Utilizadora:MCeci/Aprendizagem colaborativa, TICs e organização de projeto transversal no ensino médio

Fonte: Wikiversidade
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa


Apresentação[editar | editar código-fonte]

Esse Projeto caracteriza-se como proposta de intervenção pedagógica tem como intuito apresentar uma sequência didática para o trabalho com o Tema Transversal Pluralidade Cultural no contexto do ensino médio. As sequências didáticas são organizadas em um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa.

Um dos conteúdos previstos para a disciplina de Sociologia no ensino médio é a compreensão da diversidade étnica e cultural dos diferentes grupos sociais que compõem a sociedade brasileira. Do ponto de vista da contextualização o estudo da sociedade brasileira implica no entendimento daqueles determinantes de classe social, raça, gênero e diversidade cultural que atuam nos processos sociais dando origem às desigualdades no acesso a bens econômicos e culturais por parte dos diferentes grupos.

A sequência didática proposta tem como foco a dimensão educativa do trabalho científico, favorece a mobilização de competências informacionais requeridas no mundo do trabalho, na vida escolar e acadêmica. A situações de aprendizagem contemplam a utilização das tecnologias da informação e comunicação (TICs) para a organização da experiência em aprendizagem colaborativa. A abordagem será realizada considerando as competências e habilidades previstas para a disciplina de Sociologia no Ensino Médio segundo o Currículo do Estado de São Paulo. Partindo da proposta oferecida pelo MEC para o trabalho com as séries iniciais, procuramos readequar a proposta “Tema Transversal Pluralidade Cultural” atualizando a discussão para incluir as diretrizes propostas para a educação das relações étnico-raciais e abordagem na perspectiva das diversidades.

Objetivos[editar | editar código-fonte]

Objetivo Principal:

  • Organizar uma sequência didática a partir do Tema Transversal Pluralidade Cultural apropriada para o ensino médio

Objetivo Secundário:

  • Promover a organização de situações de aprendizagem na disciplina de Sociologia utilizando a perspectiva da promoção de ações em educação tecnológica, alfabetização científica e produção colaborativa da cultura escolar.
  • Apresentar como produto final a Ementa “SOCIOLOGIA NO ENSINO MÉDIO –TEMA TRANSVERSAL PLURALIDADE CULTURAL: CONTEÚDOS, COMPETÊNCIAS E HABILIDADES MOBILIZADAS” , disponível na plataforma Wikiversidade.

Métodos e Técnicas[editar | editar código-fonte]

A sequência didática aqui proposta procura contemplar alguns princípios propostos na educação das relações étnico raciais e da educação multicultural. A orientação da proposta não se limita à apresentação de conceitos. O ponto de partida para a aprendizagem localiza-se no oferecimento de “situações-problemas” de modo a promover a educação tecnológica.

Seguindo as orientações da pedagogia das competências estaremos organizando as situações de aprendizagem e conteúdos a partir dos pilares: aprender a ser, aprender a conhecer, aprender a fazer e aprender a viver juntos.

Serão descritas as habilidades e competências que se pretende mobilizar. Tendo em vista a abordagem em educação tecnológica será apresentada a discussão sobre competência informacional.

A proposta de intervenção pedagógica a partir do Tema Transversal Pluralidade Cultural será organizada em formato de disciplina hospedada na Plataforma Wikiversidade devido à facilidade de compartimentação e colaboração. A wiki é uma tecnologia "open source", possibilita aos seus usuários acessar, procurar e editar páginas de hipertexto. Essa tecnologia corresponde a um site da web que contém páginas que podem ser editadas por qualquer visitante, a depender da sua configuração.

Discussões relativas[editar | editar código-fonte]

O aluno precisa encontrar sentido naquilo que está aprendendo. Por essa razão, é importante que o professor crie situações que propiciem a observação e a interpretação dos aspectos da natureza, os sociais e humanos, instigando a curiosidade do aluno para compreender as relações entre os fatores do desenvolvimento humano. Uma situação de aprendizagem que pode potencializar um aprendizado que seja mais significativo para o aluno é o trabalho por meio de projetos.

No projeto, o aluno pode aprender conceitos de forma contextualizada, e isso favorece a atribuição de sentido para aquilo que aprende. Para que essa forma contextualizada de aprender se concretize, é importante que o professor instigue o aluno a estabelecer relações entre os aspectos presentes na vida pessoal, social, política e cultural; a mobilizar as competências cognitivas, sociais e emocionais já adquiridas, para novas possibilidades de reconstrução do conhecimento. Fonte: Apostila E-Proinfo- Curso de Formação Tecnologias Digitais na Educação.

O trabalho pedagógico com o Tema Transversal Pluralidade Cultural proposto pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) tem como objetivos:

  • Fortalecer o conhecimento, respeito e valorização das diferentes linguagens pelas quais se expressa a pluralidade cultural brasileira.
  • Conhecer a diversidade do patrimônio etnocultural brasileiro, cultivando atitude de respeito para com pessoas e grupos que a compõem, reconhecendo a diversidade cultural como um direito dos povos e dos indivíduos e elemento de fortalecimento da democracia;
  • Fortalecer a cultura de cada grupo social, cultural e étnico que compõe a sociedade brasileira, promover seu reconhecimento, valorização e conhecimento mútuo, é fortalecer a igualdade, a justiça, a liberdade, o diálogo e, portanto, a democracia.
  • Fornecer informações básicas para construir um repertório que permita ao educando conhecer a ampla diversidade sociocultural brasileira, investir na superação de qualquer tipo de discriminação e valorizar a trajetória particular dos grupos que compõem a sociedade.
  • Desenvolver na Escola um projeto pedagógico com a temática transversal da Pluralidade Cultural organizado a partir de vivências artísticas para alunos, educadores e monitores.

O estudo de CANEN(2000) busca problematizar as contradições, os limites e as possibilidades contidos no discurso referente à pluralidade cultural, no contexto dos Parâmetros Curriculares Nacionais. Para a autora a "diversidade cultural é tratada em um tom narrativo que a limita a fatos históricos ou a ritos e costumes referentes àqueles grupos destacados. Enfatiza-se o "outro", sem que se promova a conscientização da pluralidade cultural e dos estereótipos a ela relacionados, dentro do próprio espaço escolar e das práticas sociais mais amplas, em uma perspectiva intercultural crítica".

Dessa forma a autora afirma que os parâmetros curriculares conseguem dar conta da perspectiva intercultural crítica somente de forma superficial. No documento a perspectiva intercultural crítica dilui-se e esvazia-se em um discurso em que predomina uma perspectiva de educação multicultural para a aceitação, uma visão de pluralidade cultural que ignora a dinamicidade e a hibridização de culturas e uma não-problematização da identidade nacional. CANEN (2000) entende que reconhecer que a sociedade brasileira é multicultural significa compreender a diversidade étnica e cultural dos diferentes grupos sociais que a compõem. Entretanto, significa também constatar as desigualdades no acesso a bens econômicos e culturais por parte dos diferentes grupos, em que determinantes de classe social, raça, gênero e diversidade cultural atuam de forma marcante.

ARAÚJO (2003)discute sobre as possibilidades de se trabalhar a transversalidade na sala de aula através da pedagogia de projetos. O tema da transversalidade abre portas para se pensar o educando não apenas como a pessoa que aprende um conteúdo, mas como alguém que interage com seu meio social e a partir de suas vivências, do conhecimento adquirido, contribui para a construção e desenvolvimento da sociedade. Essa perspectiva requer que a escola reveja seus valores e metodologia quanto ao conhecimento, no sentido de gerar propostas educacionais que se preocupem com a "instrução", mas também com a "formação" dos alunos e alunas enquanto cidadãos. O autor discorre sobre as variadas formas de se trabalhar com a transversalidade.Uma dessas possibilidades é aquela onde a formação ética e a cidadania passam a ser a finalidade da educação. Os temas cotidianos e os saberes populares se transformam no ponto de partida para a aprendizagem dos alunos. Os conteúdos científicos e culturais se tornam o meio para o aprendizado e as temáticas transversais se tornam a própria finalidade das ações educativas.

Referências Bibliográficas

ARAÚJO, Ulisses Ferreira de. Temas transversais e a estratégia de projetos. São Paulo: Moderna, 2003. 108 pp.

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais : apresentação dos temas transversais, ética / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997. 146p.

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais :Tema Transversal- Pluralidade Cultural http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pluralidade.pdf

CANEN, Ana. Educação multicultural, identidade nacional e pluralidade cultural: tensões e implicações curriculares.Cad. Pesqui., Cad. Pesqui.[online]. 2000, n.111, pp. 135-149.Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-15742000000300007&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 25 jun 2012.


Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/resenha-temas-transversais-e-estrategia-de-projetos-saberes-necessarios-a-pratica-educativa/44154/#ixzz21YBzwUlI

Educação tecnológica,alfabetização científica na disciplina de Sociologia[editar | editar código-fonte]

A noção de ”’educação tecnológica”’ apresentada na Lei de Diretrizes e Bases no Ensino Médio diz respeito à compreesão dos fundamentos científicos dos processos produtivos e a alfabetização tecnológica. Prevê o entendimento das tecnologias na história humana como elementos da cultura, como parte das práticas sociais, culturais e produtivas, que por sua vez são inseparáveis dos conhecimentos científicos, artísticos e linguístico que as fundamentam. Pretende preparar os alunos para conviver com um mundo no qual a tecnologia está cada vez mais presente.(Lei de Diretrizes e Bases da Educação no Artigo 35 Seção IV e Art.36). O currículo do Ensino Médio destacará a educação tecnológica básica e o domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna.

O professor deve realizar,então, conforme proposto nas Orientações Curriculares, uma “mediação pedagógica” entre o conhecimento e os alunos, adequando o ensino ou “traduzindo” para eles os fundamentos do conhecimento científico. Ao término da etapa do ensino médio o aluno será levado a entender as tecnologias na história humana como elementos da cultura, como parte das práticas sociais, culturais e produtivas, que por sua vez são inseparáveis dos conhecimentos científicos, artísticos e linguístico que as fundamentam, além de aprender a conviver com um mundo no qual a tecnologia está cada vez mais presente.

Segundo ZANCAN(2000)a tecnologia reflete e molda o sistema de valores e estende nossas habilidades para mudar o mundo, sendo uma força poderosa no desenvolvimento da civilização. As tecnologias, ao se tornarem sofisticadas, estreitaram sua ligação com a ciência, tornando difícil, em alguns campos, separar uma da outra.O desenvolvimento tecnológico requer uma sólida base científica. A ciência e a tecnologia devem ser dirigidas para aumentar a competitividade, o emprego e a justiça social.

Uma nova orientação, para a educação em Ciências, não se limita à construção de conceitos. O ponto de partida para a aprendizagem devem ser “situações-problemas”, de preferência relativas a contextos reais. O surgimento desta orientação, em termos de organização curricular, aponta para uma educação em Ciências valorizando orientações do tipo Ciência/Tecnologia/Sociedade/Ambiente (C/T/S/A), em particular a variante Ambiente/Ciência/Sociedade (A/C/S), em que as “envolventes” Ambiente e Sociedade não surgem como meras aplicações, mas, pelo contrário, como ponto de partida (Cachapuz,1999).

No entender de Freire (1987), a alfabetização não pode configurar-se como um jogo mecânico de juntar letras. Alfabetizar, muito mais do que ler palavras, deve propiciar a “leitura do mundo”. Leitura da palavra e “leitura do mundo” devem ser consideradas numa perspectiva dialética. Alfabetizar não é apenas repetir palavras, mas dizer a sua palavra. Neste sentido, entende-se que, para a compreensão crítica da dinâmica social contemporânea, crescentemente vinculada ao desenvolvimento científico-tecnológico, a problematização, a desmistificação de construções históricas realizadas sobre a atividade científico-tecnológica, consideradas pouco consistentes, aqui denominadas de mitos, como,por exemplo, a neutralidade da Ciência-Tecnologia (CT) ou o determinismo tecnológico, é fundamental.


Referência Bibliográfica:

Currículo do Estado de São Paulo: Ciências Humanas e Suas Tecnologias. Secretaria da Educação. Coordenação geral, Maria Inês Fini. Coordenação de área Paulo Miceli. São Paulo: SEE, 2010.

CACHAPUZ, A F. Epistemologia e Ensino das Ciências no Pós-Mudança Conceptual: Análise de um Percurso de Pesquisa. Atas do II ENPEC, Vallinhos, 1999.

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia:Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997. [ Links ]

FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1983. [ Links ]

ZANCAN, GLACI T.. Educação científica: uma prioridade nacional. São Paulo Perspec. [online]. 2000, vol.14, n.3, pp. 3-7. ISSN 0102-8839.Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/spp/v14n3/9764.pdf>. Acesso em 05 jul 2012.


Oficina: Imersão Qualificada em Ambiente Virtual

Para saber mais sobre conceitos de educação tecnológica visite:http://www.slideshare.net/aszardini/educacao-tecnologica

Alfabetização Científica no ensino médio O conceito de alfabetização científica relaciona-se ao domínio de conhecimentos científicos e tecnológicos necessários para o cidadão desenvolver-se na vida diária."(Chassot,2003 apud SANTOS,2007)".

AULER (2001)utiliza o termo "Alfabetização Científico-Tecnológica (ACT)" e identifica "um espectro bastante amplo de significados, traduzidos através de expressões como popularização da Ciência, divulgação científica, entendimento público da ciência e democratização da Ciência". O autor afirma ainda que as atividades em ACT tem assumido uma dimensão fundamental no processo de desenvolvimento científico-tecnológico.

SANTOS, (2007) apresenta os conceitos de Alfabetização Científica (AC) e Letramento Científico (LC). Assim, diferentes concepções e perspectivas foram sendo propostas sobre o que seria AC/LC. Em uma revisão sobre essas concepções, Norris e Phillips (2003) identificaram os seguintes significados para essa educação: a) conhecimento do conteúdo científico e habilidade em distinguir ciência de não-ciência; b) compreensão da ciência e de suas aplicações; c) conhecimento do que vem a ser ciência; d) independência no aprendizado de ciência; e) habilidade para pensar cientificamente e habilidade de usar conhecimento científico na solução de problemas; f) conhecimento necessário para participação inteligente em questões sociais relativas à ciência; g) compreensão da natureza da ciência, incluindo as suas relações com a cultura; h) apreciação do conforto da ciência, incluindo apreciação e curiosidade por ela; i) conhecimento dos riscos e benefícios da ciência; j) habilidade para pensar criticamente sobre ciência e negociar com especialistas.

Referência Bibliográfica:

Currículo do Estado de São Paulo: Ciências Humanas e Suas Tecnologias. Secretaria da Educação. Coordenação geral, Maria Inês Fini. Coordenação de área Paulo Miceli. São Paulo: SEE, 2010.

CACHAPUZ, A F. Epistemologia e Ensino das Ciências no Pós-Mudança Conceptual: Análise de um Percurso de Pesquisa. Atas do II ENPEC, Vallinhos, 1999.

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia:Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997. [ Links ]

FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1983. [ Links ]

ZANCAN, GLACI T.. Educação científica: uma prioridade nacional. São Paulo Perspec. [online]. 2000, vol.14, n.3, pp. 3-7. ISSN 0102-8839.Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/spp/v14n3/9764.pdf>. Acesso em 05 jul 2012.


Oficina: Imersão Qualificada em Ambiente Virtual

Para saber mais sobre conceitos de educação tecnológica visite:http://www.slideshare.net/aszardini/educacao-tecnologica

CAMPELLO, Bernadete. O movimento da competência informacional: uma perspectiva para o letramento informacional. Ci. Inf., Brasília, v. 32, n. 3, dez. 2003 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19652003000300004&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 12 jul. 2012.

FARIAS, Christianne Martins e VITORINO, Elizete Vieira. Competência informacional e dimensões da competência do bibliotecário no contexto escolar. Perspect. ciênc. inf. [online]. 2009, vol.14, n.2, pp. 2-16. ISSN 1413-9936. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-99362009000200002.

BAHLIS,dos Santos Nilton .Liinc em Revista, Vol. 2, No 1 (2006). A educação a distância, a Internet e a educação formal.Texto Completo: PDF

MELO, Ana Virgínia Chaves de; ARAUJO, Eliany Alvarenga de. Competência informacional e gestão do conhecimento: uma relação necessária no contexto da sociedade da informação. Perspect. ciênc. inf., Belo Horizonte, v. 12, n. 2, ago. 2007 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-99362007000200012&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 12 jul. 2012. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-99362007000200012.

MIRANDA, Silvânia Vieira. Identificando competências informacionais.Ci. Inf. [online]. 2004, vol.33, n.2, pp. 112-122. ISSN 0100-1965. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652004000200012.

MIRANDA, Silvânia. Como as necessidades de informação podem se relacionar com as competências informacionais. Ci. Inf. [online]. 2006, vol.35, n.3, pp. 99-114. ISSN 0100-1965. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652006000300010.

SANTOS, Elisangela Marina dos; DUARTE, Elizabeth Andrade e PRATA, Nilson Vidal. Cidadania e trabalho na sociedade da informação: uma abordagem baseada na competência informacional. Perspect. ciênc. inf. [online]. 2008, vol.13, n.3, pp. 208-222. ISSN 1413-9936. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-99362008000300014.


SILVA, Helena; JAMBEIRO, Othon; LIMA, Jussara e BRANDAO, Marco Antônio. Inclusão digital e educação para a competência informacional: uma questão de ética e cidadania. Ci. Inf. [online]. 2005, vol.34, n.1, pp. 28-36. ISSN 0100-1965. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652005000100004 Boas práticas na organização de Secretarias de Projetos Técnicas no acesso, armazenamento e compartilhamento da informação disponível na web

Organização dos Módulos da Wikidisciplina[editar | editar código-fonte]

Sobre o HIPERTEXTO Leitura-tempo espaço-relação com a produção do saber-leitor-autor Em linhas gerais essa proposta de trabalho interdisciplinar está organizada nos seguintes módulos:

  • MÓDULO 1 - Projeto Transversal,conceitos estruturadores e competências
            Eixo Temático: Diversidade cultural brasileira
            Conteúdos curriculares na disciplina de Sociologia
            Competências e habilidades mobilizadas na abordagem da "Pluralidade Cultural"
            
  • MÓDULO 2 - Produção colaborativa do conhecimento no contexto escolar
            Boas práticas na organização de Secretarias de Projetos
            Técnicas no acesso, armazenamento e compartilhamento da informação disponível na web

Bibliografia utilizada[editar | editar código-fonte]

ABEGG, Ilse; BASTOS, Fábio da Purificação de; MULLER, Felipe Martins. Ensino-aprendizagem colaborativo mediado pelo Wiki do Moodle. Educ. rev., Curitiba, n. 38, Dec. 2010 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-40602010000300014&lng=en&nrm=iso>. access on 02 Nov. 2011. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-40602010000300014.

ABEGG, Ilse. ; BASTOS, Fábio da Purificação de ; MÜLLER, Felipe Martins . Educação como Prática da Liberdade e Movimento Software Livre: produção colaborativa mediada pelas TIC. Revista da FACED (UFBA. Online), v. 14, p. 63-77, 2009.<http://www.portalseer.ufba.br/index.php/rfaced/article/viewArticle/3445>

ABEGG, Ilse. ; MÜLLER, Felipe Martins ; Franco, Sérgio Roberto Kieling . WIKIS NA EDUCAÇÃO: POTENCIAL DE CRIAÇÃO E LIMITES PARA PRODUÇÃO COLABORATICA EM ATIVIDADES NO MOODLE. Inter-ação (UFG. Online), v. 35, p. 373-386, 2010. Disponível em: <http://www.revistas.ufg.br/index.php/interacao/article/view/13127> Acesso em 13 nov 2011.

ASSMANN, Hugo. A metamorfose do aprender na sociedade da informação. Ci. Inf., Brasília, v. 29, n. 2, Aug. 2000 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19652000000200002&lng=en&nrm=iso>. access on 05 Nov. 2011. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652000000200002.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais : terceiro e quarto ciclos: apresentação dos temas transversais / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1998. 436 p. dISPONÍVEL EM: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro102.pdf>

BARBOSA,Leonardo P. F. OEIRAS, Janne Yukiko Yoshikawa. Uso de Wikis em Projetos Escolares: experiências colaborativas com alunos de ensino fundamental. Anais SBPC, 2008. Disponível em <http://www.slideshare.net/demartini/uso-de-wikis-em-projeto-escolares-presentation-667610>. Acesso em 02 nov 2011.

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia:Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997. [ Links ]

FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1983. [ Links ]

ZANCAN, GLACI T.. Educação científica: uma prioridade nacional. São Paulo Perspec. [online]. 2000, vol.14, n.3, pp. 3-7. ISSN 0102-8839.Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/spp/v14n3/9764.pdf>. Acesso em 05 jul 2012.

LAZARTE, Leonardo. Ecologia cognitiva na sociedade da informação. Ci. Inf., Brasília, v. 29, n. 2, ago. 2000 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19652000000200006&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 02 nov. 2011. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652000000200006.

SCHWARTZ, L.; Clark, S.; COSSARIN, M. & RUDOLPH, J. (2004). Educational Wikis: features and selection criteria. The International Journal of Research in Open SBC 2008 370.and Distance Learning, Vol 5 (1). Disponível em:http://www.irrodl.org/index/irrodl/article/view/163/244. Acesso em: 20/03/2007

Referência Bibliográfica Fonte:(Pág. 126 ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO MÉDIO) Ciências humanas e suas tecnologias / Secretaria de Educação Básica. – Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.133 p. (Orientações curriculares para o ensino médio ; volume 3) http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_03_internet.pdf

AULER, D.. Alfabetização cientifico-tecnológica: um novo "paradigma"?. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, América do Norte, Vol. 5, No 1 (2003)2008 (???). Disponível em: <http://www.portal.fae.ufmg.br/seer/index.php/ensaio/article/viewArticle/60>

FERREIRA, Cristina Araripe. Concepções da iniciação científica no ensino médio: uma proposta de pesquisa. Revista Trabalho, Educação e Saúde, 1(1): 115-130, 2003. Disponível em: http://www.revista.epsjv.fiocruz.br/upload/revistas/r40.pdf.

Janaina Ferreira Fialho, Maria Aparecida Moura. A formação do pesquisador juvenil. Perspectivas em Ciência da Informação.V. 10, N. 2 (2005. Disponível em:<http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/issue/view/23> SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos. Educação científica na perspectiva de letramento como prática social: funções, princípios e desafios. Rev. Bras. Educ., Rio de Janeiro, v. 12, n. 36, dez. 2007 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-24782007000300007&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 17 jul. 2012. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-24782007000300007.

Proposta Curricular do estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia. [1] [editar]Competências informacionais e produção colaborativa do conhecimento LETRAMENTO INFORMACIONAL NO BRASIL: PRÁTICAS EDUCATIVAS DE BIBLIOTECÁRIOS EM ESCOLAS DE ENSINO BÁSICO http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/1843/ECID-7UUPJY/1/tesebernadetesantoscampello.pdf

A proposta é apresentada uma estrutura básica de criação dos objetos através de textos, mapas e animações interativas. Portanto, a interatividade é apresentada como elemento fundamental do objeto de aprendizagem, tornando-o atraente, lúdico, dinâmico e eficiente para uso em aulas presenciais ou à distância http://ceie-sbc.educacao.ws/pub/index.php/sbie/article/view/499/485 Referências bibliográficas para conteúdo Competência Informacional Bibliografia sobre Competência Informacional Recuperada da Base Scielo Referências bibliográficas termo de busca "Informação Tecnológica" BAHLIS,dos Santos Nilton .Liinc em Revista, Vol. 2, No 1 (2006). A educação a distância, a Internet e a educação formal.Texto Completo: PDF CAMPELLO, Bernadete. O movimento da competência informacional: uma perspectiva para o letramento informacional. Ci. Inf., Brasília, v. 32, n. 3, dez. 2003 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19652003000300004&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 12 jul. 2012. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652003000300004.

FARIAS, Christianne Martins e VITORINO, Elizete Vieira. Competência informacional e dimensões da competência do bibliotecário no contexto escolar. Perspect. ciênc. inf. [online]. 2009, vol.14, n.2, pp. 2-16. ISSN 1413-9936. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-99362009000200002.

MELO, Ana Virgínia Chaves de; ARAUJO, Eliany Alvarenga de. Competência informacional e gestão do conhecimento: uma relação necessária no contexto da sociedade da informação. Perspect. ciênc. inf., Belo Horizonte, v. 12, n. 2, ago. 2007 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-99362007000200012&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 12 jul. 2012. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-99362007000200012.

MIRANDA, Silvânia Vieira. Identificando competências informacionais.Ci. Inf. [online]. 2004, vol.33, n.2, pp. 112-122. ISSN 0100-1965. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652004000200012.

MIRANDA, Silvânia. Como as necessidades de informação podem se relacionar com as competências informacionais. Ci. Inf. [online]. 2006, vol.35, n.3, pp. 99-114. ISSN 0100-1965. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652006000300010.

SANTOS, Elisangela Marina dos; DUARTE, Elizabeth Andrade e PRATA, Nilson Vidal. Cidadania e trabalho na sociedade da informação: uma abordagem baseada na competência informacional. Perspect. ciênc. inf. [online]. 2008, vol.13, n.3, pp. 208-222. ISSN 1413-9936. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-99362008000300014.

SILVA, Helena; JAMBEIRO, Othon; LIMA, Jussara e BRANDAO, Marco Antônio. Inclusão digital e educação para a competência informacional: uma questão de ética e cidadania. Ci. Inf. [online]. 2005, vol.34, n.1, pp. 28-36. ISSN 0100-1965. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652005000100004

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF, 1996. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm Referencias Curriculares para a Educação Profissional. http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/informat.pdf

MARTINS, Angela Maria. Diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio: avaliação de documento. Cad. Pesqui., São Paulo, n. 109, mar. 2000 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-15742000000100004&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 05 jul. 2012. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-15742000000100004. SÃO PAULO. Secretaria da Educação.Currículo do Estado de São Paulo: Ciências Humanas e Suas Tecnologias.Coord.Maria Inês Fini. São Paulo: SEE, 2010.

ZANCAN, GLACI T.. Educação científica: uma prioridade nacional. São Paulo Perspec. [online]. 2000, vol.14, n.3, pp. 3-7. ISSN 0102-8839.Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/spp/v14n3/9764.pdf>. Acesso em 05 jul 2012.

LETRAMENTO INFORMACIONAL NO BRASIL: PRÁTICAS EDUCATIVAS DE BIBLIOTECÁRIOS EM ESCOLAS DE ENSINO BÁSICO http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/1843/ECID-7UUPJY/1/tesebernadetesantoscampello.pdf

A proposta é apresentada uma estrutura básica de criação dos objetos através de textos, mapas e animações interativas. Portanto, a interatividade é apresentada como elemento fundamental do objeto de aprendizagem, tornando-o atraente, lúdico, dinâmico e eficiente para uso em aulas presenciais ou à distância http://ceie-sbc.educacao.ws/pub/index.php/sbie/article/view/499/485

Referências bibliográficas para conteúdo Competência Informacional Bibliografia sobre Competência Informacional Recuperada da Base Scielo Referências bibliográficas termo de busca "Informação Tecnológica"

Encaixe do Módulo 2[editar | editar código-fonte]