Portinari, Candido

Cândido Portinari, amplamente reconhecido como o maior artista brasileiro é uma figura que surgiu na cena artística modernista ao regressar da Europa, onde esteve entre 1929 e 1930.
Sua obra, vasta e multifacetada, é uma convergência de múltiplas contradições e ambiguidades.
Para Portinari, o alvo de sua pintura era o sentimento, considerando a técnica apenas como um meio, embora indispensável. Vários fatores contribuíram para seu papel proeminente. Portinari soube criar um repertório imagético nacional, extraído de elementos reais e desprovido de exotismos. Ele desenvolveu uma estética brasileira capaz de fazer coexistir a poesia e a contundência da denúncia social. Sua temática era aliada a uma notável habilidade como exímio artífice, resultando em soluções técnicas sofisticadas e pessoais.
O artista também se beneficiou de sua associação com arquitetos modernistas como Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, e do deslocamento do eixo cultural internacional de Paris para Nova York. Essa conjunção de fatores fez de Portinari o grande protagonista da expansão do Modernismo no Brasil, culminando na fundação dos museus de arte moderna em São Paulo (MASP, 1947) e no Rio de Janeiro (MAM-RJ, 1948; MAM-SP, 1948). O período compreendido entre 1931 e 1944 é considerado decisivo em seu processo criativo e na consolidação de sua "Poética da Modernidade".
Biografia
[editar | editar código]Candido Torquato Portinari nasceu em 29 de dezembro (registrado em 30 de dezembro) de 1903, na fazenda de café “Santa Rosa”, localizada na zona rural da pequena cidade de Brodowski (hoje Brodósqui), no interior de São Paulo. Ele era o segundo dos doze filhos de imigrantes italianos. Seu pai, Giovan Battista Portinari, era de Chiampo, e sua mãe, Domenica Torquato, era de Bassano, ambas localidades na região do Vêneto. Portinari teve uma infância simples, da qual se lembrava com carinho. Ele frequentou a escola até o terceiro ano do curso primário. Manifestou seu talento para as artes desde cedo. Aos dez anos, já fazia o Retrato de Carlos Gomes. Ele nunca conseguiu se afastar completamente de suas origens, e as memórias de Brodowski permeavam sua arte, transformando-se em cores, formas e luminosidades novas. A região de Brodowski era um ponto de passagem de retirantes e trabalhadores temporários, o que expôs o jovem Portinari a famílias em grande pobreza, que o marcaram de maneira indelével.

A matriz cultural italiana fundiu-se com a raiz brasileira em sua identidade, o que pode ser observado em sua arte religiosa, que estabelece um diálogo com os mestres da Renascença. Em 1912, com cerca de nove anos, ele foi coroinha da Igreja de Santo Antônio e conseguiu ser ajudante de um grupo itinerante de pintores e escultores italianos (spolveri e frentistas) que decoravam igrejas. Ele pintou estrelinhas no teto e colaborou na decoração do altar-mor, sendo essa sua primeira experiência com arte religiosa. Apesar de ter sangue de gente de Florença, Portinari sentia-se um caipira.
Com o apoio familiar, Portinari foi para o Rio de Janeiro com o objetivo de frequentar a Escola Nacional de Belas Artes (ENBA). Em 1918, ele partiu para a Capital Federal, e após dificuldades financeiras iniciais, ingressou no Liceu de Artes e Ofícios. Em 1921, foi aprovado para a classe de pintura da ENBA.
A ENBA, fundada no século XIX, seguia modelos neoclássicos ou acadêmicos e era um ambiente bastante conservador. Ele logo sentiu na pele o conservadorismo da escola em 1924, quando sua obra Baile na Roça – que retrata lembranças de Brodowski e era de temática genuinamente brasileira – foi recusada pelo júri do Salão. Conscientemente, ele sentia que deveria pintar "sua gente", mas o sistema acadêmico o desviou, levando-o a "tatear e a pintar tudo 'de cor'".
No entanto, sua ascensão na escola foi rápida. Recebeu menção honrosa (1922) e teve obras selecionadas para os salões. Em 1925, ganhou a Pequena Medalha de Prata. Em 1928, recebeu o Prêmio de Viagem ao Exterior pelo retrato do poeta Olegário Mariano. Antes de partir, realizou sua primeira exposição individual no Palace Hotel, no Rio, em maio de 1929. O prêmio de viagem o levou à Europa entre 1929 e 1930. Durante esse período, ele visitou França, Itália, Inglaterra e Espanha. Em Paris, conheceu Maria Victoria Martinelli, uma jovem uruguaia que se tornou sua companheira para toda a vida.
Consciente do engessamento do sistema acadêmico, Portinari decidiu não frequentar a Academia Julian, como era costume entre os bolsistas. Em vez disso, pintou muito pouco, preferindo observar e aprender. Essa atitude causou preocupação entre seus amigos, mas revelou-se uma ótima estratégia. Ver pessoalmente as obras dos grandes mestres (como Ticiano e Rafael) e encontrar a vibrante vanguarda europeia foi uma descoberta para ele. Apesar do entusiasmo, ele se sentia deslocado. A exemplo de outros artistas (como Di Cavalcanti e Tarsila), foi no exterior que Portinari descobriu o Brasil. Em carta, expressou saudades de suas raízes e a conscientização de que gostaria de pintar sua terra e seu povo, tipificados na figura do pobre Palaninho: "Daqui fiquei vendo melhor a minha terra – fiquei vendo Brodósqui como ela é. Aqui não tenho vontade de fazer nada. Vou pintar o Palaninho, vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor".
Ele voltou sem uma coleção volumosa de novas telas, mas com uma "bagagem enorme de novas ideias". Em Paris, foi profundamente impressionado pelas resoluções expressionistas, pela visão cubista e picassiana da forma, e pela concepção muralista mexicana.
O Salão Revolucionário de 1931
[editar | editar código]Portinari regressou ao Brasil em janeiro de 1931, acompanhado de Maria. Embora sua reinserção não tenha sido fácil, o ambiente artístico no Rio de Janeiro já não apresentava agressividade contra a arte moderna de anos anteriores. Em junho de 1931, ele realizou uma exposição no Palace Hotel. Em seguida, Lúcio Costa, o novo diretor da ENBA, convidou-o a integrar a Comissão Organizadora do XXXVIII Salão Nacional de Belas Artes, juntamente com Manuel Bandeira, Anita Malfatti e Celso Antônio. A comissão optou por abolir a seleção e os prêmios, resultando no evento conhecido como Salão Revolucionário. Portinari expôs 17 trabalhos, em sua maioria retratos. Mário de Andrade, que veio de São Paulo para visitar o Salão, teve sua atenção despertada pelo trabalho do jovem artista, considerando Portinari uma das "revelações do Salão". A obra que mais impressionou Mário foi O Violinista.
Retratos de 1931-1934
[editar | editar código]O Violinista (1931): Retrato de Oscar Borgerth, que Portinari conheceu em Paris. Mário de Andrade descreveu-a como "a melhor obra do Salão... Obra notável, de um encanto impregnante". O retrato registra o artista entregue à música, concentrado, com um colorido sutil construído em meios-tons e harmonias cromáticas.
Retrato de Ismael Nery (1932): Apresenta uma mudança estilística, incorporando plenamente lições do cubismo, por influência do pintor japonês Foujita, que se hospedou em seu ateliê. A obra é notável pela tinta mais espessa (matérica). O rosto anguloso e os olhos sem íris remetem ao mistério de Nery.
Retrato de Maria (1934): Possui toques impressionistas. A modelo tricota com lã vermelha sobre um fundo verde e cinza. Os traços são esboçados, e o corpo é definido por pinceladas rápidas e marcadas, também em vermelho, resultando em um instantâneo de intimidade e carinho.
A Busca por uma Estética Nacional e Temas Sociais
[editar | editar código]Embora Portinari continuasse a pintar intensamente, inicialmente ele se manteve nos temas aprendidos na ENBA (paisagens, naturezas-mortas e retratos). Contudo, a partir de 1932, com a nova exposição no Palace Hotel, ele começou a apresentar obras com temas brasileiros, como circos e carnavais, embora ainda como memórias distantes. Entre 1932 e 1936, livre das fórmulas acadêmicas, Portinari alcançou um novo patamar em direção a uma estética pessoal e a uma imagética nacional. O ponto de inflexão foi atingido quando ele trouxe o homem do povo para o centro de sua pesquisa. Sem recorrer ao realismo estrito, ele utilizou deformações expressionistas para capturar expressões, gestos e posturas tipicamente brasileiras.
Obras sobre o Cotidiano e o Trabalho
[editar | editar código]Flautista (1934): Retrata um homem negro tocando flauta, sentado de forma displicente à porta de um barraco. A obra é marcada por cores quentes e luminosas, com forte influência de Di Cavalcanti. A densa terra vermelha, que preenche a tela, contrasta com uma flor baldia solitária.

Domingo no Morro (1935): Retrata a realidade das favelas cariocas. O marrom avermelhado da terra cobre inteiramente a obra. O artista desenha cercas, animais e as "Marias com suas latas d’água na cabeça" quase exclusivamente em branco, criando uma dinâmica festiva na disposição das figuras.
Mulher e Criança (1936): Dominada pelos personagens gigantescos que parecem transbordar da tela, com pés e mãos desproporcionais. A mulher, com um corpo roliço e quase escultural, passa um lenço na testa em gesto de desalento, insinuando uma nova gravidez.
Mestiço (1934) e Lavrador de Café (1934): Evidenciam a série de trabalhos representando trabalhadores rurais, tema que se tornaria sua marca, baseado nas lembranças de sua infância no cafezal. Em 1935, a obra Café (referente a Lavrador de Café) recebeu a Segunda Menção Honrosa no Instituto Carnegie, em Pittsburgh, um prêmio com grande repercussão.
Os Afrescos do Ministério da Educação e Saúde (MES)
[editar | editar código]O convite para a execução dos afrescos do futuro prédio do Ministério da Educação e Saúde (hoje Palácio Capanema) veio do ministro Gustavo Capanema, impulsionado pelo prêmio Carnegie e pelo excelente trabalho de Portinari como professor de pintura (cavalete e mural) na Universidade do Distrito Federal (UDF). Portinari foi incumbido de realizar 12 afrescos retratando os Ciclos Econômicos do Brasil. Ele optou por descartar a visão historicista do ministro, privilegiando a mão de obra e os trabalhadores, enfatizando que por trás da riqueza econômica está o Homem, quase sempre submetido a duras condições de trabalho. O projeto arquitetônico, coordenado por Lúcio Costa com a participação de Oscar Niemeyer e Carlos Leão, tornou-se um marco da arquitetura modernista brasileira. Portinari trabalhou por quase três anos, realizando centenas de estudos para os afrescos, cuja execução se iniciou em 1938. Este trabalho revelou Portinari como muralista e como intérprete da identidade nacional, selando sua parceria com a arquitetura moderna que buscava retratar o "país do futuro".
Estudos para Afrescos do MES
[editar | editar código]A exposição Portinari e a Poética da Modernidade reuniu estudos importantes, como Pé (detalhe de Cana), Figura de Homem para Erva-Mate, e Colona Sentada (para Fumo). Portinari descrevia os pés dos trabalhadores das fazendas de café como "disformes", semelhantes a mapas com montes e vales, inspirando piedade e respeito.
A Feira Mundial de Nova York e a Exposição no MoMA
[editar | editar código]Os afrescos do MES abriram caminho para que Portinari fosse convidado a participar da Feira Mundial de Nova York em 1939, no Pavilhão do Brasil, projetado por Lucio Costa e Oscar Niemeyer. Para o evento, ele executou três painéis em têmpera sobre tela, cada um medindo 310 x 347 cm: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. A obra Jangadas (1939), um estudo para o painel final, integrava a exposição e estava muito próxima do resultado definitivo. O tema da Feira era "Construindo o Mundo de Amanhã", refletindo o desejo americano de superar a Grande Depressão. Devido à política de boa vizinhança e às preocupações com a iminente Segunda Guerra Mundial, o interesse americano no Brasil era considerável. Portinari, com sua técnica impecável e seu caráter genuinamente brasileiro, foi rapidamente adotado por críticos e colecionadores americanos. Alfred Barr, diretor do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), encantou-se com a tela Morro (Hillside), que viu por acaso em abril de 1939, e quis adquiri-la. Barr apresentou Morro na exposição inaugural do novo prédio do MoMA, Art in our time, na qual Portinari foi o único artista latino-americano a participar. Posteriormente, Barr o convidou para uma mostra individual.
A exposição Portinari of Brazil foi inaugurada no MoMA em 8 de outubro de 1940, apresentando 186 obras. O crítico Edward Allen Jewell o considerou "um pintor perfeito, muitas vezes brilhante, muitas vezes impressionantemente poderoso". Portinari foi o segundo artista estrangeiro a expor individualmente na instituição, após Picasso. A mostra foi itinerante e percorreu várias cidades americanas até 1942. Em 1941, o reconhecimento muralista de Portinari resultou na encomenda de dois murais para a Fundação Hispânica, da Biblioteca do Congresso, em Washington. Nesses murais, Portinari se preocupou mais com a dimensão humana do que com os acontecimentos históricos.
Obras sobre temas sociais e líricos do período MoMA
[editar | editar código]Enterro (1940): Possui ritmo e contundência. Quatro homens negros, vestidos com roupas claras rústicas, conduzem um caixão azul sob um céu dramático, unidos em uma composição densa.
As Moças de Arcozelo (1940): Escolhida por Alfred Barr para ser a obra de abertura da mostra do MoMA. Cria uma imagem lírica de garotas (muito negras) indo para uma festa no campo. Os vestidos receberam tratamento especial, pintados em rosa, azul e amarelo, vaporosos e salpicados de bolinhas, com rendas e laços em relevo.
Floresta (Coelhinho) (1942): Portinari demonstra sua maestria técnica em paisagens. Inspirada na Floresta da Tijuca, a obra é povoada por flores, pássaros e borboletas. O coelhinho é pintado usando a técnica do scratching (ou sgraffito), onde o artista desenha na pintura ainda molhada, removendo a tinta para revelar o fundo branco da tela, uma técnica implacável que não admite hesitações.
A Parceria com a Arquitetura Moderna
[editar | editar código]Em 1942, Portinari retornou ao Brasil como o artista mais importante do país e começou imediatamente a trabalhar no complexo arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte. O projeto, idealizado pelo então prefeito Juscelino Kubitscheck e projetado por Oscar Niemeyer, incluía o Iate Clube, Cassino, Casa do Baile e a Capela de São Francisco de Assis. A capela foi a primeira igreja moderna do Brasil. Portinari realizou os quadros da Via Sacra, desenhou os azulejos externos e pintou o mural do altar. A ousadia do arquiteto e do pintor foi mal recebida pela Igreja Católica, que se recusou a consagrar a igreja por 17 anos. As autoridades eclesiásticas ficaram escandalizadas principalmente pelas pinturas de Portinari. Em 1944, Portinari foi a estrela da última grande exposição do Modernismo, a Semaninha (22 anos depois de 22). Ele apresentou Cabeça de Negro e O Olho (O Galo). O Galo causou grande polêmica, sendo uma composição estilizada, cuja força residia no uso do vermelho intenso e no estranho, mas comum, movimento da cabeça do galo. O debate gerou mais de 140 artigos, embora a obra em si não tenha sido danificada quando oito trabalhos foram cortados a gilete antes do encerramento da mostra.
Engajamento Político e a Série Retirantes
[editar | editar código]Ainda em 1944, Portinari iniciou a famosa série Retirantes, que marcou o começo de um trabalho mais político. Nela, a denúncia das condições miseráveis do povo brasileiro se tornaria o cerne de sua obra.

Série Retirantes
[editar | editar código]A crítica Annateresa Fabris descreve os personagens como "esqueléticos, de rostos esquálidos, secos, como a paisagem árida em que nasceram". O trabalhador vigoroso foi transformado em uma figura alquebrada, acossada pela miséria, resignada e impotente em sua dor. A obra Menina ajoelhada (1945) representa essa série. A tela Criança Morta (parte da série) utiliza uma pincelada densa que aproxima a textura da escultura, onde a figura central, ao segurar a criança, evoca a dor de Maria diante de Cristo, transmitindo a dor universal da humanidade.
Adesão ao PCB
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Com o final da Segunda Guerra, Portinari filiou-se ao Partido Comunista do Brasil (PCB). Ele via o PCB como a única opção humanista para a grande massa de trabalhadores. Sua dedicação era mais prática e humanista do que teórica, pois ele não era um grande leitor dos clássicos comunistas.
Ele tentou entrar para a política, candidatando-se a deputado federal e, posteriormente, ao Senado, mas não foi eleito. Sua postura política era clara; quando os EUA negaram-lhe o visto para inaugurar Guerra e Paz na ONU, ele recusou veementemente a proposta de negar sua condição de comunista em troca do visto.
Devido à perseguição aos comunistas (Governo Dutra), Portinari fez um auto exílio voluntário no Uruguai e na Argentina (1947). Lá, ele pintou o painel Primeira Missa no Brasil (1948) e realizou a Conferência "O Sentido Social da Arte".
Fim da vida
[editar | editar código]Portinari alcançou o ápice da monumentalidade em seus murais, que superaram o modelo mexicano, adotando um tom de denúncia e angústia comparável à obra Guernica de Picasso. Em 1949, ele pintou o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, o que lhe rendeu a Medalha de Ouro da Paz em Varsóvia em 1950. O projeto mais grandioso de sua fase final foi a execução dos painéis Guerra e Paz (1955-1956), presente do governo brasileiro para a sede da ONU em Nova York. As obras foram apresentadas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro antes de serem enviadas aos EUA.
A partir de 1953, Portinari começou a sofrer com os sintomas da intoxicação pelas tintas, sendo proibido de pintar por um tempo em 1954. Em seus últimos anos, ele se dedicou à poesia, publicando o livro Poemas (1958). Um de seus versos lamentava: "Não sei porque estou isolado e só". Ele frequentemente voltava à memória de Brodowski em seus poemas, como em "Num pé de café nasci". Em 1960, ele se separou de Maria, mas encontrou consolo no nascimento de sua neta, Denise, para quem dedicou o poema Ensaio de oração.
Portinari faleceu no Rio de Janeiro em 6 de fevereiro de 1962, aos 58 anos, intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas.
Até sua morte, ele foi considerado o maior pintor do Brasil.
Bibliografia
[editar | editar código]BOVO, Thaís Thomaz. Vida e Arte de Candido Portinari. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento, [S.l.], ano 3, ed. 5, v. 2, p. 83-110, maio 2018. ISSN: 2448-0959. Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/arte/candido-portinari. Acesso em: Novembro de 2025.
MATTAR, Denise (Curadoria e Texto). Portinari - A poética da modernidade: 1931-1944. São Paulo: Galeria de Arte Almeida e Dale, 2015.
MOTTA, Flávio. Trabalho de um Pintor — Portinari. Revista de História, São Paulo, n. 88, dez. 1970. Separata.