Práticas Corporais 2016/Aula 11

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Editores Aula: Davidson Soares e Vittor Carrara

Anfiteatro ana costa

I. Tema e objetivos da aula:[editar | editar código-fonte]

Tema: Artes corporais chinesas: introdução à Filosofia e Fisiologia.

Objetivos: Aprender a direcionar e identificar o qi através de um método de massagem chinesa.

II. Materiais e espaços utilizados:[editar | editar código-fonte]

Materiais: Bexiga.

Espaços: Os espaços utilizados foram o Anfiteatro e a sala de aula (2º andar, nº 1) da UNIFESP, unidade Ana Costa, 95.

III. Método didático:[editar | editar código-fonte]

Demonstração e explicação

A aula foi dividida em duas partes, sendo elas prática e teórica, respectivamente.

Parte prática: Vivência corporal orientada.

Parte teórica: Seminários de leitura.

IV. Descrição das atividades:[editar | editar código-fonte]

INTRODUÇÃO DA AULA – PARTE 1 As imagens podem ser vistas neste link.

Meditação de curta duração
  • Meditação de curta duração : 3 minutos
  • Foi realizada em pé com os braços a meia altura tentado fazer um círculo (como se as pessoas estivessem segurando uma bola suíça).
  • A respiração feita durante a meditação foi em 3 tempos, inspiração em 3 segundos, pausa segurando o ar mais 2 segundos e a expiração em 5 segundos.
  • Após os 3 minutos os alunos posicionaram as mãos no ponto que fica 3 dedos abaixo do umbigo, que se chama Tan Tien Inferior (terra). Ele trabalha o foco, a vontade, a vitalidade, a concentração. Colocando as palmas um pouco abaixo do umbigo, devemos no final da prática recolher a mente e o Qi (energia) no Tan Tien Inferior. Assim, poderemos sentir nosso centro, nossa respiração, e encontrar um momento de calma e interiorização

PARTE 2 As imagens podem ser vistas neste link.

  • Os alunos são divididos em duplas

Conceito da prática:

  • Fluxo da energia do corpo, qi.
  • Focar e conduzir o qi pelo corpo.

A prática é derivada de técnica de massagem japonesa chamada Yurashi Therapy, vide referências neste vídeo. Yurashi significa algo como mexer, balançar. A prática foi feita em duplas e o objetivo é um dos componentes da dupla sentir o fluxo de energia do outro, realizando os movimentos exatos. Todos os "pacientes" que vão receber a massagem devem estar em decúbito dorsal. O professor necessitava de uma pessoa para formar sua dupla, assim os alunos conseguiriam observar os movimentos e na hora de fazer, fariam a execução correta. Os movimentos são realizados por partes, começando pelos pés e indo até a cabeça. Em um primeiro momento um integrante da dupla fica apenas deitado e o outro que realiza a atividade. São movimentos onde o objetivo é gerar ondas pelo corpo e observar em que parte essas ondas fluem mais e em que ponto isso fica mais tensionado, geralmente esses pontos de tensão são lugares onde as pessoas já sofreram algum tipo de lesão, como podemos observar na aula. O Professor Vinícius realizou a massagem em alguns alunos para demonstrar como os movimentos deveriam ser feitos e ensinar a observar os pontos de fluidez e tensão. Depois cada aluno se juntou com a sua dupla e foi realizando uma série de massagens que vou descrever a seguir, depois o aluno que recebeu a massagem realizou no seu parceiro. Essa foi uma atividade que exigia um certo preparo físico, pois movimentar pernas e tronco necessita de uma certa força e isso também demanda de uma boa posição do corpo da pessoa que realiza a massagem.

Fases da massagem:

  • 1º passo: pegada é feita no tornozelo realizando movimentos alternados
  • 2º passo: mesma pegada no tornozelo porém os movimentos são realizados no estilo chicote
  • 3º passo: a pessoa segura na região um pouco abaixo da crista ilíaca e os movimentos são alternados
  • 4º passo: segurar a mão da pessoa que está sendo massageada em posição de manchete e realizar movimentos de chicote
  • 5º passo: continua na pegada da manchete, porém o ângulo de flexão do cotovelo fica a 90º graus realizando o movimento de abdução/adução do ombro na forma de chicote.
  • 6º passo: movimentos alternados balançando os ombros
  • 7º passo: massagem nas costas sendo feita apenas com os dedos, começando na região lombar e conforme for subindo o uso dos dedos vai diminuindo utilizando-se apenas da tração das mãos nas costas (na região das escápulas) e depois “cavocar” a junção dos crânio com a primeira vértebra.
  • 8º passo: Rotação da coluna cervical, movimentos alternados e circulares.

A atividade foi finalizada com as pessoas gerando pressão na região dos olhos após esquentar as mãos.

PARTE 3 As imagens podem ser vistas neste link.

  • Cada aluno recebe uma bexiga e a enchem um pouco
  • Alunos ficam deitados com as costas no chão
  • Professor Vinícius começa a narrar toda a sequência de movimentos e os alunos ficam de olhos fechados apenas desfrutando as sensações que a prática proporciona.

Início da prática em si com a sequência de movimentos:

  • 1º passo: alunos devem se atentar com a respiração ( bexiga não participa ), deitados em decúbito dorsal. Cada aluno faz um escaneamento do próprio corpo, tentando perceber os pontos de calor. Percepção do corpo em relação ao tatame (essa percepção começa apenas do lado esquerdo). Identificar a área de contato do corpo. Após o término do escaneamento do lado esquerdo, os alunos deitam do lado esquerdo, depois, com as costas no chão, tentam perceber a diferença do lado esquerdo e direito. Após esse trabalho com o lado esquerdo, todo o escaneamento é repetido só que do lado direito para poder gerar uma comparação.
  • 2º passo: os alunos colocam a bexiga em cima do umbigo entre a camiseta e a pele e continuam deitadas com os olhos fechados;
  • 3º passo: com a bexiga ainda na barriga, apoia-se as mãos em cima da bexiga para gerar um pouco de pressão;
  • 4º passo: retirar lentamente a bexiga da região abdominal, colocar a bexiga embaixo da mão esquerda apoiando no chão;
  • 5º passo: posicionar a bexiga na região do sacro, sentir em que pontos a bexiga encosta no quadril, sua dimensão e se ela muda sua conformação de acordo com a respiração;
  • 6º passo: colocar a bexiga na base do crânio e perceber de que modo ela se “comunica” com sua cabeça, sua conformidade, onde ela toca mais e perceber as diferenças de apoio;
  • 7º passo: colocar a bexiga na região do quadríceps;
  • 8º passo: bexiga é colocada na região do tornozelo;
  • 9º passo: colocar a bexiga em qualquer lugar do corpo, onde cada aluno se sentisse mais à vontade.

A aula foi finalizada com os alunos em roda fazendo um feedback das sensações que as práticas geraram e reflexões do próprio professor sobre o que foi passado.

As imagens podem ser vistas neste link.

V. Discussões e dúvidas dos alunos:[editar | editar código-fonte]

Não houve dúvidas por parte dos alunos.

VI. Temas Interdisciplinares:[editar | editar código-fonte]

Podemos relacionar a aula com alguns módulos que tivemos durante a graduação, como os módulos MAL e MTS, os quais abordam a anatomia e fisiologia do corpo e do movimento humano. Os módulos de Dança e Ginástica, onde tivemos contato com diversas práticas corporais, também pode ser relacionado com a aula, pois eram práticas que nunca tivemos contato que sempre despertava uma maneira diferente explorar nosso corpo.

VII. Fichamento de texto:[editar | editar código-fonte]

O texto “Lian Gong em 18 terapias”, escrito por Maria Lúcia Lee, aborda uma prática corporal chinesa desenvolvida pelo Dr. Zhuang Yuen Ming, médico chinês, que tomou como base o Tao Yin, outra prática corporal chinesa, afim de previnir e tratar doenças. Com isso, o próprio Dr. Zhuang fala no início do texto sobre a origem e o desenvolvimento do Lian Gong. Segundo ele, seria a junção da medicina terapêutica com a cultura física, porém ele ressalta que a cultura física para os chineses não é a mesma para os ocidentais, pois não é aumento a massa muscular e modelagem física, mas sim “o fortalecimento harmonioso do corpo, permitindo o pleno funcionamento e utilização dos músculos, tendões e ossos”.

O Lian Gong são 36 exercícios criados pelo Dr. Zhuang com base em sua prática clínica e na Medicina Tradicional Chinesa. Assim, ele também utilizou conceitos da medicina moderna para tratar dores por todo o corpo e até doenças crônicas. São exercícios simples e que o paciente pode realizar sozinho.

Em apenas 23 anos o Lian Gong conseguiu atingir diversos países, sendo bem aceito e recebendo prêmios relevantes devido aos seus resultados. Os exercícios terapêuticos chineses têm suas origens nas antigas civilizações, as quais tinham princípios que perduram até hoje. Dentre eles, temos o da longevidade, a qual representa sabedoria, ou seja, quanto mais longevo, mais sábio é o indivíduo. Tal longevidade só pode ser alcançada através do fortalecimento da mente e do corpo.

Como dito anteriormente, o Tao Yin é o princípio do Lian Gong, mas não só, pois também é de todas as outras práticas chinesas e tem como significado “a indução da circulação do qi e do sangue”. O qi seria seria uma espécie de “energia”, a qual comanda o sangue e que necessita de equilíbrio e harmonia para que o corpo não desenvolva alguma doença.

Ao falar do significado do ideograma do Lian Gong, o texto define como:

Lian - Treinar, exercitar

Gong - Trabalho persistente e prolongado que atinge um nível elevado de habilidade

Ou seja, o processo de treinamento através dos exercícios propostos pelo Dr. Zhuang tem como objetivo fortalecer o corpo afim de prevenir e tratar as doenças, porém necessita de persistência e continuidade.

O texto traz as oito principais características do Lian Gong, começando pela “Movimentação global, objetivo específico”, a qual significa que através dos exercícios feitos com a movimentação do corpo todo, atingirá pontos específicos. Outra característica é a de “Mobilizar o Nei Jing (força interna) e obter a percepção sensorial do qi (sopro vital)”, a qual fala mais sobre o qi e sua importância para a medicina chinesa. Para que o Nei Jing seja atingido deve-se obter o equilíbrio do qi, pois ele levará o sangue para os locais que possuem dores ou até mesmo aos locais propícios à lesões. O Nei Jing é uma força que não pode ser vista, entretanto, pode ser sentida, a qual seria um calor produzido pelo exercício executado num local específico (musculatura-alvo).

A terceira característica é “A Terapia e o Exercício se ajudam mutuamente” e que quer dizer que a junção da terapia convencional com a prática do Lian Gong em 18 terapias aumenta a eficiência do tratamento e diminui a sobrecarga dos serviços de saúde, dando também ao paciente uma postura mais ativa em seu tratamento. Dentre os benefícios, temos:

  • Aumento do poder imunológico do corpo.
  • Fortalecimento do físico.
  • Aumento do efeito terapêutico do tratamento médico.
  • Diminuição do tempo de tratamento.
  • Consolidação do efeito terapêutico após o tratamento e prevenção de recaída da doença.
  • Ajuda aos pacientes que têm dificuldades para ir ao médico.

A quarta característica é o “Tratamento para a doença, profilaxia para a saúde”, a qual tem como princípio a abordagem feita por antigos médicos chineses, que nada mais é do que tratar a doença antes que ela apareça, ou seja, fazer a prevenção.

A quinta característica é a “Amplitude e abrangência do movimento depende das articulações”, que se traduz em quanto maior a amplitude do movimento, melhor a fluidez do qi, ou seja, a pequena amplitude de movimento causa a obstrução, deixando obstáculos para a passagem do qi. Assim, os exercícios do Lian Gong aumentam gradativamente a amplitude das articulações.

A sexta característica é o “Movimento Lento, Contínuo, Equilibrado e Natural”. Uma forte característica do Lian Gong é o movimento controlado e isso proporciona ao praticante mais segurança e melhores resultados, segundo o texto. Pois uma pessoa que está com alguma doença ou simplesmente começando a realizar os exercícios de forma profilática, não tem a mesma aptidão que um atleta por exemplo.

A sétima característica é a “Coordenação Espontânea da Respiração com o Movimento”, que preza pela importância da respiração durante a realização dos movimentos, pois uma boa respiração (sem prender ou inibir) proporciona uma maior amplitude das articulações e vice-versa.

A última característica é “Exercícios Simples e Fáceis de Executar”. Por se tratar de pacientes que podem ser desde leigos até profissionais da área, os exercícios são simples e fáceis para que o indivíduo consiga realizar sozinho e que não exija demais da capacidade física dele. Com isso, os exercícios são mais facilmente reproduzidos e difundidos pela população.

Os exercícios do Lian Gong possuem alguns padrões básicos a serem seguidos como:

Padrões básicos de separação dos pés

  • Pés juntos
  • Pés separados na largura dos ombros (abertura pequena)
  • Pés separados na largura de um ombro e meio (média)
  • Pés separados na largura de dois ombros (grande)

Postura da mãos

  • Palmas fechadas em forma de punho
  • Palmas das mãos estendidas e abertas. O polegar forma um ângulo de 90º com o indicador.

Os exercícios são divididos em séries e cada uma possui uma breve introdução que conceitua as patologias que afetam a região anatômica correspondente.

As imagens que ilustram os exercícios estão no livro

Definido pelo símbolo do Yin e Yang, conhecido como diagrama do Tai-chi ou Tei-Ji, é representado por um círculo dividido por uma linha sinuosa, nas cores preto e branco, onde Yin é a metade preta, enquanto o Yang é a metade branca. Nesse jogo harmonioso, ambos possuem uma outra esfera pequena em seu interior, porém de cor oposta, simbolizando o germe do outro, a união e o equilíbrio das forças opostas, complementares e inseparáveis de tudo o que existe.

Alem de trabalhar diretamente com o que é denominado como sendo o controle do chi, tanto externo quanto interno, sendo o tao yin responsável por controlar o fluxo dessa energia e sua ativação

Alongamento

É a passagem da energia do meio interior para o exterior, assim a energia fluirá nesses locais de estímulos e os quais deve se haver a concentração dessa energia, o que equilibra o chi, bloqueando tensões físicas, mentais e dores corporais

Meridianos

Os meridianos seriam os locais de atuação de cada estimulo, eles podem se diferenciar entre órgãos, músculos, articulações e ossos, e cada lugar pode apresentar uma reação ao estímulo.

Movimentos

São muitos os movimentos que acontecem no tao yin, se concentrando em relaxar músculos e tendões, sendo uma forma de liberação de toxinas e outros. Os movimentos se baseiam na harmonização do chi, aliviando os locais de tensão em sua maioria, e fazendo a energia partir de um meio interno para outro externo.

Histórico

Surgiu em 1953, quando Liu Guizheng publicou o primeiro livro sobre, e começou a ser popular em 1958, sendo o nome dado ao conjunto de exercícios realizado durante as sessões, que usa na sua maioria de movimentos de luta e artes marciais.

O Tao Yin também se tornou uma das formas mais antigas da pratica de atividade física na China, podendo ser praticado ao ar livre, em sua maioria em praça e parques. Sendo assim classificado em uma maneira natural de se utilizar esses mecanismos em pró do controle do chi e como tratamento médico Com o passar dos anos os tao yin foi sofrendo modificações e alterações quanto a sua pratica e movimentos, os movimentos baseiam muitas vezes na artes marciais e também em animais, o que se tem relação a questão da geração de movimentos livres.

VIII. Material relacionado:[editar | editar código-fonte]

IX. Relato de um aluno na aula[editar | editar código-fonte]

Pedro Junior - Educação Física - 6º termo

“Após o exercício de massagem me senti com o corpo inteiro mais relaxado, como se os metabólitos tivessem sido eliminados. Além de sentir como se a musculatura tivesse se desprendido durante a massagem, o que ao fim foi bem relaxante. E na atividade da bexiga, a concentração em uma região do corpo foi sensacional, pois em determinada hora, após a realização da tarefa, por um tempo deixei de sentir dores no joelho que costumo ter".

X. Conclusão:[editar | editar código-fonte]

Após a leitura dos textos e a aula podemos concluir que as práticas corporais da medicina tradicional chinesa têm muito a contribuir no tratamento de diversas doenças, sejam elas físicas, mentais ou metabólicas. Essas práticas se tornam cada vez mais efetivas quando são associadas ao tratamento terapêutico clássico. Sua praticidade e simplicidade faz com que nós, como profissionais da saúde, tenhamos mais uma possibilidade de intervenção, ou seja, podemos passá-las para nossos futuros alunos afim de potencializar nossos resultados na promoção da saúde.

Como podemos ver no texto, a disseminação destas práticas corporais terá um efeito a longo prazo de grande magnitude nos serviços de saúde, diminuindo a sobrecarga e influenciando toda a situação política e econômica do país. Isso pode até parecer utópico, porém, como o próprio Lian Gong prega, devemos dar “mil marteladas para centenas de refinações”, ou seja, com cada profissional da saúde transmitindo estas práticas corporais, maior será o efeito sobre a população (com isso, podemos parafrasear com outra passagem do texto, que é “onde chega o qi, chega o efeito”).

X. Crítica/Comentário sobre a documentação da aula anterior:[editar | editar código-fonte]

A aula anterior (aula 7) foi bem documentada, entretanto, ficou um pouco carregado de texto devido à falta de imagens, sendo elas apenas em links. O tópico "Descrição das atividades" poderia sofrer algumas alterações em relação à escrita, pois algumas falas estão confusas devido aos erros ortográficos e de coesão textual.

XI. Referências Bibliográficas:[editar | editar código-fonte]

  • LEE, Maria Lúcia. Lian Gong em 18 terapias: forjando um corpo saudável. São Paulo: Pensamento, 1997.
  • CHIA, Mantak. Tao Yin: exercícios para revitalização, saúde e longevidade. São Paulo: Cultrix, 2000.


AVALIAÇÃO DO PROFESSOR[editar | editar código-fonte]

  • NOTA FINAL: 7,25

1) Assiduidade e pontualidade do grupo no registro e apresentação da aula que é responsável (1,0/1,0)

2) Qualidade da leitura apresentada escrita e oralmente (2,5/3,0)

3) Publicação da aula em forma de relatório da lição (desejável formato multimídia, com descrição convidativa, uso de texto, imagens e hiperlinks para publicações de slides, áudio e vídeo em sites de compartilhamento como youtube).(3,25/5,0)

4) Revisar a aula publicada pelo grupo anterior ao seu e fazer críticas e comentários complementares (0,5/1,0)

COMENTÁRIOS[editar | editar código-fonte]

O relato das atividades está bastante sintético, o que ajuda o leitor a se localizar, mas carece de detalhes e rigor, algo que pode ser atingido com uma linguagem consistente e técnica que articule todo o conhecimento desenvolvido até este momento da formação em Educação Física e o que já foi desenvolvido no módulo. Exemplos: "1) MÉTODO. Parte prática: vivência corporal orientada... (termo mais usual); Parte Teórica: Seminários de leitura... (termo mais usado) ; 2) DESCRIÇÃO DA AULA: bola suíça (ao invés de bola de pilates); mãos abaixo do umbigo (lembrar que o ponto que fica 3 dedos abaixo do umbigo se chamaTan Tien Inferior (terra)_ ele trabalha o foco, a vontade, a vitalidade, a concentração. Colocando as palmas um pouco abaixo do umbigo, devemos no final da prática recolher a mente e o Qi (energia) no Tan Tien Inferior. Assim, poderemos sentir nosso centro, nossa respiração, e encontrar um momento de calma e interiorização)." Portanto, sugere-se que o relato procure desenvolver uma linguagem técnica para a descrição dos exercícios específicos desta aula a partir do repertório que o grupo já possui, a exemplo desta boa descrição: "continua na pegada da manchete, porém o ângulo de flexão do cotovelo fica a 90º graus realizando o movimento de abdução/adução do ombro na forma de chicote". Os demais exercícios repetidos e já narrados em outras aulas não carecem de repetição, bastando apontar link para a aula descrita pelos colegas anteriormente. Em relação aos textos, foram bem apresentados e explicados na wiki, com concisão e precisão. A única sugestão seria excluir a parte dos ítens dos movimentos das séries, pois fica muito cansativo em texto. No material relacionado, o grupo também pode ser livre para buscar outras referências além daquelas trazidas pelo professor. E inclusive utilizar estas referências para fazer menção nas conclusões, como um processo de desenvolvimento das reflexões trazidas pela aula. Em relação ao material multimídia, foi inserido a contento, mas a sua organização não facilita tanto o visualização do leitor, pois só no final da parte 3 tem um link com imagens que mostram vários passos. A crítica ao grupo anterior foi demasiado sintética e mereceria uma análise mais detalhada, até porque a crítica feita sobre a escassez de imagens na wiki (somente nos links) também pode ser aplicada a esta aula 11.