UNIPAITER/II Soeitxawe

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II Congresso Internacional de Pesquisa Científica na Amazônia[editar | editar código-fonte]

O II SOEITXAWE, II Congresso Internacional de Pesquisa Científica na Amazônia, dando continuidade à vocação do I SOEITXAWE, responde igualmente a uma necessidade de agregar os pesquisadores em Rondônia, em uma perspectiva de escuta da realidade local de forma a integrá-la na reflexão científica, assim como também articular uma reflexão sobre as possibilidades de compor com a academia para a melhoria da vida cotidiana das culturas locais. O congresso promove a necessária abertura interdisciplinar que questões ligadas ao fortalecimento das línguas, culturas e conhecimento dos povos tradicionais permitem. O programa é estruturado em mesas de debates temáticos.

O congresso nesta segunda versão é mais uma vez organizado pelos pesquisadores do Grupo de Pesquisa Multilinguismo e Interculturalidade no Mundo Digital do Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência – Universidade Estadual de Campinas em parceria com os sábios Paiter e os professores Paiter através da Associação Metareilá do Povo Indígena Suruí – Gamebey, dentro do escopo do projeto UNIVERSIDADE PAITER A SOEITXAWE, no qual cooperam desde 2016 a UNICAMP e a Associação Metareilá.

A realização do II Soeitxawe, ocorre no Centro de Treinamento da Associação Metareilá do Povo Paiter Suruí, em Cacoal-RO, dias 12, 13, 14 e 15 de outubro de 2019.

Este evento obteve o financiamento da FAPESP (2018/26546-3), e financiamento da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UNICAMP através do PEX-2019 .

Sábios e Professores do II Soeitxawe[editar | editar código-fonte]

Presidentes do II Soeitxawe:[editar | editar código-fonte]

Dr. Almir Narayamoga Suruí

Dra. Claudia Wanderley

Comissão Organizadora:[editar | editar código-fonte]

Dra. Claudia Wanderley (CLE-UNICAMP)

Prof. Rubens Suruí (Associação Metareilá do Povo Indígena Paiter Suruí)

Dra. Paula Vermeersch (UNESP-Presidente Prudente)

Sr. Fabio Basso (CLE-UNICAMP)

Comissão de Apoio:[editar | editar código-fonte]

Dr. Almir Narayamoga Suruí

Prof. Arildo Suruí

Dra. Melissa Volpato Curi

Profa. Nátaly Stefany Pereira

Prof. Robson Monteiro Rodrigues

Comitê Paiter Kobabne Koe:[editar | editar código-fonte]

Sábios, Sábias, professores e professoras Paiter envolvidos na construção da Universidade Paiter a Soeitxawe.

Comitê Científico do II Soeitxawe:[editar | editar código-fonte]

Conselho Executivo do Comitê Científico:[editar | editar código-fonte]

Dr. Ewerton Machado, UFAC;

Dr. Marcelo Gustavo Aguilar Calegare, UFAM;

Dra. Simone Gibran Nogueira, pesquisadora independente.

Membros (por ordem alfabética):[editar | editar código-fonte]

- Dra. Akemi Ino, IAU-USP

- Dra. Alexandrina Monteiro, FE-UNICAMP

- Dr. Almir Narayamoga Suruí, Doutor Honoris Causa, UNIR

- Prof. Arildo Suruí, Associação Metareilá do Povo Suruí

- Me. Anaïs Guéguen Perrin AE&CC / ENSAG / UGA e Habis / IAU/ USP

- Dra. Beatriz Raposo de Medeiros, USP

- Dra. Carolina Tamayo, FE-UNICAMP

- Dra. Cecília Baranauskas, IC-UNICAMP

- Dra. Claudia Marinho Wanderley, CLE-UNICAMP

- Dra. Debora Mazza, FE-UNICAMP

- Dr. Evaldo Becker, UFS

- Dr. Ewerton Machado, UFAC

- Dra. Gabriela Tebet, FE-UNICAMP

- Dra. Itala Maria Loffredo D'Ottaviano, CLE-UNICAMP

- Dra. Jackeline Mendes, FE-UNICAMP

- Me. Joelma Monteiro de Carvalho, UNIVALI

- Dra. Kachia Techio, UNIR

- Dr. Leonardo Renno, USP

- Dr. Marcelo Gustavo Aguilar Calegare, UFAM.

- Dra. Maria Eunice Quilici Gonzalez, CLE-UNICAMP, UNESP-Marília.

- Dra. Melissa Volpato Curi, UnB

- Dra. Michele Amorim Becker, UFS

- Prof. Naraykopega Suruí - Associação Metareilá

- Dra. Nima Spigolon, FE-UNICAMP

- Dra. Paula Vermeersch, UNESP- Presidente Prudente

- Dr. Rodolfo Ertola, CLE-UNICAMP

- Prof. Rubens Suruí, Associação Metareilá do Povo Paiter Suruí

- Dra. Simone Gibran Nogueira, Pesquisadora Independente

- Dra. Simone Hashiguti, UFU

- Dr. Thiago Lopes, IAU-USP

Apoio:[editar | editar código-fonte]

Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, através do projeto FAPESP 2018/26546-3,

Associação Metareilá do Povo Indígena Paiter Suruí,

Pró Reitoria de Extensão da UNICAMP através do PROEX 2019,

UNESCO (Gapmil)

Local e data:[editar | editar código-fonte]

Centro de Treinamento do Povo Indígena Paiter Suruí (Gamebey), Cacoal, Rondônia, Brasil, dias 12, 13, 14 e 15 de outubro de 2019.

Contato:[editar | editar código-fonte]

Para maiores informações, escreva para [[1]]

Resumos de apresentações com financiamento:[editar | editar código-fonte]

Ordem alfabética pelo primeiro nome do autor.

Multilinguismo e Multiculturalismo: espaço acadêmico em terra indígena

Profa. Dra. Claudia Wanderley CLE - Unicamp

Professor Arildo Suruí - Sábio Paiter Suruí

Nos propomos a refletir sobre epistemologias locais e modelos de conhecimento, formas políticas de viver juntos, igualdade de gênero, ambiente e natureza, arte e criação, de maneira a fortalecer o uso da língua, a realização da cultura e do conhecimento dos Paiter Suruí em seu território, em articulação com o “Philosophical Manual: A South-South perspective” da UNESCO. Junto com os participantes desta oficina, que ocorreu em outubro de 2016, queremos discutir como podemos dar visibilidade ao conhecimento que tradicionalmente subsidia seu modo de vida incluindo toda a práxis linguística reconhecida pelos Paiter Suruí e seus modos de entender o que pode vir a ser linguagem. Precisamos também considerar que a amplitude de possibilidades linguísticas, e de interlocução, deve ganhar respaldo na própria construção da dinâmica de trabalho de fortalecimento linguístico, cultural e epistemológico que desenvolvemos junto com os Paiter Suruí, na realização de seu plano de 50 anos. Da perspectiva acadêmica, trata-se de uma oportunidade de deslocar do logocentrismo acadêmico e permitir a co-existência de diferentes modos de significação no trabalho intelectual, o que também abre uma saudável interlocução com outras etnias que sistematizaram sua tradição no âmbito acadêmico, como por exemplo o povo Sami, no Ártico. Ao integrar estas antigas tradições dos povos originários estabelecemos uma troca que amplia e permite novas abordagens acadêmicas relativas ao nosso ecossistema, nossas relações com o mundo e abre para todos nós uma outra possibilidade de buscar soluções conjuntas que prestigiem o bem comum e a parceria intercultural.

Pensar Educação em diálogo com os Paiter-Suruí

Profa Dra. Jackeline Rodrigues Mendes – Faculdade de Educação - Unicamp

Profa. Dra. Carolina Tamayo Osorio – Universidade de Antioquia - Colômbia

Prof. Dr. Almir Narayamoga Suruí - Associação Metareilá do Povo Indígena Paiter Suruí

A proposta desta comunicação é apresentar discussões possíveis em torno do pensar sobre Educação, em uma ótica decolonial (Mignolo 2003, 2007, Lander, 2005, Walsh, 2007), a partir do trabalho desenvolvido na oficina do Projeto Universidade Paiter a Soeitxawe: Educação para o povo Paiter-Surui. A oficina promoveu um diálogo intercultural entre os sentidos sobre a Educação Ocidental Moderna, centrada na escolarização disciplinarmente organizada, e a Educação Paiter Suruí. Esse diálogo foi construído a partir de questões relativas aos espaços, temporalidades e formas de conhecer que fazem parte do currículo promovido nessas duas formas de Educação. Algumas das questões que movem o diálogo e a discussão são: quais as formas de pensar os tempos e os espaços do aprender na escola e para os Paiter-Suruí? Como entendemos a ideia de currículo na promoção de um processo educativo? Como entendemos currículo no espaço escolar? Como os conhecimentos são organizados no(s) currículo(s)? Quais deslocamentos sobre os sentidos em torno de Educação nos são provocados ao conhecermos elementos da Educação Paiter?

Direitos Territoriais Indígenas e Sustentabilidade

Profa. Dra. ​Melissa Volpato Curi

Professor Rubens Naraikoe Suruí - Associação Metareilá do Povo Indígena Paiter Suruí

Os direitos instituídos pelo Estado aos povos indígenas estão dispostos na Constituição Federal, no Estatuto do Índio e em documentos internacionais ratificados pelo Brasil, como a Convenção 169 da OIT e a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas. O estabelecimento de direitos a esses povos existe desde o período colonial, quando já se reconheciam os direitos territoriais indígenas por meio do instituto do indigenato. De lá para cá, pode-se dizer que as legislações pátrias avançaram no reconhecimento e garantia desses direitos, consolidando-os de fato com a promulgação da Constituição Federal de 1988. De uma visão antropológica que questionava a humanidade dos índios e, posteriormente, de uma postura assimilacionista, a percepção instituída se modificou para reconhecer os direitos dos povos indígenas e fazer que seus usos e costumes sejam respeitados. Dentre os preceitos da atual Constituição, vale citar o reconhecimento do direito originário dos povos indígenas sobre as terras que tradicionalmente ocupam, o dever do Estado em demarcá-las e o direito de usufruto exclusivo dado aos indígenas sobre os recursos naturais dispostos em suas terras. No entanto, apesar dos dispositivos constitucionais, na prática, os direitos culturais indígenas são constantemente desrespeitados e seus direitos territoriais vilipendiados. Houve um avanço na legislação, mas o contato com a sociedade envolvente continua ocorrendo da mesma forma como acontecia no período colonial. A legislação não mudou o costume ocidental - os indígenas continuam sendo evangelizados, os recursos naturais do solo e subsolo dispostos em suas terras continuam sendo roubados e os interesses econômicos continuam regendo o suposto desenvolvimento do País. Por outro lado, os indígenas, trilhando um caminho de autodeterminação, cada vez mais, apropriam-se de seus direitos e passam a reger o seu próprio destino. Nesse contexto, a mesa “Direitos Territoriais Indígenas e Sustentabilidade” pretende abrir uma roda de conversa sobre o direito dos povos indígenas sobre as suas terras e os caminhos para um desenvolvimento sustentável. Além de um debate sobre as normas existentes para a defesa dos direitos territoriais indígenas, pretende-se analisar as principais ameaças a esses direitos e levantar propostas de sustentabilidade social, ambiental, cultural e econômica para os povos indígenas.

Debates sobre História Paiter e não-Paiter

Profa. Dra. ​Paula Ferreira Vermeersch

Professor Agamenon Suruí - Sábio Paiter Suruí

A partir da Oficina de História, no âmbito do Projeto da Universidade Paiter-Suruí, a presente comunicação, conjunta com os integrantes da atividade, ministrada em julho de 2017 na Aldeia Lapetanha, se pretende debater conceitos relacionados ao que os não-Paiter chamam de História. A ementa das disciplinas Paiter da Universidade, construída na oficina, é a base deste debate.

Psicologias Indígenas e Libertação: descolonização e indigenização de conhecimentos e práticas

Profa. Dra. Simone Gibran Nogueira

Prof. Pamadele Suruí - Sábio Paiter Suruí

Dentro da dimensão da descolonização, psicólogos/as críticos/as e de povos originários denunciam a irrelevância das Psicologias acadêmico-científicas ocidentais, implantadas colonialmente, para atender às necessidades dos grupos e povos locais/colonizados. Segundo os/as pesquisadores/as, a Psicologia serviu, e ainda serve, como um aparelho das Ciências Sociais Neo Coloniais para promover o cativeiro mental, a dependência acadêmica ou a imitação cega (Nogueira, 2016; Parker, 2015 e 2014; Martin-Baró, 2009a e 2009b; Nobles, 2006). No entanto, não basta a crítica ao que está posto como hegemônico. Libertar implica, especialmente, conhecer, reconhecer e valorizar heranças humanas originárias mantidas na vida cotidiana de diversos povos. Os mesmos povos que foram perseguidos e marginalizados brutalmente durante os últimos séculos desde a colonização eurocentrista. Apesar dos processos genocidas seculares, estes povos mantiveram heranças milenares em suas práticas sociais cotidianas. De acordo com Paredes-Canilao et. al. (2015), o processo de indigenização de conhecimentos diz respeito a uma reconstrução das ciências psicológicas, informada por visões de mundo locais ou originárias. Isto significa produzir conhecimentos informados por referências históricas dos povos originários em diferentes contextos. Conhecimentos produzidos a partir de “nós-falando-entre-nós-mesmos, usando nossas próprias categorias e para o nosso próprio interesse”. Estes “Nós” representam todos aqueles povos marginalizados e excluídos que compõem as maiorias do mundo e que não correspondem a norma desumana do eurocentrismo, racista e patriarcal.

Psicologia e pessoa indígena: uma proposta a partir dos Paiter Suruí

Prof. Dr. Marcelo Gustavo Aguilar Calegare

Prof. Pamadele Suruí - Sábio Paiter Suruí

Prof. Raimundo Suruí - Sábio Paiter Suruí

Conforme a corrente da Psicologia ocidental, se estuda a formação psicológica de um ser humano segundo a compreensão de indivíduo, sujeito ou pessoa. A partir disso, uma série de categorias psicológicas foram elaboradas e desenvolvidas para explicar e predizer o comportamento humano, seja isoladamente ou em coletivos. Após críticas à ciência ocidental e às epistemologias dominantes, muitos estudiosos têm buscado desenvolver novas epistemologias e ontologias a partir dos povos indígenas, nativos ou originários. Nesse sentido, neste trabalho pretendemos discutir linhas gerais de como entender a formação da pessoa indígena, tomando como exemplo o povo Paiter Surui. Assim, nos propomos a conhecer como se dá o processo de formação da pessoa nessa cultura indígena, utilizando um modelo geral e genérico baseado em um tripé desenvolvido a partir do contato com outros povos indígenas: 1. cosmologia, mitos, histórias do povo; 2. rituais que concretizam as narrativas míticas em forma dos ritos, festas, procedimentos, rezas, etc.; 3. práticas cotidianas relacionadas ao convívio de homens e mulheres, jovens e velhos, culinária, vestimentas, práticas produtivas, entre outras, que se interligam aos dois pilares anteriores. Desse modo, buscamos explorar os mitos, histórias, personagens, lugares, rituais cotidianos e modos de ser do Paiter Surui, para extrair todos elementos da vida segundo seu povo. Com todos esses elementos, busca-se sistematizar essas informações para compreender a constituição da pessoa Paiter Surui, com todos elementos visíveis e invisíveis, hierarquias espirituais e sociais, relações entre todos esses seres e paisagens.

Apoio Financeiro: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas - FAPEAM.

Interculturalidade: o conhecimento e a produção artística da cultura Hip Hop com o povo Paiter Suruí

Prof. Vitor Mafra

Mediante ao meu estudo sobre epistemologia, cultura e intersubjetivação desenvolvido junto ao grupo de pesquisa “Multiculturalismo e interculturalidade no Mundo Digital”, e de minha reflexão sobre a produção artístico-cultural e de conhecimento da cultura Hip Hop dentro do espaço acadêmico em “Cultura e Auto-organização: o estudo de caso do Arena do Rap”, exploro as potencialidades das práticas interculturais. Assim posto, o objetivo deste trabalho é promover, a partir das práticas artísticas e interculturais, trocas entre o conhecimento proveniente da cultura Hip Hop com o povo Paiter Suruí, para que assim, seja possível examinar de que forma a sabedoria nessas culturas (não standard) pode ser inserida na produção acadêmico-científica de modo a fortalecê-las e preservá-las.

Protocolo de submissão de trabalhos e parâmetros de avaliação:[editar | editar código-fonte]

Obs.: não abrimos submissão de trabalhos (preferimos nesta edição convidar diretamente nossos interlocutores):[editar | editar código-fonte]

1. Critérios de avaliação por pares

Os membros do comitê são pesquisadores especialistas em diferentes áreas do saber e disciplinas  científicas  e ficarão responsáveis por avaliar trabalhos cuja temática se relacione à sua área  de conhecimento. Esses membros (doravante avaliadores) trabalham em sintonia com a presidente do comitê científico. Os avaliadores receberão certificado da presidência do comitê científico e da presidência do evento.

Os avaliadores deverão seguir os itens de 1 a 4 e basear-se nas perguntas que seguem para atribuir os conceitos: insuficiente, regular, bom ou ótimo

Nenhum resumo/trabalho que obtenha insuficiente será aceito em hipótese alguma.

Todos os trabalhos que obtenham bom ou ótimo serão aceitos.

Os trabalhos que receberem regular serão reavaliados e poderão ser aceitos, a depender do número de inscritos ou de algum ganho em sua proposta (por exemplo: abordagem inovadora da problemática).

2. Estrutura e Conteúdo do Trabalho

Os objetivos da pesquisa discutida no artigo são claros? As ideias são desenvolvidas com fluência e coerência? A argumentação apresentada tem consistência? Há rigor na abordagem teórico-metodológica? Reconhece-se congruência entre objetivos, desenvolvimento e resultados? Os elementos gráficos (se houver) incluídos têm pertinência e qualidade técnica? O texto apresenta correção ortográfica e gramatical, além de adequação estilística?

3. Referências do Trabalho

A interlocução do autor com a literatura da área em questão tem consistência? Os trabalhos referenciados ao longo do texto são pertinentes e atualmente válidos? Os trabalhos referenciados participam efetivamente da construção do conhecimento na pesquisa em questão?

4. Apresentação do trabalho (título, resumo e palavras-chave)

O título do trabalho é claro e adequado? Há elo condutor na apresentação de objetivos, na caracterização teórico-metodológica e nos procedimentos e resultados?  As palavras-chave são pertinentes enquanto indicadores objetivos do conteúdo do trabalho? As traduções ( quando houver: abstract e keywords) desses elementos têm qualidade?

5. Importância do Trabalho

O trabalho contribui para o avanço do conhecimento (conceitual ou empírico) em sua área da pesquisa? O trabalho se caracteriza por ineditismo temático, teórico ou metodológico?

6. Formato dos trabalhos

Língua franca do evento: português brasileiro

7. Os resumos deverão ser escritos em documento do word (docx) e não deverão exceder 4000 caracteres sem espaço. As línguas em que poderão ser escritos os resumos são: português e espanhol e inglês e tupi mondé suruí.

8. Os trabalhos completos

[em breve]

9. Os vídeos: haverá um número limitado de apresentação de vídeos. O vídeo enviado não deve ultrapassar a duração de 10 minutos. Para a avaliação dos vídeos serão levados em consideração os itens acima, adaptados a essa mídia. Assim, no lugar de formatação textual, julgar-se-ão a qualidade de imagem e de áudio, a sequência das imagens e sua relação com o tema e objetivos e a existência de uma tradução (legenda, tradução oral ou outra forma)

para a língua franca do evento que é o português brasileiro.

10. Prazos Importantes: - não há