Educação Aberta/Educação infantil com crianças autistas

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O projeto tem como objetivo ajudar os professores que atuam na educação infantil a compreender melhor crianças autistas, trazendo uma linguagem acessível para esses docentes e indicando vídeos, séries e filmes para serem assistidos, onde irão aprofundar mais o seu conhecimento sobre o tema, além disso, também terá uma entrevista com uma graduanda em pedagogia que teve experiências com três crianças autistas, com objetivos de dar dicas para o pedagogo sobre o autismo. O projeto alinha-se com a resolução n° 5/2009 do Conselho Nacional de Educação (CNE) e o Plano Nacional de Educação (PNEE), trazendo discussões sobre a formação do professor. O projeto se torna importante por tratar da educação inclusiva, pois é um assunto onde é muito debatido na parte teórica, mas ao pôr em prática acaba contendo falhas. Terá uma estrutura simples, para que seja possível a compreensão do docente em relação ao tema, fazendo com que o pedagogo que já passou por uma experiência que considerou difícil no processo ensino-aprendizagem crianças autista, buscar novas soluções para a melhoria do seu ensino, a partir desse projeto.

O que é o Transtorno do Espectro Autista (TEA)[editar | editar código-fonte]

Autismo é um transtorno do desenvolvimento que compromete as habilidades comunicacionais e as interações sociais.[1]

Segundo Araújo (2012) desde de sua ''descoberta'' o autismo despertou curiosidade em diversas áreas como a literatura, ciência e o cinema. Dentro das ciências, assumindo um conceito não definido, em decorrência da abordagem teórica.[2]

Breve Histórico [3][editar | editar código-fonte]

1908 - É criado o termo autismo pelo psiquiatra suíço Eugen Bleuler.

1943 - O termo '' autismo infantil precoce'' é usado pela primeira vez pelo psiquiatra Leo Kanner em sua produção chamada de '' Distúrbios Autístiscos do Contato Afetivo''. A inspiração do termo foi devido a observação de que os sintomas do autismo já apareciam na primeira infância.

1944 - O pesquisador austríaco Hans Asperger produz o artigo denominado de '' A psicopatia autista na infância, evidenciado que o autismo preferencialmente se manifestava em meninos que mostravam alta de empatia, baixa capacidade de fazer amizades, conversação unilateral, foco intenso e movimentos descoordenados.

1952 - É publicado pela a Associação Americana de psiquiatria publica a primeira edição do Manual Diagnóstico e Estatísticos de Doenças Mentais DSM-1. Atualmente esse é um dos principais manuais para pesquisadores e clínicos da área.

1962 - Surgem evidências de que o autismo teoricamente seria um transtorno cerebral que está presente desde a infância, quebrando com a teoria de Leo Kanner de que se tratava de um distúrbio causado por pais emocionalmente distantes.

1978 - Michael Rutter classifica o autismo como um distúrbio do desenvolvimento cognitivo, dessa forma, alterando o que se entendia sobre o transtorno.

1980 - Após a elaboração do DSM-3, o autismo passa a ser reconhecido como uma condição específica, consequentemente se deslocando para uma nova classe, denominada como Transtorno invasivos do Desenvolvimento.

1981 - Lorna Wing conceito de autismo como um espectro.

1994 - Novos critérios para o autismo foram avaliados em um estudo internacional multicêntrico e a Síndrome de Asperger é incorporada ao DSM, ampliando o espectro do autismo, que passa a incluir casos mais leves, em que os indivíduos tendem a ser mais funcionais.

2007 - Dia 2 de Abril é a data escolhida para ser o Dia Mundial da Conscientização do Autismo .

2012 - No brasil, É sancionada a Lei Berenice Piana (12.764/12), que diz respeito a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

2013 - DSM-5 passar a considerar todas as subcategorias do autismo em um único diagnóstico, um único espectro com diferentes níveis de gravidade.

2014 - É realizado o maior estudo sobre as causas do autismo mostrando que os fatores ambientais são tão importantes quanto a genética para o desenvolvimento do transtorno.

2015 - A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (13.145/15) cria o Estatuto da Pessoa com Deficiência

Diagnóstico[editar | editar código-fonte]

O diagnóstico do espectro autista é apenas clínico. Isso significa que, para certificar se uma pessoa é autista, é preciso observar o comportamento do paciente e analisar informações coletadas com as pessoas que convivem com ele, com o auxílio de questionários protocolados, como a escala MCHAT.

As pessoas podem ter:

  • No comportamento: agressão, automutilação, choro, falta de contato visual, gritos, hiperatividade, imitação involuntária dos movimentos de outra pessoa, impulsividade, interação social inadequada, irritabilidade, movimentos repetitivos, repetição de palavras sem sentido, repetição sem sentido das próprias palavras ou repetição persistente de palavras ou ações
  • No desenvolvimento: atraso de fala em uma criança ou dificuldade de aprendizagem
  • Na cognição: falta de atenção ou intenso interesse em um número limitado de coisas
  • Sintomas psicológicos: depressão ou ignora as emoções dos outros
  • Na fala: distúrbio da fala ou perda da fala
  • Também é comum: andar constantemente na ponta dos pés, ansiedade, falta de empatia, sensibilidade ao som ou tique

Segundo Mulick (2009) ainda a uma grande barreira a ser vencida em relação ao diagnostico do autismo, pois ainda falta conhecimento e capacitação profissional em relação ás práticas diagnósticas e a implementação de programas de intervenção.[4]

Entrevista[editar | editar código-fonte]

Entrevistamos uma graduanda em pedagogia chamada Isabela. O intuito dessa entrevista é ajudar os docentes no processo de ensino-aprendizagem com crianças autistas, pois ela já teve experiências com três crianças, ela trará algumas dicas sobre a forma como o professor deverá trabalhar com esses estudantes. A entrevista foi feita de maneira aberta, fazendo com que a entrevistada desse a sua experiência nesse processo.

A entrevistada teve experiência com crianças de 4, 7 e 8 anos. A primeira dica que ela fala é para os professores que irão dar aula precisam saber é sobre o conhecer, conhecer a criança autista, buscar quais são o seus gostos, suas facilidades, criar um relação boa de professor-aluno, pois o aluno trabalha de uma maneira muito individual, o docente tem que buscar novas formas didáticas que são do seu interesse. Ela deixa isso bem claro, quando fala "o autista trabalha muito bem quando tem uma afetividade com a pessoa que está desenvolvendo o seu aprendizado, a afetividades que ele tem com os temas também ajuda muito o docente".

Além do conhecer, outro ponto em que ela dá ênfase na entrevista é em relação a interdisciplinaridade, fazer uma ligação entre as disciplinas para que a criança consiga compreender de uma maneira melhor. Para ela, o método tradicional é uma das piores coisas que se pode fazer com um aluno autista, pois colocar uma criança sentada na cadeira sem fazer com que ela interaja com conteúdo só irá trazer mais dificuldade para o professor. Como ela fala "crianças autistas precisar do toque, tocar em algo, investigar, interagir e o docente precisa buscar atividades lúdicas, para que consigam desenvolver a aprendizagem da criança".

O ambiente para ela também influencia bastante, precisa-se de um ambiente em que não tenha muito barulho, o professor precisa procurar falar em um tom que seja do entendimento da criança, mas não alto, pois, ao falar mais alto com o estudante pode acarretar com que ele reaja de uma maneira em que os professores não estão acostumados e causando frustações e medos para a criança. Tem que buscar falar com esse estudante em forma de uma conversa, mostrando carinho e cuidado com ele.

Isabela termina dando uma dica muito importante para os que estão na graduação e os que já são graduados em pedagogia, de acordo com ela, quando se fala de criança autista "o aluno não encaixa na metodologia do professor, mas sim o professor que se encaixa na individualidade dele, fazendo assim uma construção de um ambiente de aprendizagem, juntos".

Recomendações de vídeos [5][editar | editar código-fonte]

O que é o transtorno do espectro autista, TEA? | Consciência do Autismo

Do diagnóstico autismo, passando pelas intervenções, o autista na escola até à rotina de um adulto autista. A série Consciência do Autismo, oferecido pelo Hospital Infantil Sabará, mostra o que é o Transtorno do Espectro Autista e as relações de afeto e troca que ultrapassam o estigma do diagnóstico.

Como diagnosticar o autismo na infância | José Salomão Schwartzman

Apesar de autismo não ter cura, quanto antes for diagnosticado, melhor. Crianças convenientemente tratadas podem desenvolver habilidades fundamentais para sua reabilitação. O problema é que, muitas vezes, os pais se recusam a admitir que o filho tem algumas características que requerem atenção especial e não procuram ajuda.

Criança autista na escola - Autismo e inclusão social | Consciência do Autismo

o segundo episódio da série Consciência do Autismo, trata-se de como as escolas podem se adaptar para lidar com a inclusão de crianças com deficiências ou transtorno como o transtorno do espectro do autismo (TEA), e de que modo jovens autistas como Vitor, seus colegas e toda a sociedade obtém muitos benefícios com uma educação inclusiva.

Autismo e Aprendizagem escolar

O vídeo baseia-se em um pergunta chave que seria ''quais são os princípios da condução de crianças com autismo na escola?''.

AUTISMO: 20 orientações para os primeiros dias na escola

O vídeo tem o intuito de instruir os pais que tem filhos autista em relação aos primeiros dias na escola, como vimos, cada caso é um caso, mas o vídeo traz caminhos relevantes nessa condução.

Inclusão de pessoas com autismo no mercado de trabalho | Consciência do Autismo

No terceiro episódio da série Consciência do Autismo, conversamos com Danilo e com os profissionais que trabalham com ele para descobrir como é a sua rotina na empresa Danone e como o mercado de trabalho pode lidar e se beneficiar da inclusão de pessoas neurodiversas e com deficiência.

Recomendações de séries[6][editar | editar código-fonte]

The Good Doctor

The Good Doctor é uma série de drama médico estadunidense lançada pela ABC, que no Brasil é disponibilizada pela Globoplay eSony Channel. A trama é baseada na série sul-coreana Good Doctor (2013).

A série mostra a história de um jovem médico cirurgião, portador de autismo e síndrome de savant, Shaun Murphy (Freddie Highmore) que se muda do interior para trabalhar em uma equipe de cirurgia em um hospital de renome. Shaun se depara diariamente com desafios da profissão e tem sua capacidade colocada à prova em todos os momentos.

Atypical

Atypical é uma série norte-americana de comédia dramática original Netflix, criada e escrita por Robia Rashid, que conta a história de um rapaz de 18 anos, diagnosticado dentro do espectro do autismo, que trabalha e estuda, vivendo a efervescência da idade e seu amadurecimento.

Pablo

Pablo é um menino autista de 5 anos de idade muito inteligente que, com ajuda de seus lápis mágicos, cria um mundo interior animado onde é capaz de superar as adversidades com criatividade e segurança.

Touch

Martin Bohm (Kiefer Sutherland) é um ex-jornalista que, após o falecimento da esposa nas Torres Gêmeas em 11 de setembro, passa a exercer uma série de trabalhos diferentes tentando dar um novo sentido à própria vida. Isso inclui tomar conta do filho, Jake (David Mazouz), de 10 anos, que desde que nasceu foi diagnosticado com autismo. Mas Martin começa a acreditar que Jake é mais do que os olhos podem ver. Usando uma série de números em padrão, o garoto leva o pai a fazer descobertas e, assim, começa a traçar um certo equilíbrio entre vários acontecimentos ao redor do mundo. Martin passa então a investigar para descobrir qual é o grande propósito do filho, e os motivos de ele estar no mundo.

Recomendações de Filmes [6][editar | editar código-fonte]

Rain man

O vendedor Charlie recebe a notícia da morte de seu pai e retorna à sua cidade natal. Chegando lá, descobre que tem um irmão autista e que seu pai deixou uma herança de três milhões de dólares à instituição onde ele, Raymond, reside. Ele então leva-o até Los Angeles para, com a ajuda de seus advogados, disputar sua parte da herança e se livrar da custódia do irmão. Porém, durante a viagem Charlie reconhece que Raymond pode não ser irmão que ele queria, mas se tornou o irmão que ele precisa.

Muito além do jardim

Jardineiro simplório chamado Chance cresce fechado na casa do patrão, e quando ele morre é posto na rua. Sem saber nada do mundo além do que via pela TV, ele acaba ficando amigo de homem influente, que confunde sua inocência com sabedoria

Tão perto e tão longe

Um menino de 9 anos perde seu pai no atentado de 11 de setembro em Nova York. Ele acha uma chave em sua casa e acredita ser uma mensagem de seu pai. Começa assim uma comovente expedição pela cidade para achar a fechadura que se abre com a chave.

Vida, Animada

Neste documentário, conhecemos a história de Owen Suskind, um menino autista que ficou imerso em sua solidão por anos, até se envolver com os filmes animados da Disney. A família começou a interagir com ele através dos diálogos e canções das animações.

Temple Grandin

Premiada no Emmy e no Globo de Ouro, Claire Danes interpreta Temple Grandin, uma cientista norte-americana que superou as adversidades do autismo. Com seu doutorado, ela revolucionou o manuseio do gado, criando técnicas que ajudaram a indústria pecuária. Para viver essa mulher na telonas, Danes passou conviveu com Gradin.

O Garoto Que Podia Voar

Girando em torno do autismo não-verbal, o filme apresenta a história de Eric Gibb (Jay Underwood), um adolescente autista que sonha em voar. Com uma guinada mais poética, a obra brinca com a ideia das pessoas começarem a achar que ele pode voar quando ele salva Milly (Lucy Deakins), sua vizinha, de uma queda.

The Story of luke

Depois de crescer protegido pelos avós, Luke (Lou Taylor Pucci) é jogado em um mundo que não tem nenhuma expectativa dele. Na procura de um emprego e de uma namorada e ele não vai aceitar não como resposta.

Panfleto informativo[editar | editar código-fonte]

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Para baixar o panfleto em diversos formatos, veja: https://onlyo.co/2WiwTf0

Desenvolvimento do projeto[editar | editar código-fonte]

Público-alvo[editar | editar código-fonte]

Professores que atuam na Educação Infantil.

Objetivo descritivo[editar | editar código-fonte]

O projeto tem como objetivo ajudar os professores que atuam na educação infantil a compreender melhor crianças autistas, trazendo uma linguagem acessível para esses docentes e indicando vídeos, séries e filmes para serem assistidos, onde irão aprofundar mais o seu conhecimento sobre o tema, além disso, também terá uma entrevista com uma graduanda em pedagogia que teve experiências com três crianças autistas, com objetivos de dar dicas para o pedagogo sobre o autismo. O projeto alinha-se com a resolução n° 5/2009 do Conselho Nacional de Educação (CNE) e o Plano Nacional de Educação (PNEE), trazendo discussões sobre a formação do professor. O projeto se torna importante por tratar da educação inclusiva, pois é um assunto onde é muito debatido na parte teórica, mas ao pôr em prática acaba contendo falhas. Terá uma estrutura simples, para que seja possível a compreensão do docente em relação ao tema, fazendo com que o pedagogo que já passou por uma experiência que considerou difícil no processo ensino-aprendizagem crianças autista, buscar novas soluções para a melhoria do seu ensino, a partir desse projeto.

Objetivos de aprendizagem[editar | editar código-fonte]

PNEE - Art. 3º São princípios da Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida:

I – educação como direito para todos em um sistema educacional equitativo e inclusivo.

III – ambiente escolar acolhedor e inclusivo.

IX – qualificação para professores e demais profissionais da educação.

Cenário[editar | editar código-fonte]

O projeto será voltado para a formação continuada, para que o docente possa aperfeiçoar o seus conceitos em relação ao autismo. Imagina-se um estudante de pedagogia, prestes a se formar, apresentando já o seu TCC, onde teve poucas matérias sobre educação inclusiva e essa matérias que foram dadas, eram de forma superficial, que não adentrava  muito sobre crianças com necessidades específicas, fazendo com que o seu conhecimento sobre este tema seja pouco. Ao terminar a sua graduação terá que colocar em prática o que ele aprendeu, chegando na sala de aula se depara com um turma em que tem uma criança com o autismo, como um bom professor e tendo pouco conhecimento sobre o assuntos, ele irá procurar palestras, vídeos, novas formas para ele aprenda de forma aprofundada sobre o autismo.

Produtos[editar | editar código-fonte]

Para que ocorra o entendimento dos educadores sobre o tema autismo, será utilizado um panfleto, em formato PDF, que será convertido em JPG, onde ele irá fornecer alguns conceitos que auxiliará o docente em seu processo de ensino-aprendizagem com a criança autista Além do panfleto, terá uma plataforma na Wikiversidade, onde adentará mais sobre o assunto, com indicações de séries, vídeos e filmes.

Software utilizado[editar | editar código-fonte]

  • OnllyOffice - escrita do panfleto
  • Smallpdf - Conversão do panfleto que estava em PDF para JPG
  • Wikiversidade - aprofundar mais sobre o autismo

Formato de divulgação[editar | editar código-fonte]

O panfleto será disponibilizado em formato aberto, e a licença que será utilizada é CC BY-SA.

Recursos existentes[editar | editar código-fonte]

Tabela de recursos utilizados
Nome do recurso Tipo Link Licença Uso
Revista Autismo Site https://www.revistaautismo.com.br/?lang=es CC-BY Incorporado na página web
Autismo: intervenções psicoeducacionais Artigo https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932009000100010#**a CC-BY Citação usada na página
YouTube Video https://www.youtube.com CC-BY Incorporado na página web
AdoroCinema Site http://www.adorocinema.com/ CC BY-SA 3.0 Citação usada na página
Autismo e Realidade Site https://autismoerealidade.org.br/ Todos direitos reservados Citação usada na página
Diagnosticando o transtorno autista Artigo https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-44462006000500007&script=sci_arttext CC-BY Citação usada na página

Divulgação[editar | editar código-fonte]

O projeto será disponibilizado na plataforma da Wikiversidade, Autismo? e a paǵina foi migrada para essa página, consolidando o projeto.

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. https://www.revistaautismo.com.br/o-que-e-autismo/ > Acesso: 10 dez. 2020.
  2. BOSA, Cleonice Alves. Autismo: intervenções psicoeducacionais. Rev. Bras. Psiquiatr. , São Paulo, v. 28, supl. 1, pág. s47-s53, maio de 2006. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462006000500007&lng=en&nrm=iso>. acesso em 12 de dezembro de 2020. http://dx.doi.org/10.1590/S1516-44462006000500007.
  3. https://autismoerealidade.org.br/o-que-e-o-autismo/marcos-historicos/ > Acesso: 10 dez. 2020.
  4. ILVA, Micheline; MULICK, James A .. Diagnosticando o transtorno autista: aspectos fundamentais e considerações práticas. Psicol. cienc. prof. , Brasília, v. 29, n. 1, pág. 116-131, 2009. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932009000100010&lng=en&nrm=iso>. acesso em 12 de dezembro de 2020.  https://doi.org/10.1590/S1414-98932009000100010 .
  5. https://www.youtube.com > Acesso: 10 dez. 2020.
  6. 6,0 6,1 http://www.adorocinema.com/ > Acesso: 10 dez. 2020.

Nome dos participantes[editar | editar código-fonte]

Lucas Vinicius Pinheiro Chagas

Maria Eduarda Pereira de Sousa