Tecnopolíticas: ciência e tecnologia na construção de mundos

Fonte: Wikiversidade

Sobre[editar | editar código-fonte]

Disciplina eletiva do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo.

Em razão da Pandemia e disciplina sera oferecida em ambiente virtual

Professor Responsável: Prof. Dr. Henrique Zoqui Martins Parra.

contato: henrique.parra [arroba] unifesp.br

Como participar e onde assistir[editar | editar código-fonte]

A matrícula para estudante regular (cursando pós-graduação) já foi encerrada. Mas, caso você tenha interesse em participar do curso, acompanhando os seminários e as leituras, é só me enviar um email se apresentando.

Período e Carga Horária[editar | editar código-fonte]

Local: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Quando: 1° semestre de 2021, 12 sessões às terças-feiras, 15:00hs às 18:00hs.

Carga horária total: 90 horas, 6 créditos

Ementa[editar | editar código-fonte]

A Pandemia Covid19 coloca-nos diante da urgência de retomar as reflexões em torno das possibilidades de mudança social num mundo onde as interconexões entre tecnologia, ciência, economia e política produzem um arranjo societal marcado pela ampliação das formas de dominação tecnopolítica e acelerada crise socioambiental. Nem mesmo a intrusão viral na escala planetária foi capaz de fazer "parar a máquina"! O curso promove um diálogo entre contribuições dos estudos sociais em ciência e tecnologia (ESCT) e da teoria política, tendo como fio condutor a relação entre desenvolvimento tecnológico, configurações de mundo e a fabricação de futuros imaginados. Iremos investigar como os arranjos sociotécnicos adquirem força política na sustentação de modos de vida; analisar as tensões sobre perspectivas tecnológicas e a tecnodiversidade reivindicada por coletividades que interrogam a monocultura tecnocientífica; refletir sobre a trama saber-poder-tecnologia na atualização das formas coloniais de produção do presente e dos cenários futuros sob disputa.

Objetivos[editar | editar código-fonte]

  • investigar a relação entre o desenvolvimento tecnológico e as dinâmicas sociopolíticas;
  • investigar os agenciamentos sociotécnicos nas configurações sociais, econômicas e políticas;
  • investigar as relações entre a produção de imaginários futuros e a relação saber-poder no presente;
  • investigar experiências de produção tecnopolítica alternativas.

Conteúdo Programático[editar | editar código-fonte]

  • Sociologia da tecnologia e das relações tecnicamente mediadas.
  • Tecnopolíticas e tecnociência.
  • Tecnologia e narrativas sobre o futuro: trabalho; cidade; infraestruturas; raça e gênero.
  • Cosmopolíticas e cosmotécnicas: antropoceno e tecnoceno

Metodologia de Ensino[editar | editar código-fonte]

  • Seminários
  • Aulas expositivas
  • Produção de documentação colaborativa em plataformas online.

Avaliação[editar | editar código-fonte]

  • Seminários: cada estudante ficará responsável por apresentar brevemente algumas questões de um texto selecionado para discussão em sala. Não se trata do habitual "seminário de texto/autor". Esperamos que as/os participantes façam uma breve intervenção dialogando com os argumentos centrais do texto (aprox. 10 minutos), mas principalmente, criando 2-3 questões disparadoras para nossa discussão em sala (+ 5 minutos). A idéia é que essas questões ajudem a relacionar o texto com temas/problemas que estamos vivenciando.
  • Ensaio sistematizando as discussões do dia, na forma de um pequeno texto a ser publicado no site da disciplina. O texto deverá ter entre 5000 a 10.000 caracteres (com espaço) e deverá ser entregue até 10 dias após a realização do seminário.
  • Trabalho coletivo multimídia (podcast, entrevista, video) a partir de tema de livre escolha, articulado a textos/autorxs do curso.
  • Frequência (mínima 75%).

Cronograma[editar | editar código-fonte]

Aula 1: 23 de março[editar | editar código-fonte]

  • apresentação do curso
  • apresentação participantes
  • distribuição dos seminários
  • avaliaçao e trabalho final
  • documentação do percurso da disciplina
  • infraestrutura digital de comunicação e documentação: lista de email; grupo no zap/telegram.

Aula 2: 30 de março: Pandemia e Capitalismo[editar | editar código-fonte]

Pandemia e tecnopolíticas: Notas introdutórias para aula 2

Textos principais

  • WALLACE, Rob. Pandemia e agronegócio: doenças infecciosas, capitalismo e ciência. São Paulo, Editora Elefante, 2020. A virologia política da agricultura offshore (Parte 1); Um estranho algodão (Parte 5); Neoliberizar as florestas do Oeste Africano produziu um novo nicho para o Ebola? (Parte 7); Desigualdade estrutural e covid-19 (Parte 8).

Complementar

  • TSING, ANNA. Margens Indomáveis: cogumelos como espécies companheiras. Ilha, Florianópo- lis, v. 17, n. 1, pp. 177-201, jan/jul, 2015.
  • Jason Moore - El Capitalismo en la Trama de la vida: ecologia e acumulação de capital. Madrid: Traficantes de Sueños, 2020.
  • SAXE-FERNÁNDEZ, John. Sociología política del colapso climático antropogenético: capitalismo fósil, explotación de combustibles no convencionales y geopolítica de la energía.
  • MARQUES, Luiz. A ilusão antropocêntrica. In: Capitalismo e colapso ambiental.

Aula 3: 6 de abril: Tecnosistema: tecnologia e política[editar | editar código-fonte]

Notas introdutórias aula 3: Tecnosistema: tecnologia e política

Complementar

Aula 4: 13 de abril: Tecnoceno e Hegemonia Cibernética[editar | editar código-fonte]

Complementar

(textos disponíveis no drive virtual)

  • MARTINS, Hermínio. The technocene : reflections on bodies, minds, and markets. New York: Anthem Press, 2018 (Cap.1 The Technocene).
  • MARTINS, Hermínio. The Metaphysics of Information: The Power and the Glory of Machinehood. Revista Lusófona de Ciência Política e Relações Internacionais, 2005, 1, 165-192.
  • MARTINS, Hermínio. Experimentum Humanum – civilização tecnológica e condição humana. Fino Traço, Belo Horizonte, 2012. (Cap.VIII: Aceleração, Progresso e Experimentum Humanum).

Aula 5: 20 de abril - Cidade, Urbano, Infraestruturas[editar | editar código-fonte]

  • Território viral por Rodrigo Firmino
  • ANGOTTI, F. B.; SBARRA, M. H.; RHEINGANTZ, P. A.; PEDRO, R. M. L. R. A cidade na perspectiva sociotécnica: ontologias políticas, agenciamentos urbanos e lugares híbridos. V!RUS, São Carlos, n. 14, 2017. Disponível em: <http://www.nomads.usp.br/virus/virus14/?sec=4&item=1&lang=pt>. Acesso em: 13 Abr. 2021.
  • MCFARLANE, Colin. The city as assemblage: dwelling and urban space. Environment and Planning D: Society and Space 2011, volume 29, pages 649-671. doi:10.1068/d4710

Complementar

  • MOROZOV, Evgeny. & BRIA, Francesca. A Cidade Inteligente: tecnologias urbanas e democracia. São Paulo: Ubu. 2019.
  • GRAHAM, Mark (2020) Regulate, replicate, and resist – the conjunctural geographies of platform urbanism, Urban Geography, 41:3, 453-457, DOI:10.1080/02723638.2020.1717028
  • SMITH, Adrian & PIETRo MARTÌN, Pedro (2020): Going Beyond the Smart City? Implementing Technopolitical Platforms for Urban Democracy in Madrid and Barcelona, Journal of Urban Technology, DOI: 10.1080/10630732.2020.1786337
  • CONSELHO NOTURNO. Um habitar mais forte do que a metrópole. São Paulo: Glac Edições, 2019.
  • MANOVICH, Lev. The poetics of Augmented Space: http://manovich.net/content/04-projects/034-the-poetics-of-augmented-space/31_article_2002.pdf

Seleção Links:

Viral surveillance: Governing social isolation in São Paulo, Brazil, during the COVID-19 Pandemic

China used technology to combat COVID-19 – and tighten its grip on citizens | Amnesty International

Toronto swaps Google-backed, not-so-smart city plans for people-centred vision

Lavits_Covid19_#7: dados e narrativas territorializadas em tempos de pandemia global

Raça e Covid no município de São Paulo”, julho de 2020

Mapa social do Corona - Observatorio das Favelas

Especial Coronavirus - LabCidade-USP

"Não foi em vão" por Rafaela Albergaria, João Pedro Martins e Vitor Mihessen

Aula 6: 27 de abril - Trabalho, Automação e Plataformização[editar | editar código-fonte]

  • SMITH & FRESOLI. Post-Automation (artigo no prelo).

Complementar

Seleção Links

Pandemia, Tecnología y Trabajo

Automating poverty | Technology | The Guardian

La necesidad de luchar contra un mundo ‘virtual’ | ctxt.es

Coronavírus e mundo do trabalho: indicações de leitura – DigiLabour

Aula 7: 4 de maio - Tecnologia, Feminismo e Gênero[editar | editar código-fonte]


Complementar:

Aula 8: 11 de maio - Perspectivas Afrodiaspóricas[editar | editar código-fonte]

Leitura principal:

Complementar:

Aula 9: 18 de maio - Infraestruturas, colonialismo e extrativismo[editar | editar código-fonte]

Aula 10: 25 de maio - Biopoder, informatização e Políticas do Dividual[editar | editar código-fonte]

Aula 11: 1 de junho - Cosmotécnicas e Cosmopolíticas[editar | editar código-fonte]

  • DANOWSKI, D., & VIVEIROS de Castro, E. (2014). Há mundo por vir? Ensaio sobre os meios e os fins. Instituto Socioambiental | Cultura e Barbárie.
  • HUI, Y. (2017). Cosmotechnics as cosmopolitics. E-Flux, 86. https://www.e-flux.com/journal/86/161887/cosmotechnics-as-cosmopolitics/
  • STENGERS, Isabelle. No Tempo das Catástrofes. São Paulo: CosacNaif, 2015.
  • STENGERS, Isabelle. A proposição cosmopolítica. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, Brasil, n. 69, p. 442-464, abr. 2018.

Aula 12: 8 de junho: Apresentação dos trabalhos e avaliação coletiva[editar | editar código-fonte]

Links Selecionados[editar | editar código-fonte]

Colonialismo de dados e esvaziamento da vida social antes e pós pandemia de Covid-19, Nick Couldry

The Coup We Are Not Talking About

A ameaça nada sutil do Colonialismo Digital

What Climate Collapse Asks of Us by Bayo Akomolafe

Pandemia, Tecnología y Trabajo

Controle digital: a entrada das Big Techs na produção de alimentos e na agricultura

Challenging sustainability research: how can methods make a difference?

Um levante da terra na metrópole da asfixia

A Digital Tech Deal: Digital Socialism, Decolonization, and Reparations for a Sustainable Global Economy

El pensamiento en tiempos de pós-pandemia - Arturo Escobar

Entre vírus e devires: a pandemia como informação. Pedro P. Ferreira, Revista ClimaCom, Epidemiologias | Pesquisa – Artigo | ano 7, no. 19, 2020

Autoridade dos conhecimentos científicos, a COVID-19 e outros desafios. Ivan da Costa Marques. Boletim CTS em Foco, n.11, 2020

Bibliografia inicial[editar | editar código-fonte]

ARAUJO, Daniela Camila de; MANICA, Daniela Tonelli; KANASHIRO, Marta Mourão. Tecnopolíticas de Gênero. Cad. Pagu, Campinas , n. 59, e205900, 2020. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-83332020000200211&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 28 jan. 2021. Epub 15-Jan-2021. https://doi.org/10.1590/18094449202000590000

ATANASOSKI, Neda & VORA, Kalindi (2018) Postsocialist politics and the ends of revolution,Social Identities, 24:2, 139-154, DOI: 10.1080/13504630.2017.1321712

BENANAV, A. (2019). Automation and the Future of Work—2. New Left Review, 120, 117–146. http://acdc2007.free.fr/benanav19.pdf

BENJAMIN, R. Retomando nosso fôlego: estudos de ciência e tecnologia, teoria racial crítica e a imaginação carcerária. In: Silva, TARCÍZIO. Comunidades, algoritmos e ativismos digitais: Olhares afrodiaspóricos. Consultoria Editorial: LiteraRUA – São Paulo, 2020.

DANOWSKI, D., & VIVEIROS de Castro, E. (2014). Há mundo por vir? Ensaio sobre os meios e os fins. Instituto Socioambiental | Cultura e Barbárie.

COLETIVO CHUANG. Contágio social: coronavírus e luta de classes microbiológica na China. São Paulo, Veneta, 2020.

FEENBERG, Andrew. Technosystem: The Social Life of Reason, Harvard University Press, 2017.

HUI, Y. (2017). Cosmotechnics as cosmopolitics. E-Flux, 86. https://www.e-flux.com/journal/86/161887/cosmotechnics-as-cosmopolitics/

GAGO, V. and MEZZADRA, S., 2015. Para una crítica de las operaciones extractivas del capital: patrón de acumulación y luchas sociales en el tiempo de la financiarización. Nueva sociedad, 255, 38–52. https://storage.googleapis.com/nuso-webapp-production-files/media/articles/downloads/4091_1.pdf

GUTIÉRREZ, Raquel; Trujillo, Mina; Linsalata, Mina. “Repensar lo político, pensar lo común: claves para la discusión”. In: Inclán, Daniel; Linsalata, Mina; Millán, Már-gara (Coords.). Modernidades alternativas. Ciudad de México: UNAM, 2016.https://kutxikotxokotxikitxutik.files.wordpress.com/2017/11/pensar-lo-politico-pensar-lo-comun_gutierrez-navarro-linasalata-clavescomunfinal.pdf

HARAWAY, Donna; ISHIKAWA, Noboru; GILBERT, Scott F.; OLWIG, Kenneth; TSING, Anna L. Tsing & BUBANDT, Nils (2016) Anthropologists Are Talking – About the Anthropocene, Ethnos, 81:3, 535-564, DOI: 10.1080/00141844.2015.1105838

KRENAK, Ailton. Idéias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019.

LATOUR, Bruno. Onde aterrar: como se orientar politicamente no antropoceno. Ed.Bazar do Tempo, 2020.

MARTINS, Hermínio. The technocene : reflections on bodies, minds, and markets. New York: Anthem Press, 2018.

MARTINS, Hermínio. Experimentum Humanum – civilização tecnológica e condição humana. Fino Traço, Belo Horizonte, 2012.

MEZZADRA, Sandro & NEILSON, Brett (2017): On the multiple frontiers of extraction: excavating contemporary capitalism, Cultural Studies, DOI: 10.1080/09502386.2017.1303425

MOORE, Jason. El Capitalismo en la Trama de la vida: ecologia e acumulação de capital. Madrid: Traficantes de Sueños, 2020.

MOROZOV, Evgeny. & BRIA, Francesca. A Cidade Inteligente: tecnologias urbanas e democracia. São Paulo: Ubu. 2019.

Graham, Mark (2020) Regulate, replicate, and resist – the conjunctural geographies of platform urbanism, Urban Geography, 41:3, 453-457, DOI:10.1080/02723638.2020.1717028

RICO, Santiago Alba. Capitalismo pandémico, 2021: https://ctxt.es/es/20210101/Firmas/34633/

RODRIGUEZ, Pablo Manolo. Las Palabras en las Cosas: Saber, poder y subjetivación entre algoritmos y biomoléculas. Editorial Cactus, Buenos Aires, 2019

SASSEN, Saskia. Interactions of the technical and the social: Digital formations of the powerful and the powerless. https://www.eurozine.com/interactions-of-the-technical-and-the-social/

SASSEN, Saskia. Predatory Formations Dressed in Wall Street Suits and Algorithmic Math. Science, Technology & Society 22:1 (2017): 1–15, DOI: 10.1177/0971721816682783 http://saskiasassen.com/PDFs/publications/Predatory-formations.pdf

SCHOLZ, T. (2016). Cooperativismo de Plataforma. Rosa Luxemburg Stitfung, https://autonomialiteraria.com.br/wp-content/uploads/2020/07/cooperativismo-de-plataforma_web_simples.pdf

SMITH, Adrian Smith & MARTIN, Pedro Prieto (2020): Going Beyond the Smart City? Implementing Technopolitical Platforms for Urban Democracy in Madrid and Barcelona, Journal of Urban Technology, DOI: 10.1080/10630732.2020.1786337

SMITH, Adrian; FRESSOLI, Mariano; ABROL, Dinesh; AROND, Elisa and ELY, Adrian (2016) Grassroots innovation movements. Pathways to sustainability . Routledge, London. ISBN 9781138901216.

SSL Nagbot. (2016). Feminist hacking/making: Exploring new gender horizons of possibility. Journal of Peer Production, 8, 1–10. http://peerproduction.net/issues/issue-8-feminism-and-unhacking-2/feminist-hackingmaking-exploring-new-gender-horizons-of-possibility/

STENGERS, Isabelle. A proposição cosmopolítica. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, Brasil, n. 69, p. 442-464, abr. 2018.

SUCHMAN, Lucy. Agencies in Technology Design. IN: Human-Machine Reconfigurations. New York: Cambridge University Press, 2007.https://www.lancaster.ac.uk/fass/resources/sociology-online-papers/papers/suchman-agenciestechnodesign.pdf

VORA, Kalindi. Tecnoutopias racializadas e coloniais em relação ao futuro do trabalho: entrevista com Kalindi Vora. DigiLabour, 2020. https://digilabour.com.br/2020/11/08/tecnoutopias-racializadas-e-coloniais-em-relacao-ao-futuro-do-trabalho-entrevista-com-kalindi-vora/

Complementar

BASTANI, A. (2019). Fully Automated Luxury Communism. Verso.

BENJAMIN, R. (2016). Racial fictions, biological facts: Expanding the sociological imagination through speculative methods. Catalyst: Feminism, Theory, Technoscience, 2(2), 1-28. https://static1.squarespace.com/static/5bbd85f3809d8e6a1a3c5c9e/t/5bdc1e61032be468ca7594b6/1541152364319/2016-Racial-Fictions-Biological-Facts.pdf

BENJAMIN, Ruha (editor). Captivating technology : race, carceral technoscience, and liberatory imagination in everyday life. Durham : Duke University Press, 2019.

CADENA, Marisol de la. Natureza incomum: histórias do antropo-cego. https://www.scielo.br/pdf/rieb/n69/2316-901X-rieb-69-00095.pdf

FEENBERG, Andrew. A Teoria Crítica de Andrew Feenberg: Racionalização Democracia, poder e Tecnologia. Edited by R. Neder, the University of Brasilia, 2010. https://www.sfu.ca/~andrewf/coletanea.pdf

FRASE, P. (2019). Four Futures. Jacobin, September 2011, 1–14. https://www.jacobinmag.com/2011/12/four-futures/

GARCIA dos Santos, Laymert. Politizar as novas tecnologias: O impacto sociotécnico da informação digital e genética. Editora 34, São Paulo, 2011.

MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna. In: KELLNER, Douglas (Org.). Tecnologia, guerra e fascismo. São Paulo: Ed. UNESP, 1999.

SASSEN, Saskia. ‘Relocating Global Assemblages’: An Interview with Saskia Sassen: http://saskiasassen.com/PDFs/interviews/SS_Relocating_Interview.pdf

SAXE-FERNANDEZ, John (coord.), Sociología política del Colapso Climático Antropogénico. Capitalismo fósil, explotación de combustibles fósiles no convencionales y geopolítica de la energía, CEIICH - UNAM , México, 2018, 369 pp.

SCHWAB, K. (2017). The fourth industrial revolution. World Economic Forum.

STENGERS, Isabelle. No Tempo das Catástrofes. São Paulo: CosacNaif, 2015.

SVAMPA, Maristella. Commodities Consensus: Neoextractivism and Enclosure of the Commons in Latin America, http://maristellasvampa.net/wp-content/uploads/2019/12/Commodities-consensus.pdf

WAJCMAN,Judy. Feminist Theories of Technology In: Sheila Jasanoff, Gerald E. Markle, James C. Peterson, Trevor J. Pinch (Eds.) - Handbook of Science and Technology Studies-SAGE Publications, 2001.