Cultura livre e criando liberdade

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Cultura, informação e economia[editar | editar código-fonte]

Ao longo da história, diferentes sociedades manifestaram inúmeras formas de organização da cultura. As mudanças mais profundas, contudo, podem ser relacionadas intimamente às características, adquiridas ou impostas, das tecnologias de informação - da escrita à imprensa à radiodifusão e à Internet - e dos regimes regulatórios estatais - da censura ao direito autoral às licenças de uso.

Cultura local[editar | editar código-fonte]

Indústria cultural[editar | editar código-fonte]

Cultura independente[editar | editar código-fonte]

Cultura livre[editar | editar código-fonte]

O monopólio autoral: direito de quem?[editar | editar código-fonte]

Descendente dos mecanismos de censura da igreja católica e das monarquias européias, o direito autoral surge como resquício desses mecanismos durante a liberalização política européia, com o intuito de promover o aprendizado e a produção cultural através da concessão pelo Estado de um monopólio temporário ao autor sobre o uso da obra.

Censura[editar | editar código-fonte]

Obras reféns[editar | editar código-fonte]

Homogenização[editar | editar código-fonte]

Guerra ao compartilhamento[editar | editar código-fonte]

Insurgências poéticas[editar | editar código-fonte]

Apesar de grande parte da herança cultural da sociedade contemporânea encontrar-se confinada, alguns grupos da sociedade desafiam essa condição em diversas frentes, como forma de desobediência civil, para demonstrar o potencial construtivo e a necessidade comunicativa de uma cultura livre.

Arte-ativismo[editar | editar código-fonte]

Compartilhamento de arquivos[editar | editar código-fonte]

Arte vocacional[editar | editar código-fonte]