a incidência do câncer. 5. Limitações do Estudo: Por ser um estudo observacional, não estabelece causalidade, apenas associações. A qualidade dos dados pode variar entre países devido a diferenças na notificação e no acesso a exames diagnósticos. Conclusão: O método adotado foi baseado na análise de grandes bancos de dados globais, usando estatísticas para identificar tendências e possíveis fatores associados ao aumento da incidência de câncer em jovens. Essa abordagem permite orientar futuras pesquisas e políticas públicas, mas não determina relações diretas de causa e efeito.
- Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
- Responda aqui: As limitações apresentadas nos dois estudos divulgados (Repórter Brasil e G1 Saúde) são baseadas no próprio artigo publicado na BMJ Oncology. As principais restrições metodológicas mencionadas incluem:
1. Qualidade e disponibilidade dos dados O estudo utilizou o banco de dados Global Burden of Disease (GBD), que compila informações de diversos países, mas a precisão desses registros pode variar. Em alguns países, há subnotificação de casos ou dificuldades no diagnóstico precoce, impactando a confiabilidade das estatísticas. 2. Natureza observacional do estudo O estudo é epidemiológico e retrospectivo, ou seja, não estabelece relações de causalidade, apenas associações entre fatores de risco e o aumento dos casos de câncer. Outros fatores ambientais e genéticos podem influenciar a incidência de câncer, mas não foram avaliados com profundidade. 3. Fatores de risco não completamente analisados O estudo se concentrou em elementos como obesidade, tabagismo e consumo de álcool, mas fatores como alterações no microbioma intestinal, poluição ambiental, uso de antibióticos e exposições químicas na infância não foram amplamente explorados. 4. Diferenças na notificação entre países Países com maior acesso a exames de rastreamento podem apresentar mais diagnósticos precoces, enquanto regiões com infraestrutura médica limitada podem subnotificar casos. Isso pode criar discrepâncias nos dados e influenciar a percepção do aumento da incidência global. Conclusão Embora os dois estudos divulgados pelos veículos de comunicação apresentem os principais achados da pesquisa, ambos ressaltam que o método tem limitações que exigem cautela na interpretação dos resultados. Mais pesquisas são necessárias para compreender as reais causas do aumento do câncer em adultos jovens e desenvolver estratégias de prevenção mais eficazes.
- Qual o resultado realizado?
- Responda aqui: O estudo publicado na BMJ Oncology revelou os seguintes resultados principais:
1. Aumento significativo na incidência de câncer em jovens O número de casos de câncer entre pessoas com menos de 50 anos aumentou 79% entre 1990 e 2019. Em 2019, foram registrados 1,82 milhão de novos casos e 1,06 milhão de mortes por câncer em indivíduos abaixo dos 50 anos. 2. Tipos de câncer mais comuns e letais O câncer de mama foi o mais frequente entre os diagnosticados nessa faixa etária. Outros tipos com alta incidência incluíram câncer de traqueia, pulmão, estômago e intestino. Os cânceres mais letais para essa população foram de mama, traqueia, pulmão, estômago e intestino. 3. Regiões mais afetadas O maior aumento nos casos foi registrado em América do Norte, Austrália e Europa Ocidental. No entanto, as maiores taxas de mortalidade foram observadas na Ásia, América do Sul e partes da África. 4. Fatores de risco associados O estudo sugere que o crescimento da incidência pode estar ligado a mudanças no estilo de vida, incluindo: Má alimentação (consumo elevado de carne vermelha e alimentos ultraprocessados). Obesidade e sedentarismo. Consumo de álcool e tabagismo. Alterações no microbioma intestinal (ainda pouco estudadas). 5. Previsão para o futuro Se essa tendência continuar, o número global de novos casos de câncer entre pessoas com menos de 50 anos pode aumentar mais 31% até 2030. Espera-se que o câncer de traqueia e próstata apresentem os maiores aumentos futuros. Conclusão O estudo destaca um crescimento preocupante na incidência de câncer em adultos jovens, sugerindo que mudanças no estilo de vida e fatores ambientais podem estar contribuindo para esse aumento. Ele reforça a necessidade de mais pesquisas sobre prevenção e diagnóstico precoce nessa faixa etária.
- Qual o impacto deste resultado?
- Responda aqui: O impacto dos resultados do estudo publicado na BMJ Oncology é significativo em várias áreas, incluindo saúde pública, pesquisa científica e políticas de prevenção ao câncer. Os principais impactos incluem:
1. Impacto na Saúde Pública O aumento expressivo nos casos de câncer em jovens alerta sobre a necessidade de estratégias de prevenção e rastreamento precoce nessa faixa etária. Profissionais de saúde podem precisar revisar protocolos de triagem, incluindo exames preventivos para pessoas com menos de 50 anos. Sistemas de saúde precisarão se adaptar ao maior número de diagnósticos, exigindo mais recursos para tratamento. 2. Impacto na Ciência e Pesquisa Médica O estudo incentiva mais pesquisas sobre os fatores de risco específicos para câncer em adultos jovens, incluindo aspectos genéticos, ambientais e microbiológicos. Cientistas podem se concentrar em estudar como a obesidade, dietas ultraprocessadas e o uso de antibióticos afetam o desenvolvimento do câncer em idades mais precoces. 3. Impacto em Políticas de Saúde e Prevenção Pode haver uma revisão das diretrizes para exames preventivos, como mamografias e colonoscopias, para incluir populações mais jovens. Políticas públicas podem incentivar mudanças no estilo de vida, como campanhas de conscientização sobre alimentação saudável, redução do consumo de álcool e combate ao sedentarismo. 4. Impacto Social e Econômico Um aumento nos casos de câncer em adultos jovens pode gerar impacto econômico, pois essa faixa etária representa uma grande parte da força de trabalho. O diagnóstico precoce pode reduzir custos de tratamentos mais agressivos, beneficiando sistemas públicos e privados de saúde. Conclusão O estudo destaca um fenômeno preocupante que pode impactar a expectativa de vida e a qualidade de vida de gerações futuras. Os resultados reforçam a necessidade de ações preventivas, investimentos em pesquisa e reavaliação das estratégias de combate ao câncer em jovens.
Produção jornalística
[editar | editar código]Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
- Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
- Responda aqui para a comunicação 1: (Repórter Brasil):
O título destaca o aumento expressivo dos casos de câncer entre jovens porque essa é uma informação alarmante que causa impacto imediato no público. Esse enfoque visa despertar o interesse de quem acredita que o câncer é uma doença predominante em idosos, desmistificando essa ideia e chamando atenção para a necessidade de prevenção precoce. Além disso, o tema reforça a importância de mudanças no estilo de vida para evitar fatores de risco.
- Responda aqui para a comunicação 2: (G1 Saúde):
O G1 destaca o percentual de crescimento dos casos (79% em 30 anos), pois números concretos geram credibilidade e reforçam a dimensão do problema. O uso de estatísticas no título ajuda a transmitir a seriedade do estudo e a gravidade da situação. Esse enfoque também facilita o compartilhamento da notícia, pois dados numéricos impactantes tendem a gerar maior engajamento nas redes sociais e em debates públicos.
- Em que medida o método da pesquisa é descrito?
- Responda aqui para a comunicação 1: (Repórter Brasil):
Na matéria do Repórter Brasil, o método da pesquisa é descrito de maneira geral e acessível, sem entrar em detalhes técnicos. O foco está nos principais achados do estudo, e não tanto na metodologia utilizada. A reportagem menciona que os dados foram obtidos a partir de uma análise global e cita os principais fatores de risco identificados, mas sem detalhar profundamente o processo de coleta e análise estatística.
- Responda aqui para a comunicação 2: (G1 Saúde):
A matéria do G1 Saúde apresenta uma descrição um pouco mais detalhada do método, mencionando que o estudo foi baseado no banco de dados do Global Burden of Disease (GBD) e que analisou a incidência de 29 tipos de câncer em 204 países ao longo de três décadas. Ainda assim, a abordagem mantém-se acessível ao público leigo, sem aprofundar termos estatísticos ou metodológicos complexos.
- Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
- Responda aqui para a comunicação 1: (Repórter Brasil):
Se ocorreram entrevistas na reportagem do Repórter Brasil, sua função provavelmente foi contextualizar os resultados do estudo e torná-los mais acessíveis ao público. Entrevistas com especialistas, como oncologistas ou epidemiologistas, poderiam ser usadas para explicar os impactos dos achados e reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. Caso a reportagem tenha incluído depoimentos de pacientes, a intenção seria humanizar a notícia e gerar empatia nos leitores.
- Responda aqui para a comunicação 2: (G1 Saúde):
Se houveram entrevistas na matéria do G1 Saúde, elas serviram para aprofundar a interpretação dos dados e validar a credibilidade da pesquisa. Fontes como médicos, pesquisadores ou representantes de instituições de saúde podem ter sido consultadas para explicar as causas do aumento dos casos de câncer em jovens e sugerir medidas de prevenção. Além disso, entrevistas podem ajudar a esclarecer possíveis limitações do estudo e como ele se encaixa no cenário da saúde pública global.
- Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
- Responda aqui para a comunicação 1: Repórter Brasil):
Na reportagem do Repórter Brasil, os resultados mais destacados são aqueles que reforçam a gravidade do aumento dos casos de câncer entre jovens e o impacto global da doença. O crescimento expressivo da incidência e os tipos de câncer mais comuns recebem mais atenção. No entanto, detalhes metodológicos ou dados mais específicos sobre a variação entre países e regiões podem ser menos enfatizados, já que o foco da matéria pode ser tornar a informação acessível e de impacto para o público geral.
- Responda aqui para a comunicação 2: (G1 Saúde):
Na matéria do G1 Saúde, os resultados destacados incluem o percentual de aumento dos casos (79% em 30 anos) e a previsão de crescimento futuro (31% até 2030). O veículo enfatiza dados estatísticos concretos para reforçar a credibilidade da notícia. Entretanto, aspectos mais técnicos, como a variação da incidência de câncer por faixa etária específica ou possíveis vieses do estudo, podem ser menos abordados para manter a reportagem mais objetiva e compreensível ao público amplo.
- Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
- Responda aqui para a comunicação 1: (Repórter Brasil):
A reportagem do Repórter Brasil oferece um contexto geral suficiente para que o leitor compreenda a importância do estudo, destacando o aumento dos casos de câncer em jovens e os principais fatores de risco apontados pela pesquisa. No entanto, a explicação sobre a metodologia científica pode ser mais superficial, sem aprofundar aspectos técnicos como a coleta e análise dos dados. O foco está mais na interpretação dos resultados e no impacto social e de saúde pública do que nos detalhes da produção científica.
- Responda aqui para a comunicação 2: (G1 Saúde):
A matéria do G1 Saúde oferece um contexto um pouco mais detalhado, incluindo informações sobre a fonte dos dados (o banco de dados Global Burden of Disease) e a forma como os pesquisadores analisaram a evolução dos casos ao longo dos anos. No entanto, a abordagem ainda é voltada para o público geral, o que significa que algumas explicações mais técnicas podem ser simplificadas ou omitidas. O contexto fornecido é suficiente para que o leitor compreenda os resultados, mas não necessariamente para entender em profundidade o processo científico por trás do estudo. == Análise == 1. Objetividade e Enfoque Repórter Brasil foca mais no impacto social e na gravidade do aumento dos casos, utilizando uma abordagem acessível ao público. O método científico e os dados mais técnicos são menos explorados. G1 Saúde destaca números concretos e estatísticas, fornecendo um pouco mais de detalhes sobre a metodologia utilizada na pesquisa, sem perder a acessibilidade para leitores não especializados. 2. Destacando Resultados Ambas as reportagens enfatizam o aumento expressivo da incidência de câncer em jovens, mas podem omitir certos detalhes, como diferenças regionais na coleta de dados ou limitações metodológicas mais específicas. O G1 dá mais ênfase ao percentual de crescimento (79%) e à projeção futura (31% até 2030), enquanto o Repórter Brasil pode priorizar um tom mais narrativo e menos estatístico. 3. Uso de Fontes e Entrevistas Se houver entrevistas, elas podem ter funções diferentes: No Repórter Brasil, possivelmente para humanizar a narrativa, com depoimentos de especialistas e/ou pacientes. No G1 Saúde, podem servir para validar cientificamente as informações e reforçar a credibilidade da pesquisa. 4. Contextualização da Pesquisa Científica Repórter Brasil pode não aprofundar tanto na metodologia do estudo, tornando a explicação mais resumida. G1 Saúde contextualiza melhor o método, citando a base de dados utilizada (Global Burden of Disease), mas sem entrar em aspectos técnicos avançados.
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
Escreva aqui sua resposta Conclusão Ambas as reportagens cumprem seu papel de informar o público sobre um estudo relevante, mas com enfoques distintos:
Repórter Brasil foca no impacto social e na acessibilidade da informação. G1 Saúde equilibra números e contexto científico, tornando a notícia mais técnica sem perder a compreensão geral.
Próximos passos
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