Pesquisa:Experimentação e modelagem de campanhas de mobilização em saúde/INC/Método

Fonte: Wikiversidade
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O método original da pesquisa está descrito na proposta inicial.

Adaptações no método[editar | editar código-fonte]

Duas ocorrências obrigaram-nos a alterar o método da pesquisa:

  • houve um atraso do processo de acordos mas principalmente de implementação dos serviços
  • houve uma experiência ruim na introdução de múltiplas ferramentas

As consequências e a nova abordagem seguem discutidas abaixo.

Atraso do processo[editar | editar código-fonte]

Com os dois grupos que avançamos em acordos para colaboração, INC e M'boi Mirim, houve atraso de meses para o estabelecimento das ferramentas, no primeiro caso por lentidão e ignorância dos próprios funcionários dos processos burocráticos para requisição do servidor e domínio para o projeto, no segundo caso por adiamento, por parte da chamada do PPSUS, da divulgação de aprovação do projeto submetido pelo hospital, no qual este se enquadraria.

Devido a tal, perdemos janela para utilizar a pesquisa de domicílios da qual herdaríamos uma amostragem representativa.

Sem a amostragem representativa, passa a ser necessário observar o contexto do qual amostraremos.

A alternativas encontradas com os parceiros foram grupos, de diversas naturezas, sujeitos contudo de influência de dinâmica precedente ao experimento.

Assim, a imposição de conexões controladas perde o sentido pois há uma dinâmica paralela a elas.

A proposta possível, nessas condições, é focar na evolução da estrutura desses grupos já existentes.

Experiência ruim com múltiplas ferramentas[editar | editar código-fonte]

Além do problema acima, um parceiro considerou difícil o uso da plataforma Statusnet para comunicação, tendo em vista que os participantes já teriam de aprender a plataforma de mapeamento.

Como as consequências do atraso já retirou o valor de controlar essas conexões, insistir numa plataforma alternativa para comunicação apresenta poucas vantagens.

Assim, daremos preferência por interfaces já adotadas, como e-mail, que ainda permite análise de relações observando o mapa dos diálogos, mas não permite o controle de pareamentos.

Com isso, o foco passa a ser no mapeamento geográfico de incidentes e conceitual de prioridades.

Crítica[editar | editar código-fonte]

Essas mudançás afetam a proposta científica do projeto, pois ao invés de impostos os canais entre os participantes serão observáveis, tornando-se mais uma variável do problema.

Contudo, como ainda podemos registrar essas interações, as medidas de interesse ainda são possíveis e, a princípio, num contexto menos controlado por ser mais próximo do real.

Considero que o projeto fica enfraquecido com isso e buscaremos formas de resgatar a metodologia original no médio prazo, porém essa solução é positiva por permitir-nos, além de obter resultados, por em prática a infra-estrutura majoritariamente comum para ambos os métodos.