Jogo 2015/Aula 12

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Responsáveis pela aula 12, Bruno Morelli, Carlos Rodrigues, Tiago Neves e Eduardo Flosi.

Introdução 24/05[editar | editar código-fonte]

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No dia 24/05 ocorreu uma parte do evento “semana do brincar” na praia de santos (em frente a fonte do sapo e na fonte do sapo), esta semana é muito importante para a Aliança pela Infância, pois é uma mobilização que reúne diferentes atores, como pais, educadores, médicos, comunicadores, instituições privadas, representantes de instituições governamentais, entre outros. Juntos, realizam um conjunto de ações com o objetivo de ressaltar a importância do Brincar na sociedade.

Como forma de avaliação nós discentes do primeiro termo de educação física, tivemos que criar brincadeiras para as crianças que tivesse algum fundamento e que através daquela brincadeira, sem a criança perceber, estaria aprimorando um certo fundamento como por exemplo a capacidade motora ou até mesmo explorando ainda mais seu sensório motor.


Relato sobre as atividade[editar | editar código-fonte]

Tendo em mente a proposta de avaliação, os grupos destinado aquele dia foram à praia montar suas respectivas brincadeiras e em um debate prévio entre eles decidiram realizar suas atividades próxima ao mar. Após delimitarem um espaço na areia começaram a pensar em um modo de atrair as crianças, pensaram em brincar, mas não ajudou muito, meia hora já passada e nenhuma criança se quer apareceu pelas atividades, até que um integrante e um voluntário resolveu pegar materiais que a organização do evento deixou a disposição de quem estava colaborando com o projeto, trouxeram corda, cones e bexigas. Os discentes começaram a brincar de pular corda sem nenhuma pretensão quando apartir disso começou a aparição de crianças, poucas, mas uma quantidade suficiente para iniciar os projetos.

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Um grupo tinha proposto um pique bandeira com uma pessoa de fora que podia pegar a outra que roubasse a bandeira acertando-lhe uma bexiga cheia de água. Enquanto alguns integrantes foram encher as bexigas, os outros grupos realizaram com as crianças que ali estavam, brincadeiras de roda. Quando as bexigas chegaram, um integrante do grupo tentou explicar a brincadeira as crianças, elas até ouviram, mas começaram uma guerra de bexigas d’água, os grupos ao invés de intervir deixaram fluir, participando da brincadeira e criando novas regras em cima daquilo que as crianças começaram e até mesmo novas brincadeiras,mas as bexigas acabavam, então os grupos criavam brincadeiras de distração em quanto alguns integrantes iam encher as bexigas com água, e esse processo de as brincadeiras principais serem com a bexiga e as outras meras distrações deu se até o encerramento, onde realizaram uma brincadeira denominada “Corre Cotia” e ao invés de a pessoa da roda ter que pegar o objeto que está atrás dela para ser a pegadora, quem ficava rodando pela roda estourava uma bexiga d’água na pessoa. Nesse processo de distração aconteceu inúmeras brincadeiras como gincana, “vivo ou morto”, “mãe da rua”, “elefantinho colorido”, pular corda, brincadeiras de roda, entre outras.

Alguns pontos observados nesse dia foi de como os grupos se uniram e não se separaram mais ao longo das atividades que estavam ocorrendo, a preocupação de um ajudar o outro e a criação de um único e novo grupo para gerenciar as brincadeiras que estavam sendo realizadas foi incrível. Um outro fator interessante foi o ambiente/local em que as propostas foram feitas, pois na praia a criança tem que explorar seu lúdico para poder brincar, ela não tem variedades de brincadeiras já pré estabelecidas na qual tem que apenas seguir regras, os grupos envolvidos nesse dia buscaram justamente isso, explorar junto com elas, fazendo delimitações improvisadas para que pudesse ocorrer um jogo, pensando em brincadeiras novas; Participação de integrantes desse grande e único grupo nas brincadeiras junto com as crianças; Quantidade de crianças que ali estavam presentes, não eram muitas, mas era um número bom para que realizassem as atividades daquele dia.

Relação atividade - aula[editar | editar código-fonte]

Para nós discentes que temos e tivemos o privilégio de participar desse evento devido ao módulo “jogo” no qual é mestrado pelo professor Vinícius, percebemos muitos aspectos relacionados com a leitura de alguns textos deste módulo, como por exemplo a diferença do brincar e jogar, sua complexidade eminente em qual que é um, qual que é outro, a criação de regras, onde podem ser flexíveis ou definidas,com alterações devido ao espaço, tempo ou clima, como o brinquedo pode ser a peça fundamental de um jogo; na conclusão que a “Roza” chega que jogo e brincadeira estão ligados ao ato brincar, do lúdico, da diversão, do desapego a realidade. Percebia-se até mesmo “Callois”, Agon, IIlinx e mimicry, em que variava de acordo com as capacidades das crianças. João Batista Freire atéparecia que estava lá com o capitulo "Como começar, por onde ir?" do livro Educação de Corpo Inteiro, onde ele fala que o jogo sabe o que é bom para o jogo.

Turma Educação Física 10


Introdução e relato 27/05[editar | editar código-fonte]

No dia 27/05 a turma 10 de educação física da Universidade Federal de São Paulo fora incumbida de formular e aplicar projetos de recreação no SESC da cidade de Santos, em relação a semana do brincar. Nosso grupo, por ser responsável pelo registro da aula, foi o responsável pela organização e mediação do evento em si.

Ao chegarmos no espaço cedido pelo SESC ja pudemos observar as áreas destinadas para cada projeto. Confirmamos algumas ultimas coisas com cada grupo e fomos conversar com os responsáveis do SESC sobre como seria o evento.

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No momento subsequente fomos informados de que a área antes apresentada como usual tinha sido alterada de ultima hora, forçando os grupos a alterarem grande parte de seus projetos para poder atender as necessidades do local. Quase que junto a essa informaçao as crianças ja começaram a chegar e rapidamente nos organizamos e orientamos os grupos a seguirem com a base teorica de seus projetos porem que eles mudassem aspectos que necessitariam de outros ambientes ou equipamentos. Um aspecto que depois de cerca de uma hora foi resolvido foi o fato da quadra poliesportiva aonde foram realizados os jogos de pega estava a principio molhada, impossibilitando o seu uso até certo momento em que o sol pode secá-la.

Em cerca de 20 minutos, o local ja estava tomado por crianças de 7 a 12 anos de idade, que puderam escolher livremente o que gostariam de fazer, por quanto tempo e quando quisessem.


Desenvolvimento das Brincadeiras
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Ao iniciarmos os trabalhos no SESC, recebemos os primeiros grupos de crianças, distribuindo-as nos diversos circuitos de brincadeiras. Entre as quais tinha uma trave de equilíbrio no qual chamou muito a atenção das crianças, pois era possuía grande comprimento e exigia delas uma grande concentração ao passar por ela. Percebidamente, as crianças viram como propriamente uma brincadeira, e não como uma competição. Muitas delas brincaram nesta trave, e também houve a participação de alunos portadores de necessidades especiais de uma escola local da cidade de Santos/SP. Embora possuíssem limitações físicas e psicológicas, os alunos usufruíram bastante da brincadeira, contando sempre com a ajuda de monitores sempre visando à segurança. 

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Brincadeiras como cabo de guerra estavam no circuito, gerando uma disputa saudável entre as crianças e contando também com a participação dos monitores, no qual estava objetivando não uma guerra de forças, mas sim, a interação de varias crianças que pudesse proporcionar o riso através de uma disputa. 

Houve brincadeiras com corda, no qual houve a participação de alunos muito habilidosos e com muita agilidade corporal. Logo foram notadas as diferentes formas de encarar aquela brincadeira, quando não se tem muita confiança percebe-se um recuo e já quando tem se confiança, a participação é bem desenvolvida e sem receios. Após mudou a forma de usar a corda como brincadeira e fazendo com que as crianças avançassem numa dificuldade um pouco maior. Viravam mortais, saltos de uma grande dificuldade de execução, também com presença de monitor na área de pós-salto ao pular a corda, para que se evitasse ao máximo e garantisse a segurança da criança caso ocorresse um erro de execução do movimento. Ao perceber a desenvoltura de muitos garotos, foi sugerida uma roda de capoeira, aproveitando as habilidades e mudando a brincadeira para que não ficasse monótono o espaço do brincar. Houve grande participação das crianças, alguns monitores, professor de capoeira dos alunos, e acabou gerando um grande atrativo, com cantos, gingados, e o principal muita alegria. 

A parte das brincadeiras da pinacoteca iniciou-se com pouco movimento, as crianças a priore não se interessaram muito por as mesmas, mas depois houve um bom movimento de crianças mais novas, porém não se teve uma grande interação. 

A parte de ginástica foi um grande atrativo para muitas crianças, com uso de bolas, arcos, fitas, e envolveu crianças de idades bem variadas, inclusive bem pequenas, o que demonstrou uma confiança no trabalho apresentado e em quem desenvolvia e supervisionava a brincadeira. 

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Na quadra as brincadeiras deram inicio um pouco mais tarde devido ao piso dela estar molhado, não sendo seguro as crianças, e só depois de 30 minutos pode se dar iniciadas as atividades. Realizaram-se diversas brincadeiras como as que executadas em quadra, exemplo NUNCA três, e entre outras como rouba bandeira, e havendo uma grande interação de brincadeiras das crianças com as propostas pelos monitores, havendo novas formas de aprendizado de algumas brincadeiras.  

Houve alguns videogames instalados que atraiu a atenção de algumas crianças, mas, não tanto quanto poderia se imaginar. As crianças estavam preferindo brincadeiras tradicionais em vez a um videogame. 

Uma simples brincadeira com uma espécie de roda gira, brinquedos grandes no qual começou com uma criança simplesmente girando em cima, e logo uma delas deu a ideia de enrolar uma corda e puxar para que se tivesse a rotação. Atraiu bastante a atenção das crianças, por todo o tempo praticamente das atividades no SESC. 

No geral, houve uma grande interação entre as crianças e monitores, com grande comprometimento e qualidade, no qual foi visando principalmente à segurança das crianças na execução das brincadeiras, agindo com eficácia.

Encerramento[editar | editar código-fonte]

Conforme o previsto de acordo com o horário os circuitos montados pelos alunos da Unifesp foram sofrendo com uma queda gradual de crianças que estavam voltando para suas escolas após passarem o dia brincado e se divertindo pelos diversos circuítos montados pelo SESC.

Desse modo os alunos da Unifesp foram se despedindo das crianças e encerrando as atividades para se reunir com os demais monitores e com o professor Vinicius em uma sala, para cada grupo dar o seu parecer de como ocorreram a atividades e de que modo conduziram as adversidades.

Logo após todos os alunos se reunirem na sala o professor Vinicius deu inicio aos seus comentários sobre o que ele observou das atividades desenvolvidas e expos alguns pontos e desse modo abriu-se um momento de discussão onde os alunos também colocaram alguns do seus pareceres para serem discutidos e que causaram recordação das aulas de Jogos.

No meio do debate um dos assuntos que mais chamou atenção e que causou reflexão foi ver a relação dos entre as crianças e os monitores que ao mesmo tempo que os alunos da Unifesp que monitoravam e ensinavam algumas brincadeiras para as crianças, elas ensinavam algumas brincadeiras diferentes que os alunos não tinham conhecimento e que levou a um ensino mútuo e enriqueceu o conhecimento das crianças e acredito que muito mais dos alunos graduandos.

Além dessa relação de ensino mútuo, durante as atividades os alunos relataram que viram na pratica alguns aspectos que foram trabalhados nas aulas através dos textos como exemplo os conceitos de classificação de jogos de Callois que dentre os 4 tipos de classificação (Agôn, Alea, Mimicry e Ilinx ) os que mais se destacaram foram os jogos classificados na categoria de Agôn principalmente no momento do cabo de guerra e de Ilinx no momento em que as crianças giraram no carretel.

Ao final da reunião os alunos e o professor chegaram a conclusão de que o a realização das atividades foi bem feita e atendeu as todas as expectativas que foram impostas para que o projeto fosse concretizado.

Turma Educação Física 10

AVALIAÇÃO DO PROFESSOR[editar | editar código-fonte]

  • NOTA FINAL (atualizada em 23/6): 7,5

1) Assiduidade e pontualidade do grupo no registro e apresentação da aula que é responsável (1,0/1,0)

2) Publicação da aula em forma de relatório da lição (desejável formato multimídia, com descrição convidativa, uso de texto, imagens e hiperlinks para publicações de slides, áudio e vídeo em sites de compartilhamento como youtube).(6,5/ 8,0)

3) Revisar a aula publicada pelo grupo anterior ao seu e fazer comentários (0,0 / 1,0)