Cosmotécnicas e Extrativismo Ampliado: lutas e experimentações contra o plantationceno

Fonte: Wikiversidade

Sobre[editar | editar código-fonte]

Tĩtulo: Extrativismo ampliado e práticas de conhecimento no plantationoceno/capitaloceno/tecnoceno

Pesquisador Responsável: Henrique Zoqui Martins Parra

Resumo da proposta[editar | editar código-fonte]

Durante o ano de 2021 pretendemos construir uma agenda de pesquisa coletiva sobre as novas formas do extrativismo ampliado face à conjunção do que tem sido chamado plantationoceno/capitaloceno/tecnoceno. Como problemática estruturante da investigação, nos perguntamos tanto sobre a configuração dos novos regimes cibernéticos e tecnologias de extração - impulsionados pelo momento pandêmico de confinamento - como o que poderia ser também uma perspectiva tecnopolítica decolonial que percorra as reflexões sobre "decrescimento", "pós-crescimento", as alternativas às imaginações do "progressismo", do "solucionismo" e do "aceleracionismo" que apresentam-se como horizonte da governamentalidade do capitalismo pós-pandêmico. No percurso investigativo, desejamos delimitar um campo transdisciplinar que faz confluir práticas de conhecimento da produção científica e filosófica junto às lutas sociais em curso e os repertórios de conhecimentos que essas experiências têm produzido. Para além da organização de um campo de embates teóricos e produções de reflexão mais situadas na América Latina, pretendemos também identificar zonas de conflitualidades emergentes nas quais dissensões ontológicas e políticas emergem na defesa e sustentação do Comum a partir de redes heterogêneas entre humanos, outros que humanos, arranjos sociotécnicos, territórios, infraestruturas e o mundo vivo. Naomi Klein vem falando sobre o "capitalismo do desastre" para compreender as ofensivas que reconfiguram radicalmente nosso mundo depois de eventos críticos (ecológicos ou não) e contando com um tecido democrático corroído para apresentar "o desejo declarado por uma pureza intangível, por um espaço vazio onde construir uma sociedade-modelo constantemente reelaborada" (Klein, 2008: 30).

O "capitalismo do desastre" depende, entretanto, de centros de produção de conhecimento e tecnologias - Klein mostra, por exemplo, como a Universidade de Chicago funcionou como uma "ferramenta da política externa dos EUA" durante as décadas de 50/60. Agora, diante da crise pandêmica, segundo Klein, trata-se da escalada de um “Screen New Deal” protagonizado pelas megacorporações da BigTech e novos centros de produção de conhecimento e tecnologias que concorrem na disputa pelas infraestruturas, desenhos, práticas de conhecimento e técnicas de governamentalidade que vão conformando a vida social e as imaginações democráticas em uma aliança inédita entre estados e corporações de tecnologia. Segundo a autora: "o futuro que está surgindo à medida que os cadáveres ainda se acumulam está tratando nossas últimas semanas de isolamento não como uma necessidade dolorosa para salvar vidas, mas como um laboratório vivo para um futuro permanente — e altamente lucrativo — sem contato físico" (Klein, 2020).


Breve contextualização[editar | editar código-fonte]

Durante o ano de 2020, investigamos com a Zona de Contágio o acontecimento pandêmico como uma inflexão/bifurcação ontoepistemológica que reconfigura ou evidencia tanto a crise dos regimes de conhecimento (Guerra de Ciências) como também as zonas de conflitualidades (territoriais, ontológicas, cosmológicos, cosmotécnicas) no curso do que Latour chamou de Guerra de Mundos. Entre conversas, leituras compartilhadas e criação coletiva de uma investigação desde o ponto de vista do confinamento, pudemos construir algumas perguntas que gostaríamos de retomar aqui como problemas de pesquisa:

Quais as dissensões que apresentam-se em torno de imaginações/proposições de transformação e transição societal diante da emergência climática/sanitária/ecológica? Quais as "verdades inconvenientes" que emergem com a crise ecológica e sanitária e como elas deslocam as dualidades e separações entre ciência e política, natureza e cultura, biologia e tecnologia? Quais as práticas de conhecimento que hoje estão produzindo evidências, repertoriando alternativas e produzindo possíveis frente às forças e dispositivos do extrativismo ampliado próprios do plantationoceno? Quais as formas pelas quais o Comum é reconhecido, reivindicado, visibilizado ou produzido? Quais são as formas e localizações dessas reconfigurações de conflitualidades e dissensos que partem da constatação de que a Política não é mais apenas domínio dos humanos e a Natureza não é mais exclusivamente o domínio dos não-humanos? Como as zonas de conflitualidades emergentes fabricam seus antagonismos a partir das relações de composição entre humanos e não-humanos (incluindo tanto outras criaturas viventes, como a própria atmosfera, terra, rios e também arranjos sociotécnicos, ciência, tecnologia e infraestruturas)? Quais as formas de expressão dessas conflitualidades em suas tramas heterogêneas e que situam os choques e fricções entre formas do extrativismo ampliado, de um lado, e as formas de invenção ou defesa do Comum, de outro?

Investigar como os arranjos sociotécnicos adquirem força política na sustentação de modos de vida; Analisar as tensões sobre perspectivas tecnológicas e o pluralismo técnico reivindicado por coletividades que interrogam a monocultura tecnocientífica; seja da terra ou do ambiente informacional que hoje conduz nossas vidas e territórios; Refletir sobre a trama saber-poder-tecnologia na atualização das formas coloniais de produção do presente e dos cenários futuros sob disputa. É possível falar em tecnologias do Comum? O que isso significa? Como delinear essas experiências práticas? Como a experiência pandêmica alterou os horizontes/práticas/repertótios de coletividades dissidentes no terreno das lutas?

Cada contexto histórico é marcado por uma configuração entre os tipos de máquinas/tecnologias de comunicação; as formas de conhecer; as formas de exercício de poder e as relações econômicas de produção e trabalho. Mbembe, em seu livro Brutalismo, indica a necessidade de pensarmos a partir do devir-artificial da humanidade. A tecnoesfera (ou o tecnoceno cf. Martins) - a ordem técnica do mundo - hoje adquire uma força descomunal na confluência do capitalismo, da tecnociência, da financeirização, da militarização e do extrativismo.

O plantationoceno parece nos oferecer uma localização geo-histórica que retoma o evento da conquista colonial em seu aparato ontoepistêmico conjugado aos arranjos sócio-técnicos e bioculturais que operam dispositivos de extração, domesticação e conversão do vivo em recurso. Tal configuração, que se constitui como força geológica, logrou associar o excepcionalismo humano com o regime binário e heterossexualista, também com os modos tecno-securitários de cercamento proprietário e vigilantismo racializado, constitutivos da monocultura intensiva e suas formas de governo da vida. Partimos então do plantationoceno para pensar e co-criar uma agenda de pesquisa que renove a investigação sobre os modos de expansão do que chamamos extrativismo ampliado nas interfaces entre tecnologias da extração, cibernética, nos regimes de sexo-gênero e no vigilantismo racializado, por outro lado, pensar como as relações de interdependência que produzem, sustentam e visibilizam o Comum e a vida entre humanos e outros que humanos vem construindo evidências, tecnologias, repertórios de lutas e ações coletivas.

Equipe[editar | editar código-fonte]

  • Henrique Parra - professor associado Unifesp, doutor educação (Unicamp); mestre em Sociologia (USP); bacharel em Ciências Sociais (USP).
  • Alana Moraes - doutora em antropologia UFRJ-Museu Nacional, mestre em Antropologia e bacharel em Ciências Sociais pela UFRJ.
  • Bru Pereira - doutoranda em Ciências Sociais, mestre e bacharel em Ciências Sociais pela Unifesp (bolsista CAPES).
  • Jéssica Paifer - graduanda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista extensão PIBEX/Unifesp).
  • Gustavo Lemos - doutorando (projeto de doutorado para a FAPESP) em Ciências Sociais na Unifesp; mestre e graduado em Música pela Unicamp (bolsista CAPES).
  • Silvana Leodoro - doutoranda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista CAPES).
  • Rafael Malhão - graduado em Ciências Sociais (UFRGS) mestre e doutor em Sociologia (Unicamp.).


Atividades[editar | editar código-fonte]

Ciclo de co-formação "Tecnopolíticas, Cosmopolíticas: ciência, tecnologia e práticas de conhecimento na produção de mundos"

O ciclo de co-formação é um espaço de compartilhamento de uma bibliografia comum, discussão, delimitação de problemas que elas suscitam e que possam construir uma agenda de pesquisa no percurso. A ideia é que possamos documentar cada encontro, assim como compartilhar os estudos sobre os textos provocando novas conversas e perguntas em um site para divulgação. O ciclo será tanto um espaço de estudo como de adensamento de problemas de pesquisa.

Podcast

Entrevistas coletivas com convidades que possam trazer tanto reflexões sobre suas pesquisas no que diz respeito à agenda do plantationoceno como também experiências coletivas de lutas e produção de conhecimento do Comum.

Publicação web contínua e boletim mensal

Textos curtos ou entrevistas produzidos por pesquisadores do Pimentalab e convidades que possam construir diálogos entre as referências teóricas compartilhadas entre nós e problemas/controvérsias práticas e atuais no que diz respeito à agenda do extrativismo ampliado: acompanhamento de movimentações dos atores das Big Tech; acompanhamento dos atores das tecnologias de vigilância, do agronegócio e da chamada "economia de plataforma"; acompanhamento das controvérsias do campo tecno-científico mais ligado à pandemia: vacinas, indústria farmacêutica e políticas sanitárias; acompanhamento das ações coletivas, novos arranjos associativos, movimentos sociais que fazem frente o regime do extrativismo ampliado.

Webinar

"Criar possíveis no Plantationoceno: ciência, política e as lutas coletivas no tempo das catástrofes"

Produção de um webinar aberto ao público composto por um ciclo de 4 encontros com convidados que possam ser provocados pela agenda da nossa pesquisa.

Reuniões de Pesquisa

Reuniões de pesquisa para o desenvolvimento, escrita e debate das questões que compõem a agenda de pesquisa, acompanhamento de temas e discussões teóricas.


Produção multimídia e audiovisual

Produção multimídia que inclui o site e produção audiovisual e documentação do processo e resultados parciais da pesquisa, possíveis cartografias de práticas, zonas de conflitualidades e proposições que delas vem emergindo.


Pesquisa[editar | editar código-fonte]

Levantamento Bibliografico[editar | editar código-fonte]

Bibliografia inicial[editar | editar código-fonte]

Bozak, N. (2012). The Cinematic Footprint: Lights, Camera, Natural Resources. New Brunswick, N.J: Rutgers University Press.

Bratton, B. H. (2015). The Stack: On Software and Sovereignty. Cambridge: MIT Press.

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Clarke, A. E. (2005). Situational Analysis: Grounded Theory After the Postmodern Turn. Thousand Oaks: SAGE.

Conty, Arianne Françoise. 2018. The politics of nature: new materialist responses to the anthropocene. Theory, Culture & Society 35 (7-8): 73-96. https://doi.org/10.1177/0263276418802891

Cowen, D. (2014). The Deadly Life of Logistics: Mapping Violence in Global Trade. Minneapolis: University of Minnesota Press.

Cubitt, Sean. 2017. Finite media: environmental implications of digital technologies. Durham: Duke University Press

Cubitt, S. (2014). The Practice of Light: A Genealogy of Visual Technologies from Print to Pixel. Cambridge: MIT Press.

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Frantzen, Mikkel Krause e Jens Bjering. 2020. Ecology, capitalism and waste: from hyperobject to hyperabject. Theory, Culture & Society 37 (6): 87-109. https://doi.org/10.1177/0263276420925541

Gabrys, Jennifer. 2011. Digital rubbish: a natural history of electronics. Ann Arbor: University of Michigan Press. https://doi.org/10.3998/dcbooks.9380304.0001.001

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Hogan, M. (2015). "Data Flows and Water Woes: The Utah Data Center." Big Data & Society, 2(2), https://doi.org/10.1177/2053951715592429

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Parikka, Jussi. 2015. A geology of media. Electronic mediations, vol. 46. Minneapolis: University of Minnesota Press.


Bibliografia Tecnologias, Extrativismo, Meio Ambiente[editar | editar código-fonte]

Liboiron, M. (2021). Pollution Is Colonialism. Duke University Press.

Tapia, D., & Peña, P. (2020). White Gold, Digital Destruction: Research and Awareness on the human Rights Implications of the Extraction of Lithium Perpetrated by the Tech Industry in Latin American Ecosystems. In Technology, the environment and a sustainable world (pp. 160–164). Global Information Society Watch. https://giswatch.org/node/6247.

Lehuedé, S. (2022). Territories of Data: Ontological Divergences in the Growth of Data Infrastructure. Tapuya: Latin American Science, Technology and Society.

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Mosco, V. (2014). To the Cloud: Big Data in a Turbulent World. Paradigm. [Chapter 3: Selling the Cloud Sublime]

Hogan, M. (2015). Data Flows and Water Woes: The Utah Data Center. Big Data and Society, 2(2), 1–12.

Todd, Z. (2016). An Indigenous Feminist’s Take on The Ontological Turn: “Ontology” Is Just Another Word for Colonialism. Journal of Historical Sociology, 29(1), 4–22


Bibliografia Soberania Digital[editar | editar código-fonte]

Amoore, Louise. “Cloud Geographies: Computing, Data, Sovereignty.” Progress in Human Geography 42, no. 1 (2018): 4–24. https://doi.org/10.1177/0309132516662147

Couture, S., & Toupin, S. (2019). What Does the Notion of “Sovereignty” Mean when Referring to the Digital? New Media & Society, 21(10), 2305–2322.

Budnitsky, S. (2020). Russia’s great power imaginary and pursuit of digital multipolarity. Internet Policy Review, 9(3), 1–25.

Padilla, M. (2017). Technological Sovereignty: What Are we Talking About? In Technological Sovereignty Vol. 2 (pp. 3–14).

Becerra, M., & Waisbord, S. R. (2021). The Curious Absence of Cybernationalism in Latin America : Lessons for the Study of Digital Sovereignty and Governance. Communication and the Public, 1–13.

Creemers, R. (2020). China’s Conception of Cyber Sovereignty: Rhetoric and Realization. In D. Broeders & B. van den Berg (Eds.), Governing Cyberspace:Behavior, Power, and Diplomacy (pp. 107–144). Rowman & Littlefield.

Kukutai, T., & Taylor, J. (2016). Data sovereignty for Indigenous Peoples: Current Practice and Future Needs. In Indigenous Data Sovereignty: Toward an Agenda. Australian National University Press.

Mueller, M. L. (2020). Against Sovereignty in Cyberspace. International Studies. Review, 22(4), 779–801.

Pohle, J. (2020). Digital Sovereignty: A New Key Concept of Digital Policy in Germany and Europe [Research Paper]. Konrad Adenauer Stiftung. https://www.kas.de/en/single-title/-/content/digital-sovereignty

Eixos temáticos[editar | editar código-fonte]

TICs no fortalececimento das lutas sociais[editar | editar código-fonte]

  • Tecnopolíticas, segurança e ciberativismo

Bens comuns e bens ambientais[editar | editar código-fonte]

  • Espectro eletromagnético: de elemento natural a elemento sociotécnico. Caso do Movimento Espectro Aberto e Digitalização.

Conhecimento, Ciência e Cultura[editar | editar código-fonte]

  • Ciência, dados e conhecimento tradicionais: ciência aberta, acesso ao conhecimento e os dilemas da abertura.
  • Memória, gestão da informação

Extrativismo Cognitivo[editar | editar código-fonte]

  • Dataficação, produção e coleta de dados de processos naturais em territórios.
  • Conhecimentos tradicionais e propriedade intelectual.

Produção de alimentos, agronegócio e Bigtechs[editar | editar código-fonte]

  • Plataformização: coleta de dados + venda de insumos + suporte técnico + financiamento + logística compra-venda.

Natureza como recurso material e energético[editar | editar código-fonte]

  • Cadeia produtiva dos materiais eletrônicos
  • Datacenters: energia elétrica e água
  • Lixo eletrônico

Pesquisadores[editar | editar código-fonte]

Ambiente e Tecnologias Digitais[editar | editar código-fonte]

  • Jader Gama, pesquisador do Núcleo de Altos Estudos da Amazônia da UFPA

Entrevista Podcast Tecnopolítica - A Amazônia e o Novo Colonialismo Digital: https://open.spotify.com/episode/2ZhbyKwM7jU2wKYVWjiVBf Tese Dotorado: ECONOMIA DO CONHECIMENTO E CAPITALISMO DE VIGILÂNCIA:Contribuições amazônicas para a inovação digital: https://www.ppgdstu.propesp.ufpa.br/ARQUIVOS/Dissertacoes/JADER%20RIBEIRO%20GAMA.pdf

  • Marijane Lisboa, coordenadora do curso de Ciências Socioambientais da PUC-SP. Transgenicos, plataformização agronegócio, Vinculo com https://www.grain.org
  • Zane Griffin Talley Cooper: Critical Infrastructure Studies | STS | Mining & Extraction | Global Communication | Environmantal & Energy Humanities | VR Ethnography: https://www.zanegriffintalleycooper.com/
  • Sebastián Lehuedé - @s_lehuede - Tech & global social justice. Current research: the geopolitics of digital rights. Postdoc @CGHR_Cambridge

Ontologias Politicas[editar | editar código-fonte]

Atores Coletivos, Organizações e Movimentos Sociais[editar | editar código-fonte]

  • Conexo - América Latina (tecnologias para ativistas e jornalistas investigativos): https://conexo.org/

Mapeamento de Grupos de Pesquisa[editar | editar código-fonte]

Geo, Territórios e Digitalização[editar | editar código-fonte]

https://www.tierracomun.net

https://continenteufmg.com

https://www.dataterritories.net/

Environmental Media Lab: https://environmentalmedialab.com/

Critical Studies of the Cloud: https://www.criticalstudiesofthe.cloud/

C&T&I&D[editar | editar código-fonte]

http://www.itd.upm.es/?lang=en

https://steps-centre.org/

http://www.cyted.org

https://redescts.wordpress.com

ESCT, Sociologia-Antropologia da C&T[editar | editar código-fonte]

Brasil[editar | editar código-fonte]

https://www.laspa.slg.br/

https://www.medialab.ufg.br

https://sociologiassociativa.wordpress.com

https://labtts.wordpress.com

http://antropologiadascoisas.blogspot.com.br

https://cteme.wordpress.com/cteme

https://gregsifch.wordpress.com/

https://medium.com/r-est

Filosofia Tecnologia[editar | editar código-fonte]

http://philosophyandtechnology.network

Design e Transição Societal[editar | editar código-fonte]

http://web.emn.fr/x-de/cts-pdl

https://transitionsnetwork.org

https://www.desisnetwork.org

http://ladaesdi.com/index.html

https://ladaesdi.wordpress.com

http://depts.washington.edu/tatlab/blog

Pesquisa-ação[editar | editar código-fonte]

http://www.redcimas.org

https://www.clacso.org.ar/grupos_trabajo/detalle_gt.php?ficha=1283&idioma=&s=5

Urbano[editar | editar código-fonte]

http://www.labcidade.fau.usp.br

http://praxis.arq.ufmg.br

http://eutropian.org

Comum - Grupo Estudos: https://pt.wikiversity.org/wiki/Comum_-_Grupo_de_Estudos

Socioambiental[editar | editar código-fonte]

http://www.nepam.unicamp.br/commons

Biologia[editar | editar código-fonte]

The Conservation Culturomics (ConsCult) Working Group: https://conbio.org/groups/working-groups/conservation-culturomics

Sociedade Informação[editar | editar código-fonte]

http://www.networkedlabour.net

https://www.giswatch.org

http://www.dcssproject.net

https://www.derechosdigitales.org

http://www.ucl.ac.uk/global-social-media

https://www.lavits.org

Ciberpolítica e Políticas do/no Digital[editar | editar código-fonte]

https://colab-uff.github.io/ddoslab/

Engenharia Crítica, Ecológica e Justiça Social[editar | editar código-fonte]

Trabalho, Plataformas, Algoritmos[editar | editar código-fonte]

Podcasts de interesse[editar | editar código-fonte]

Revistas[editar | editar código-fonte]