O MOVIMENTO ESTUDANTIL NA CIDADE DE MARÍLIA: Uma luta por permanência e resistência
1. Resumo Este artigo tem como objetivo entender a história do Movimento Estudantil na cidade de Marília. Abordando como o movimento começou, sua importância na formação da Moradia Estudantil e como ele resistiu e lutou durante a Ditadura Militar de 1964, além da participação dos Coletivos Negros Universitários. Essa pesquisa mostra a importância de lembrar das pessoas que ajudaram a alcançar essas conquistas e que resistiram em um dos períodos mais difíceis da história do nosso país. Por fim, argumenta-se sobre a importância de reconhecer o papel do Movimento Estudantil na cidade de Marília, a fim de que essa luta não seja esquecida e para que as conquistas estudantis não sejam atribuídas como simples gestos de benevolência das autoridades.
2. Palavras chaves: Movimento Estudantil; Ditadura Militar, Coletivos Negros; Moradia Estudantil.
3. Introdução O movimento estudantil no Brasil possui raízes profundas, ligadas ao desenvolvimento do ensino superior e à crescente participação da juventude nas questões políticas e sociais do país, especialmente a partir do século XX. A preocupação inicial era, em parte, recreativa e assistencial, mas logo evoluiu para pautas políticas e educacionais. No ano de 1901 é criada a Federação dos Estudantes Brasileiros, uma entidade pioneira que, apesar de curta atuação, sinalizou o início da organização nacional dos estudantes universitários. Já em 1910 é realizado o I Congresso Nacional de Estudantes, em São Paulo, indicando a necessidade de coordenação das iniciativas discentes. Em 1929 surge a Casa dos Estudantes do Brasil (CEB), no Rio de Janeiro. Inicialmente, seu foco era na assistência social ao estudante, no espírito de cooperação e solidariedade, com apoio governamental. No entanto, a CEB foi importante por prever a criação de um órgão de representação internacional, o qual se tornaria a União Nacional dos Estudantes (UNE).
A Fundação da UNE e a Consolidação (Década de 1930) O desejo por uma entidade representativa nacional, forte e legítima, capaz de defender a qualidade do ensino, o patrimônio nacional e a justiça social, culminou na criação da sua principal entidade. Em 1937 é fundada a União Nacional dos Estudantes (UNE), em pleno Estado Novo, durante o governo de Getúlio Vargas. A entidade nasce com uma pauta voltada à popularização da universidade, à assistência estudantil e à defesa da soberania nacional, posicionando-se contrária ao alinhamento do Brasil aos regimes nazi-fascistas na Europa. Entre 1937 e 1942, a UNE estabelece sua autonomia em relação à Casa dos Estudantes do Brasil (CEB), transformando-se em um órgão político e social. Em 1942, com a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial ao lado dos Aliados, estudantes universitários e secundaristas ocuparam a sede do Clube Germânia, no Rio de Janeiro, então considerado um reduto nazi-fascista. Nesse mesmo ano, o presidente Getúlio Vargas, por meio do Decreto-Lei nº 4.080/1942, concede o prédio para ser a sede da UNE e a oficializa como a entidade representativa dos universitários brasileiros. Lutas e Radicalização Política (Anos 1940 a 1964) Com o tempo, a UNE e o movimento estudantil ampliaram seu campo de atuação, tornando-se atores políticos relevantes: Durante os anos de 1940 e 1950 a UNE se engaja ativamente nas grandes pautas nacionais, como a campanha "O Petróleo é Nosso" (pela criação da Petrobrás) e outras lutas em prol do desenvolvimento nacional e contra o capital estrangeiro. Nesse período há uma crescente politização, com a atuação de grupos ideologicamente diversos, como a Juventude Comunista e a Juventude Integralista (até 1938). Pré-Ditadura Militar (Início da Década de 1960): O movimento estudantil ganha força, tornando-se uma força social e política importante. A UNE aderiu à luta pelas Reformas de Base propostas pelo governo João Goulart, além de reivindicar pautas como a participação estudantil de um terço nos órgãos diretivos das universidades (greve de 1962).
Repressão e Resistência (Ditadura Militar - 1964 a 1985)
O golpe militar de 1964 transformou o movimento estudantil em um dos principais alvos da repressão, mas também o consolidou como força de resistência: Logo, no primeiro ano da Ditadura Militar a sede da UNE é invadida, saqueada e incendiada. A entidade é dissolvida e passa à clandestinidade. Mesmo assim, o movimento continua atuando clandestinamente e passa a ser duramente reprimido. Em 1968, a repressão atinge um de seus momentos mais violentos, com episódios como a Passeata dos Cem Mil (no Rio de Janeiro) e a prisão de centenas de estudantes no Congresso de Ibiúna (São Paulo). Nesse período, parte do movimento, inspirada em revoluções internacionais, aderiu à luta armada. Redemocratização e Temas Contemporâneos: A UNE e o movimento estudantil retomam sua atuação legal no processo de redemocratização. Em 1979 a UNE volta à legalidade e passa a atuar de forma aberta na luta pelo restabelecimento da democracia. O movimento estudantil teve papel central em campanhas de relevância nacional, como a campanha pelas eleições diretas para presidente (Diretas Já!, em 1984) e, posteriormente, no movimento do impeachment do presidente Fernando Collor de Mello (1992), com os jovens manifestantes conhecidos como "Caras-Pintadas". No século XXI, as lutas do movimento estudantil moderno continuam abrangentes, incluindo a defesa da educação pública, a expansão do ensino superior, a luta contra o neoliberalismo e as privatizações, o aumento do investimento (10% do PIB para a educação), o direito à meia-entrada em eventos culturais (Lei 12.933/2013), e pautas sociais como o combate ao racismo, à desigualdade e pela democratização dos meios de comunicação. Conclui-se então que o movimento estudantil brasileiro, representado por entidades como a UNE e a UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), evoluiu de uma fase inicial recreativa e assistencial para um agente político e social central na história do Brasil, atuando de forma decisiva em momentos de crise, defesa da soberania nacional e busca por um sistema educacional mais democrático e inclusivo. 4. Movimento estudantil durante a Ditadura Militar A Universidade Estadual Paulista (UNESP) foi fundada em 1976, durante o período da Ditadura Militar, em um contexto que já apresentava sinais de abertura política e crescente resistência popular ao regime. A universidade surgiu a partir da integração de institutos isolados de ensino superior, entre eles a antiga FAFI (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília), que já possuía um histórico de luta estudantil, que continuou sobre a nova estrutura, mas que ainda eram alvos de repressão pelos militares. A FAFI (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília) fundada em 1957, foi um dos cenários de resistência no interior paulista mas ao mesmo tempo fortemente reprimida. Apesar dos poucos registros desse período na cidade de Marília, é possível compreender o contexto por meio de estudos e artigos que abordam a região. As lutas por reforma universitária e pela democratização do ensino estavam entre as principais pautas do movimento estudantil, com a chegada da ditadura militar, essa atuação deixou de poder ocorrer de forma pública devido aos riscos envolvidos. Diante disso, os estudantes passaram a se mobilizar não apenas por mudanças dentro das universidades, mas também pelo fim da censura e pela defesa da liberdade de expressão. A UNE (União Nacional dos Estudantes), criada em 1937 para representar os interesses estudantis, tornou-se ilegal após o golpe militar de 1964, permanecendo nessa condição por 20 anos. Durante esse período, sua sede foi invadida e incendiada, e apesar da repressão, o movimento estudantil continuou presente em passeatas e manifestações, enquanto seus estudantes e membros eram presos, torturados e assassinados. Apesar de todas as opressões e violências sofridas, a Ditadura Militar não conseguiu pôr fim ao movimento estudantil, que resistiu e continua resistindo até hoje. A luta busca preservar os direitos já conquistados pelos estudantes e conquistar novos avanços, mostrando que a mobilização estudantil não terminou com o fim do regime ou com conquistas como a moradia. Essa luta ainda é necessária para garantir que mais estudantes tenham acesso a uma vida digna e ao ensino superior.
5. Pós-ditadura até a atualidade 5.1. Moradia Estudantil A moradia estudantil da UNESP de Marília constitui um importante espaço de acolhimento para estudantes em situação de vulnerabilidade econômica e social, desempenhando papel fundamental na garantia da permanência desses alunos na universidade. Inaugurada a partir da mobilização estudantil nos anos 1980, a moradia representa uma conquista histórica do movimento estudantil local que visou garantir condições mínimas de habitação para os discentes que vêm de outras cidades ou regiões com dificuldade de arcar com os custos de moradia. O espaço da moradia estudantil é organizado em blocos residenciais, cada um com quartos compartilhados, banheiros e áreas comuns, projetados para atender em caráter coletivo as necessidades dos estudantes. A infraestrutura é básica, porém funcional, e tem sido objeto de melhorias e reformas ao longo dos anos para oferecer condições mais dignas e confortáveis. O local também exerce uma função política e social, sendo espaço de formação e luta estudantil, onde os moradores participam da gestão e defesa dos seus direitos. Recentemente, foi lançado um documentário chamado “Paredes que Falam – Memórias da Moradia Estudantil da UNESP Marília”, que resgata a história da moradia desde sua primeira ocupação em 1987, trazendo relatos de diversas gerações de moradores e destacando a importância social, política e acadêmica desse espaço. Esse registro evidencia a moradia não apenas como um alojamento, mas como um patrimônio coletivo ligado às lutas estudantis e à inclusão promovida pela universidade pública. Além da função habitacional, a moradia estudantil da UNESP Marília apoia a permanência dos estudantes na universidade frente às dificuldades financeiras, contribuindo para a democratização do acesso à educação superior pública com justiça social. Assim, a moradia constitui um componente essencial da política de assistência estudantil da UNESP, refletindo os desafios contemporâneos da permanência estudantil e a valorização das lutas coletivas que garantem este direito. Em síntese, a moradia estudantil da UNESP Marília é um espaço de acolhimento, resistência e formação coletiva, que transcende sua função imediata para se tornar um símbolo do compromisso da universidade com a inclusão social e a permanência dos estudantes em condições justas e dignas.
5.2. Movimento estudantil e coletivos negros universitários Os coletivos negros possuem uma forte influência nas formas de organização herdada dos movimentos negros das décadas de 1970 e 1980 e, também, dos feminismos negros. Com isso, um dos pressupostos de atuação é a autonomia de decisão, desvinculados de qualquer tipo de partidos políticos, instituições e organizações governamentais buscam realizar oficinas de formação política, rodas de conversa e cursos sobre variados temas com o intuito de formar intelectualmente e politicamente a população negra. Ainda nesse período – 1970-1980 – começa surgir em várias regiões do Brasil coletivos de mulheres negras como por exemplo o Nzinga, Aqualtune, Mãe Andresa. Outro aspecto importante de se destacar é que esses primeiros coletivos pregavam a horizontalidade nas tomadas de decisão e a ausência de hierarquia na forma de organização, constituindo-se em grupos de atuação política e intelectual em torno de um ideário libertário e emancipador. Como dito anteriormente, essas organizações num primeiro momento eram autônomas, ou seja, desvinculadas de qualquer processo de institucionalização de suas atuações. Porém, esse cenário começa a mudar com a abertura democrática, em específico na década de 90 e na primeira década do século XXI. Os anos 90 foram marcados por uma forte institucionalização desses coletivos, muitos motivados pela abertura de parcerias entre Estado e sociedade civil. Como por exemplo o EDUCAFRO, um dos maiores coletivos atuantes na luta das ações afirmativas no Brasil. Ainda fazendo um panorama histórico do surgimento e institucionalização dos coletivos negros no Brasil, para se compreender melhor é preciso focalizar também a conferência de Durbam de 2001, que marcou uma segunda guinada institucional. Após a conferência, a agenda da igualdade racial passou a ser presente nos debates no interior da esfera Estado e com isso os movimentos sociais negros se fizeram presentes na institucionalidade para garantir suas reinvindicações. Em paralelo, temos a Lei Federal nº 10.558 (2002) que de acordo com o artigo primeiro diz o seguinte: “Art. 1o Fica criado o Programa Diversidade na Universidade, no âmbito do Ministério da Educação, com a finalidade de implementar e avaliar estratégias para a promoção do acesso ao ensino superior de pessoas pertencentes a grupos socialmente desfavorecidos, especialmente dos afrodescendentes e dos indígenas brasileiros”. Porém, a implementação dessa lei dependeria de cada instituição de ensino e da forma que iriam implementar. A partir disso, os coletivos negros universitário se intensificaram na luta pela implementação dessa lei, bem como pela permanência desses estudantes no ensino superior. Por fim, agora se detendo aos coletivos negros em Marília podemos citar alguns e traçar paralelos de atuação com os movimentos negros “tradicionais”, mas também pontuar os distanciamentos que ocorreram. O primeiro é o “Afroconfluência” que pela própria definição das fundadoras “é um coletivo que se utiliza de referenciais literários negros e indígenas como instrumentos de letramento racial. Sua origem tem Nêgo Bispo e suas cosmologias como influência, e representa uma forma de nós, que partimos de um lugar de conhecimento ocidental, reescrevermos a história, colocando no centro os verdadeiros produtores de saber: os povos originários, africanos e afro diaspóricos”. Pensando nas aproximações metodológicas com os coletivos negros “tradicionais” aparece como eixo central a preocupação de promover um letramento racial na população negra de Marília. Outra aproximação importante é que o coletivo afro confluência tem seus primeiros encontros na biblioteca municipal de Marília, mesmo sem um apoio institucional diretamente tem sua origem dentro de um espaço institucional. Porém, não se pode afirmar que este coletivo é institucionalizado. Seus encontros também acontecem na “afrocasa” residência das fundadoras do coletivo. Outro caso, é o Coletivo Negro “Noix por Noix” - Lélia Gonzalez que tem sua fundação em setembro de 2024 dentro da UNESP - Campus Marília. O nome do coletivo ja indica sua aproximação com as perspectivas do feminismo negro elaboradas por militantes do movimento negro unificado. Segundo os integrantes Júlio César e Vinícius Henrique o coletivo surge com a necessidade de pautar a questão racial no âmbito do movimento estudantil, que se mostrava atuantes nas pautas sobre permanência estudantil porém no tocante às relações raciais nada se falava. Á seguir segue uma fala do integrante que dialoga com a criação de espaços de pertencimento e sobre a motivação de entrar no coletivo: “Eu acho que foi o fato de querer encontrar um lugar, queria estar em um lugar onde pessoas parecidas comigo estivessem. Queria um espaço onde pudesse desabafar e ouvir dores parecidas com as minhas, acho que a organização parte mais daí do que querer me organizar politicamente, então, acho que é primeiro por querer encontrar um lugar onde eu me identificasse, depois por querer ouvir e ser ouvido, e por fim por querer organizar essas dores”. Outra necessidade enxergada pelos integrantes foi o aquilombamento dentro do mundo universitário, e entender o que esses estudantes negres estavam passando no contexto da UNESP - Campus Marília, para assim poder se organizar e criar uma agenda de ações que contemplasse essas demandas negras. A metodologia de atuação neste caso se aproxima aos coletivos fundados dentro de instituições de ensino superior que reivindicam suas questões relacionadas às demandas da institucionalidade. Uma aproximação evidente com os coletivos “tradicionais” é a preocupação no âmbito de formação intelectual de seus integrantes, com a realização de cursos, rodas de conversas e oficinas voltadas para formação acadêmica, mas também para as temáticas raciais. Em suma, analisando o histórico de constituição dos coletivos negros foi possível perceber a influência ancestral e atemporal dos primeiros coletivos negros “tradicionais” nos coletivos mais recentes, bem como nas suas taticas de luta e resistência. Nesse mesmo sentido, os processos de institucionalização e avanços nas pautas causaram alguns distanciamentos com a perspectiva tradicional, trazendo novas demandas para o centro do debate no interior dos coletivos. A forma de organização não hierárquica ganha destaque também. Por não se vincular a sindicatos ou partidos políticos, percebe-se que os coletivos buscam uma forma de organização horizontalizada enfatizando a necessidade de desvinculação com táticas que reproduzem um sistema simbólico de dominação. Para além disso, percebe-se a necessidade de continuar avançando nas reivindicações das pautas raciais tendo em vista o trabalho que já foi realizado e buscando perspectivas de futuro para população negra no Brasil.
6. Conclusões finais Em síntese, a análise do movimento estudantil no âmbito das políticas de moradia evidencia a centralidade que a permanência estudantil assume no processo de democratização do ensino superior. Ao problematizar as condições materiais que estruturam a vida universitária, o estudo demonstrou que a moradia não constitui apenas um recurso logístico, mas um elemento fundamental para a garantia do direito à educação. A insuficiência de políticas habitacionais destinadas ao corpo discente revela-se, portanto, como um fator de desigualdade que compromete o acesso, a continuidade e o êxito acadêmico, sobretudo entre estudantes oriundos de grupos historicamente marginalizados. Os dados e reflexões levantados permitem concluir que as reivindicações do movimento estudantil ultrapassam demandas imediatas e assumem papel estratégico na construção de uma agenda pública voltada à justiça social. Ao articular ações coletivas, denunciar assimetrias e propor alternativas, o movimento reafirma sua relevância enquanto ator político capaz de tensionar estruturas institucionais e promover transformações significativas. Nesse sentido, a luta pela moradia estudantil insere-se em um projeto mais amplo de defesa da educação pública, gratuita, inclusiva e socialmente referenciada. Diante disso, torna-se evidente que a efetivação do direito à moradia estudantil exige a atuação articulada do poder público, das instituições educacionais e da sociedade civil. Investir em políticas de permanência, em especial na ampliação e qualificação da moradia universitária, significa não apenas assegurar condições dignas de vida aos estudantes, mas também contribuir para a formação crítica, cidadã e comprometida com a transformação social. Assim, reafirma-se que a consolidação de uma educação verdadeiramente democrática depende, de forma indissociável, do reconhecimento da moradia como dimensão estruturante da experiência acadêmica.
7. Referências UNE - União Nacional dos Estudantes. Memória: História. Disponível em: [Acesse o site da UNE para detalhes históricos]. UBES - União Brasileira dos Estudantes Secundaristas. Memória: História da UBES. Disponível em: [Acesse o site da UBES para detalhes históricos]. FGV - Fundação Getúlio Vargas. Atlas Histórico do Brasil: União Nacional dos Estudantes (UNE). Disponível em: [Acesse o Atlas Histórico da FGV para detalhes sobre a UNE]. CEDIC-PUC-SP. Movimentos Estudantis. Disponível em: [Acesse o arquivo da PUC-SP para informações sobre a Casa dos Estudantes do Brasil]. RAMOS TORRES, Carla Michele. A União Nacional dos Estudantes: História, Educação e Política no Brasil na década de 1960. Anais do Congresso Nacional de Educação. Disponível em: [Acesse o texto para detalhes sobre a atuação da UNE em 1960].
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