Tecnopolíticas: ciência, tecnologia e sociedade/2026
sobre
[editar | editar código]Disciplina eletiva do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo
Professor Responsável: Prof. Dr. Henrique Z.M. Parra
contato: henrique.parra [arrob@] unifesp.br
Local: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Bairro dos Pimentas, Estrada do Caminho Velho, Guarulhos.
Quando: 1° semestre de 2026 às quintas-feiras.
Turma vespertino: 14:00 - 17:40hs: Sala 114
Turma noturno: 19:00 - 22:30hs: Sala 114
Carga horária total: 60 horas
Ementa
[editar | editar código]O curso promove um diálogo entre os estudos sociais da ciência e da tecnologia (ESCT) e a sociologia política, a partir da análise tecnopolítica das transformações culturais, econômicas, psicossociais, nas formas de produção de conhecimentos e de exercício do poder, promovidas pela crescente mediação tecnológica (especialmente as tecnologias digitais). As composições entre tecnologia e política (tecnopolíticas) são aqui compreendidas sob uma dupla articulação: tecnologias como o resultado das dinâmicas sociopolíticas, mas também como portadoras de formas específicas de vida e configurações de mundo. Nesse percurso iremos explorar abordagens sociológicas e antropológicas que contribuem para uma compreensão ampliada das relações de interdependência entre as dinâmicas humanas, tecnocientíficas e ambientais.
Objetivos
[editar | editar código]- Apresentar diferentes abordagens sociológicas e antropológicas relativas ao desenvolvimento tecnológico;
- Conhecer abordagens que contribuem para uma compreensão dos modos de ação e associação entre humanos e tecnologias;
- Problematizar aspectos tecnopolíticos que participam das configurações culturais, sociopolíticas e psicossociais da vida social mediada pelas tecnologias digitais;
- Compreender conflitualidades emergentes face às mutações na relação saber-poder no contexto de lutas tecnocientíficas e socioambientais.
Conteúdo Programático e Temas
[editar | editar código]- Construção social da tecnologia e sociologia da tecnologia;
- Antropologia e sociologia da relações sociais tecnicamente mediadas;
- Tecnologias da informação e comunicação digital (TICs) e Hegemonia Cibernética;
- Tecnopolíticas e tecnossensibilidades;
- Tecnoceno e Antropoceno.
Metodologia de Ensino
[editar | editar código]Combinação de procedimentos expositivos e dialógicos. Os conteúdos teóricos e empíricos selecionados pela disciplina serão problematizados em sala de aula, por meio de atividades individuais e coletivas visando a coprodução de conhecimentos.
Os estudantes deverão escolher um seminário temático para a preparação de perguntas disparadoras do debate.
Serão formados grupos de trabalho para discussão em sala e para a realização de um trabalho final (descrito abaixo).
Avaliação
[editar | editar código]Avaliação será composta por 2 itens: frequencia (mínimo 75%); participação nas atividades propostas (preparação e promoção do debate nos seminários); trabalho coletivo ao final da disciplina.
- Trabalho coletivo a partir de tema/problema construído durante o percurso da disciplina. Cada grupo (máximo 3 estudantes) deverá escolher um tema que relacione o uso/aplicação de tecnologias digitais a algum problemática social ou lutas por justiça social. Temas relacionados às tecnologias e educação; transformação no mundo do trabalho; novas sociabilidades; tecnologias e racismo; tecnologia e gênero; questões socioambientais; práticas políticas e tecnologias; discriminação algoritmica; militarização e tecnologias de controle; governo algoritmico, etc. O corpo do texto deverá ter entre 7.000 a 12.000 caracteres (incluindo espaço) e deverá ser apresentado e entregue na última aula do curso.
- Formato: a formatação dos trabalhos pode seguirá um template que será enviado aos estudantes. O arquivo digital deve ser enviado nos seguintes formatos: DOCX ou ODT.
- Entrega do Trabalho final por email: 3 de dezembro de 2026.
Programa e Cronograma
[editar | editar código]Aula 1 - 06/08: Congresso Acadêmico Unifesp
[editar | editar código]- Participação das atividades do Congresso (não haverá aula nesse dia).
Sugestões de mesas que serão transmitidas
- Palestra de Abertura - A Universidade Pública e a Inteligência Artificial: ética, inovação e transformação social
segunda-feira, 10 de agosto; 10:30 - 12:30; Virtual.
- IA, memória e Justiça social: tensões éticas, políticas e sociais; segunda-feira, 10 de agosto; 16h30 - 18h00 • Virtual.
- Educação Pública, formação docente e IA: desafios contemporâneos; terça-feira, 11 de agosto; 09:00 - 10:30; Virtual.
- Inteligência Artificial, Danos Naturais: um painel sobre os impactos dos datacenters de suporte à sua expansão; terça-feira, 11 de agosto; 14:00 - 15:30; Virtual.
- Colonialismo digital: extrativismo de dados e vies racial algorítmico; terça-feira, 11 de agosto; 19:30 - 21:00, Anfiteatro da Reitoria - com transmissão.
Aula 2 - 13/08- Técnica e Poder
[editar | editar código]Leitura Principal
WINNER, Langdon. Artefatos têm Política? (tradução Fernando Manso). “Do artifacts have politics?” In. The Whale and the Reactor: a search for limits in an Age of High Technology. Chicago: The University of Chicago Press, p.19-39. https://revistas.ufrj.br/index.php/analytica/article/view/22470/12527
COMITE INVISIVEL. Cap.IV O poder é logístico, Bloqueemos tudo! In. Aos Amigos. Ed. N-1. 2016. Versão lusitana disponivel em: https://we.riseup.net/assets/401437/COMITE+INVISIVEL+Aos+Nossos+Amigos%2C+Crise+e+Insurrei%C3%A7%C3%A3o+%282014%29.pdf
Complementar
FERNÁNDEZ-SAVATER, Amador. A revolução como problema técnico. De Curzio Malaparte ao Comité Invisível. 2016. http://www.revistapunkto.com/2016/02/a-revolucao-como-problema-tecnico.html
BENAKOUCHE, Tamara . Tecnologia é Sociedade. Contra a noção de impacto tecnológico. Cadernos de Pesquisa, nº 17, setembro de 1999. https://pimentalab.milharal.org/files/2013/11/Tamara_Benakouche_Tecnologia_eh_Sociedade.pdf
ENGELS, Friedrich. Sobre a Autoridade. https://www.marxists.org/portugues/marx/1873/03/autoridade-pt.htm
20/08 - Sem Aula - Simpósio LAVITS
[editar | editar código]- Programação: https://simposio2026.lavits.org
Aula 2 - 27/08 - Internet e Cibernética: convergência tecnopolítica
[editar | editar código]CASTELLS, Manuel. Cap.1 Lições da história da Internet. In. A Galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro, J. Zahar Editor, 2003. Disponível em: https://we.riseup.net/tecnopoliticas_2024/manuel-castells-a-galaxia-da-internet%2B839354
BUSH, Vannevar. Como podemos pensar: https://doi.org/10.1590/S1415-47142011000100002
Complementar
WIENER, N. Cap.1 A cibernética na história. In. Cibernética e sociedade: o uso humano de seres humanos. São Paulo: Cultrix, 1970. Disponivel em: https://we.riseup.net/tecnopoliticas_2024/norbert-wiener-cibern%C3%A9tica-e-sociedade-o%2B839449
Marcelo Buzato. A concepção de linguagem em Cibernética e Sociedade: o uso humano dos seres humanos, de Norbert Wiener – PARTE 1/3 https://www2.iel.unicamp.br/litpos/2020/02/26/a-concepcao-de-linguagem-em-cibernetica-e-sociedade-o-uso-humano-dos-seres-humanos-de-norbert-wiener-parte-1-3/
Memex: https://en.wikipedia.org/wiki/Memex
Video - Turing Machine em funcionamento:
Aula 3 - 03/09 - Sociedade da Informação e Virada Cibernética
[editar | editar código]MATTELARD, Armand. Sociedade do Conhecimento e Controle da Informação e da Comunicação. Conferência proferida na sessão de aberta do V Encontro Latino de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura, realizado em Salvador, Bahia, Brasil, de 9 a 11 de novembro de 2005. Disponivel em: https://egov.ufsc.br/portal/en/conteudo/sociedade-do-conhecimento-e-controle-da-informa%C3%A7%C3%A3o-e-da-comunica%C3%A7%C3%A3o
SANTOS, Laymert Garcia. A Informação após a Virada Cibernética. IN. Revolução Tecnológica, Internet e Socialismo. São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, 2003. Disponível em: https://bibliotecadigital.fpabramo.org.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/286/revolucao_tecnologica_internet_e_socialismo.pdf
Complementar
LASH, Scott. Crítica da Informação. Revista Brasileira de Ciencias Sociais, nº54, junho 1999.
MARTINS, Herminio & GARCIA, J.L. A Hegemonia cibertecnológica em curso: uma perspectiva crítica. IN. MARTINHO, Teresa.D & GARCIA, J.L. (orgs) Cultura e Digital em Portugal. Lisboa: Ed. Afrontamento, 2013. (disponivel no drive virtual).
Aula 4 - 10/09 – Utopias e Ideologias da Rede
[editar | editar código]BARBROOK. Richard; CAMERON, Andy. A Ideologia Californiana, 1998. Disponível em: http://cibercultura.fortunecity.ws/vol2/idcal.html
BRETON, Phillipe. Norbert Wiener e a emergência de uma nova utopia. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/breton.html
Complementar
BARLOW. John Perry. Declaração de Independência do Ciberespaço. 1996. https://www.nic.br/publicacao/uma-declaracao-de-independencia-do-ciberespaco/
PFOHL. Stephen. O delírio cibernético de Norbert Wiener. Revista FAMECOS. Porto Alegre. no 15. Agosto 2001. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/bpfohl.html
Aula 5 - 17/09 – Entre aberturas, capturas e armadilhas: um breve balanço da política na/da internet
[editar | editar código]LOVINK, Geert. A extinção da Internet. São Paulo. Ed. Funilaria, 2023.
WARK, Makenzie. Manifesto Hacker (+30anos). São Paulo. Ed. Funilaria, 2023. Ler a introdução
ASSANGE, Julian. Cypherpunks. São Paulo: Boitempo, 2013
Aula 6 - 24/09 - Educação e Tecnologias Digitais
[editar | editar código]Educação em um cenário de plataformização e de economia de dados. Rafael Evangelista (org.). Comitê Gestor da Internet no Brasil. São Paulo. 2024. Ler Introdução e Parte 1 (pp.13-47): https://www.cgi.br/media/docs/publicacoes/14/20240626100013/educacao_cenario_plataformiza%C3%A7ao_economia_dados.pdf
PARRA, H.Z.M.; CRUZ,L.; AMIEL, T.; MACHADO,J. Infraestruturas, Economia e Política Informacional: o Caso do Google Suite For Education. MEDIAÇÕES, Londrina, v. 23 n. 1, p. 63-99, Jan./un. 2018. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/32320
Aula 7 - 01/10 - Aula + ANPOCS
[editar | editar código]Sessão 02 - Inteligência Artificial, Algoritmos e Infraestruturas Digitais - 01/10/2026 das 14:00 às 17:00 Coordenador/a: Daniela Alves de Alves (UFV) Debatedor/a: Pedro P. Ferreira (Unicamp)
- Darci de Borba Santos Júnior (IPEA): Digital Sovereignty and AI Governance: A Comparative Analysis of the Brazilian AI Plan and the American AI Action Plan.
- Alana Maria Passos Barreto (UFS): Biopoder Digital: a simbiose entre extrema-direita parlamentar e Big Techs na esfera pública brasileira.
- Thaís Garcez Capovilla (UNICAMP): A Convergência Algorítmica como Arranjo Sociotécnico: política ontológica e hierarquias epistêmicas na pesquisa em IA para saúde e bem-estar.
- Renan Gonçalves Leonel da Silva (USP): Algoritmos para quê? Percepções dos cientistas em relação à automação de práticas experimentais na pesquisa em engenharia de nanomateriais funcionais bioarquitetados
- Rafael Gonçalves (Unicamp): Tradução automática, computação digital e memória: uma investigação em diálogo com Gilbert Simondon
Aula 8 - 08/10 - Semiocapitalismo, Aceleração e Subjetividade com Fernando Quiroga
[editar | editar código]- Participação especial: prof. Dr. Fernando Quiroga (UFG)
Aula 9 - 15/10 - Experiências de Pesquisa em Tecnopolíticas
[editar | editar código]Aula 10 - 22/10 - Tecnologias do Eu e Modos de Subjetivação
[editar | editar código]BRUNO, Fernanda. Máquina de ver, modos de ser. Porto Alegre: Ed.Sulina, 2013. (cap.2 pp. 53-86).
SIBILIA, Paula. O homem pós-orgânico. Rio de Janeiro. Contraponto, 2015
HARAWAY, Donna. Manifesto Ciborgue: ciência, tecnologia e feminismo-socialista no final do século XX. In. Antropologia do ciborgue : as vertigens do pós-humano / organização e tradução Tomaz Tadeu – 2. ed. – Belo Horizonte : Autêntica Editora, 2009.
Documentário
Dilema das Redes (disponível no Netflix)
Aula 11 - 29/10 - Tecnossensibilidade e Políticas do Sensível
[editar | editar código]BERARDI, Franco (Bifo). "Voltar a nos entediar é a última aventura possível”. Entrevista com Franco Berardi (Bifo)" https://www.ihu.unisinos.br/categorias/584201-voltar-a-nos-entediar-e-a-ultima-aventura-possivel-entrevista-com-franco-berardi-bifo
CRARY, Jonathan. 24/7 Capitalismo tardio e os fins do sono. São Paulo, CosacNaify, 2014 (veja capitulo 2).
BIFO, Franco Berardi. Depois do Futuro. São Paulo: UBU, 2020.
PARRA, Henrique Z.M. Conhecimento e Tecnologias Visuais: Dimensão Sócio-Técnica, Linguagem e Limites do Humano. Intexto, Porto Alegre, UFRGS, n.26, p. 64-80, jul. 2012. http://www.seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/download/20511/18919
Aula 12 - 05/11 – Trabalho: entre a cooperação e a servidão maquínica
[editar | editar código]GORZ, Andre. O imaterial: conhecimento, valor e capital (cap.1 - pp.9-28). São Paulo: Annablume, 2005.
ABILIO, L. C. Uberização: do empreendedorismo para o autogerenciamento subordinado. Psicoperspectivas, v. 18, n. 3, p. 41–51, nov. 2019. Disponível em: <https://www.psicoperspectivas.cl/index.php/psicoperspectivas/article/viewFile/1674/1079>. Acessado em: 01/05/2021.
VAN DIJCK, J. NIEBORG, D. POELL, T. Plataformização. Revista Fronteiras – estudos midiáticos, v. 22, n. 1, 2020. https://revistas.unisinos.br/index.php/fronteiras/article/view/fem.2020.221.01
GROHMANN, R. Plataformização do trabalho: entre a dataficação, a financeirização e a racionalidade neoliberal. Revista Eptic. Aracaju, Sergipe: UFS, 2020. https://seer.ufs.br/index.php/eptic/article/view/12188
WARK, Makenzie. O Capital está Morto. São Paulo. Ed. Funilaria, 2023.
ABILIO, L. (2017) Uberização do trabalho: A subsunção real da viração, Site Passapalavra/ Blog da Boitempo. Disponível em: https://blogdaboitempo.com.br/2017/02/22/uberizacao-do-trabalho-subsuncao-real-da-viracao/
Aula 13 - 12/11 - Digitalização, Dataficação e Regimes de Verdade
[editar | editar código]DIJCK, J. van. (2017). Confiamos nos dados? As implicações da datificação para o monitoramento social. MATRIZes, 11(1), 39-59. https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/131620 ou https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v11i1p39-59
LEMOS, A. (2021). Dataficação da vida. Civitas: Revista De Ciências Sociais, 21(2), 193–202. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2021.2.39638
CESARINO, Letícia. Pós-Verdade e a Crise do Sistema de Peritos: uma explicação cibernética. Ilha – Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 23, n.1, p. 73-96, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/75630
Matteo Pasquinelli e Vladan Joler. Manifesto Nooscopio – Inteligência Artifical e Extrativismo do Conhecimento: http://lavits.org/o-manifesto-nooscopio-inteligencia-artificial-como-instrumento-de-extrativismo-do-conhecimento/?lang=pt
Kate Crawford e Vladan Joler: Anatomia de um sistema de inteligência artificial: o Amazon Eco como mapa anatômico de trabalho humano, dados e recursos planetários: https://www.comciencia.br/anatomia-de-um-sistema-de-inteligencia-artificial
Indicação audiovisual
Documentário Netflix: A Era dos Dados, 2020. Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=xORKcDHOqZg
Anime Neon Genesis Evangelion, 1995. Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=zEnsYn43TpA
Entrevista com Simon Lindgren pela DigiLabour. https://digilabour.com.br/pt/hackeando-ciencias-sociais-em-contexto-de-dataficacao-entrevista-com-simon-lindgren/
Aula 14 - 19/11 - Técnicas de governo e sociedade de controle
[editar | editar código]DELEUZE, Gilles. Post-Scriptum sobre Sociedade do Controle In: Conversações. São Paulo: Ed. 34, 2007. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7008726/mod_resource/content/2/TEXTO%20-%20Deleuze-Post-scriptum-sobre-sociedades-de-controle.pdf
HAN, Byung-Chul. Psicopolítica - o neoliberalismo e as novas técnicas de poder. Belo Horizonte: Editora Ayine, 2018.
ZUBOFF, S. Big Other: capitalismo de vigilância e perspectivas para uma civilização de informação. In: BRUNO, F. et al (org.). Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem. São Paulo: Boitempo, 2018. https://lavits.org/wp-content/uploads/2020/09/Tecnopoliticas-da-vigilancia_miolo_download.pdf
Documentários: Vigilância em Cena (4 curta metragens da SSN legendados): https://www.screeningsurveillance.com/
Psycho-Pass: Psycho-Pass é um anime de temática cyberpunk que se passa em um Japão futurista, onde o estado mental dos cidadãos é constantemente monitorado por uma rede de computadores biomecânicos. A rede de computadores, chamada Sibyl System, realiza uma "varredura cimática" na biometria dos cérebros e mentalidades dos cidadãos, gerando um índice numérico chamado Psycho-Pass. O Psycho-Pass inclui um índice de Crime Coefficient, que revela o potencial de criminalidade do cidadão, e um Hue codificado por cores, que alerta os policiais sobre outros dados. O anime aborda questões como o homem como produtor de técnicas ao se tornar um ciborgue, e personagens que são máquinas que conseguiram transplantar a consciência humana para além do corpo.
Aula 15 - 26/11 - Apresentação e Entrega dos trabalhos finais
[editar | editar código]- Data entrega: 26/11 de 2026.
- Envio eletrônico para o email: henrique.parra [arroba] unifesp.br
- Nome do arquivo: NOME-ESTUDANTE_TURNO-MATRICULADO.ODT (ou .DOC).
- Tamanho: o corpo de texto deve ter entre 7.000 e 12.000 caracteres incluindo espaço, seguido das referências ao final.
- Formato: utilize o template que está anexado.
- Conteúdo: o trabalho final é uma dissertação/ensaio argumentativo que deverá problematizar e relacionar temas/problemas do campo da educação com textos da bibligrafia do curso de livre escolha das/dos autores. Você poderá selecionar 2-3 textos ou mais da bibliografia do curso e abordar diversos temas que foram tratados na disciplina.
Prazos Finais
[editar | editar código]- Entrega do Trabalho final por email e apresentação em sala: 26 de novembro
- Inserção das notas na pasta verde:
Exames 2º semestre: 30/11 a 04/12