Seu Bus/Entrevistas PSP2

Fonte: Wikiversidade
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Nome: Diego Gabriel

Estudante da UnB

Mora em Samambaia

Quando perguntado sobre as dificuldades, o entrevistado relatou que diversas vezes perdeu o último ônibus que ia direto da UnB para sua casa. Dessa forma algumas vezes teve que gastar do próprio dinheiro pois precisaria usar mais de um ônibus e seu crédito do passe estudantil havia acabado.

O entrevistado relatou com menos ênfase a superlotação dos ônibus.

Nome: Jean Carlos

Estudante de História na UnB

O principal ponto citado pelo entrevistado foi o despreparo dos motoristas.

“Mesmo com o ônibus lotado, o motorista não liga e dirige rápido. Diversas vezes trombo em outros passageiros por causa disso.”

Vendedora de shopping

Mora no bairro Lúcio Costa

A entrevistada reclamou sobre ficar meia hora ou mais no ponto de ônibus e às vezes o motorista não parar quando ela faz sinal. 

“Você chega na parada meia hora antes, sendo que o ônibus demora muito para passar e o motorista não para quando você chama.”

Nome: Lucas Guimarães

Idade: 21 anos

Estudante de Engenharia de Produção na UnB

Morador do Gama

O entrevistado mostrou-se indignado com a falta de pontualidade dos ônibus.

“Você não sabe a hora exata que o ônibus vai chegar, é uma bagunça.”

Nome: Gutemberg

Idade: 22 anos

Estudante de Engenharia de Produção na UnB

O entrevistado disse que os funcionários são despreparados 

“Os motoristas não nos respeitam de jeito nenhum.”

Nome: Gabriela

Estudante de Direito no UniCeub

Moradora da Asa Sul

A estudante se queixou da falta de infraestrutura dos ônibus.

“Às vezes prefiro ficar em pé do que sentar nas cadeiras, porque elas são duras, desconfortáveis e muitas vezes estão quebradas.”

Nome: Vitor Henrique

Estudante do Ensino Médio (Marista João Paulo II)

O entrevistado disse que espera muito tempo nas paradas de ônibus sem ter ideia de quando o ônibus vai chegar.

“Como eu não pego ônibus em horários fixos, às vezes acabo esperando uma hora pelo ônibus por falta de informação”

Nome: Cida

Babá na Asa Norte, mora na Ceilândia 

A entrevistada disse que quando começou a trabalhar no seu novo emprego, não sabia que existia uma linha que a levava direto para casa, então andava até a rodoviária para pegar seu ônibus

Nome: Maria 

Diarista na Asa Norte, moradora Aguas Lindas 

Alegou a falta de higiene e de cuidado nos ônibus. “Já cochilei no ônibus e acordei um uma barata no meu pé”. Maria disse que muitas vezes os ônibus estão fedendo e com enferrujados pelo transporte.

Nome: Lucas Bispo

Estudante de Matematica na unb, morador de Brazlândia 

O entrevistado alegou que quando chega na parada no horário fora da rotina, os ônibus demoram muito para passar na maioria das vezes, fazendo-o utilizar transportes irregulares. O estudante afirmou que os horários dos ônibus disponibilizados são desatualizados. 

Nome: Bruno

Estudante de Letras na unb, morador de Taguatinga

Um dos principais pontos citados pelo estudante é a questão do atraso dos ônibus, fica difícil saber o horário exato, fazendo com que desperdice bastante tempo na parada. O entrevistado também citou o problema quanto ao número de passagens disponibilizadas do passe estudantil, sendo que muitas vezes precisa utilizar mais que o limite diário fornecido. 

Nome: Rafael

Estudante de Educação Física, morador de Brazlândia

O estudante criticou a falta de frota de ônibus para determinadas linhas, onde se ele perder o ônibus de determinado horário, o próximo demora muito para passar causando atrasos. O entrevistado também alegou problema com o aumento de passes depois da manutenção anual de cadastro do passe livre em 2016, onde os cadastros são resetados para quantidade de acesso suficiente para apenas duas viagens por dia durante um mês usando de segunda a sexta. Assim, as pessoas que precisam fazer mais de duas viagens por dia precisam pedir aumento de acesso com justificativa, onde o estudante teve problemas devido à burocracia desse processo ficando dois meses sem o aumento, tendo que pagar pelas passagens durante a última semana de cada mês.