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Grupo de estudos: Administração financeira e valuation

Fonte: Wikiversidade


Este é um grupo de estudos/caderno voltado ao levantamento de questões que envolvem a administração financeira, proposto por: Biasi09adm, sinta-se à vontade para entrar e editar qualquer conteúdo nele, e mandar uma mensagem para o mesmo.

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Por que criar um grupo de estudos para este assunto?
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Após passar um bom tempo pensando sobre este assunto, percebi que os maiores saltos de entendimento sobre uma área, foi quando respondi perguntas sobre a mesma

Embora possa mudar a metodologia, por enquanto ela será baseada em respostas a perguntas da área, desta forma a formação de conhecimento será baseado nas dificuldades que encontrarmos. Acredito ser melhor este método, pois tende a por os estudantes em caráter ativo atrás das respostas.

Qual método é superior, o custo médio financeiro ou a aplicação em apenas um único momento (Dollar Cost Averaging vs. Lump Sum)

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Esta dúvida surgiu enquanto eu lia um artigo sobre a superioridade do aporte em um único momento, vamos aos argumentos de cada estratégia:

  • CUSTO MÉDIO FINANCEIRO (CM): O aplicador médio não consegue prever os movimentos do mercado, assim como não pode se dedicar ao árduo trabalho de realizar o valuation de cada ativo, porém o mesmo sabe do potencial da renda variável, assim de modo defensivo[1] ele deveria aplicar sempre uma mesma quantia de dinheiro durante um período predeterminado, e assim independente de quanto seja o valor da ação no período, ele maximizaria o seu potencial de ganho, ao comprar ações quando elas estivessem com o preço baixo, e minimizaria seu potencial de perdas, ao comprar poucas ações quando elas estivessem com valor elevado.
  • APORTE EM UM ÚNICO MOMENTO (AU): Essa estratégia vem mais com a ideia que no longo prazo o risco de ter uma maior presença em renda variável compensa o risco de perda momentâneo, e que postergar o investimento retorna em taxas muito inferiores.


SP500 de 1980 à 2020

Num primeiro a estratégia AU parece ser extrema de mais, porém se analisarmos rapidamente o gráfico do SP500, mesmo durante as crises das ".com" e da crise de 2008, ter feito um aporte único seria aparentemente vantajoso

  1. GRAHAM, Benjamin. O Investidor inteligente. Ed. Harper Collins, 2018. Em seu livro p. 112 Graham diz que o investidor defensivo é aquele que não dispõe de tempo e/ou vontade para realizar a tarefa de procura de ações, e que a estratégia de custo deveria ser acompanhada com partições da carteira com x% dela aplicada em RV, e o restante em RF