Educação Aberta/Facebook

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Infográfico contendo 6 dicas sobre como proteger sua conta e segurança no Facebook

O que é ?[editar | editar código-fonte]

O Facebook é a maior rede social de todo o mundo, contando com 2 bilhões de usuários ativos.[1]

O Facebook foi criado em 2003,na Universidade de Harvard, com o nome de Facemash. O site foi criado pelos estudantes Mark Zuckerberg, Chris Hughes, Dustin Moskovitz e o brasileiro Eduardo Saverin, que estavam no segundo ano de faculdade. Em 2005, o Facebook, foi oficialmente inaugurado com seu nome original, logo depois que o conselheiro de Mark Zuckerberg, Sean Parker, co-fundador do Nepster, sugeriu a mudança sutil do nome. Este termo é composto por face (que significa cara em português) e book (que significa livro), o que indica que a tradução literal de Facebook pode ser "livro de caras".[1]

Inicialmente, a adesão ao Facebook era restrita apenas para estudantes da Universidade Harvard. A partir de 2006, o acesso passou a ser liberado para alunos do ensino secundário e também trabalhadores de empresas em geral, logo depois, qualquer pessoa com idade acima de 13 anos podia conectar-se a rede social. Em 2011, o site tornou-se o maior servidor de fotos do mundo,já no final do mesmo ano, o número de usuários que acessavam o Facebook pelo celular, já ultrapassava a marca dos 350 milhões.[1]

O que faz?[editar | editar código-fonte]

Com o Facebook é possível criar um perfil pessoal ou uma Fan Page, e interagir com outras pessoas conectadas ao site, através de trocas de mensagens instantâneas, compartilhamentos de conteúdos e as populares “curtidas” nas postagens dos usuários. Além de executar estas funções, também é possível participar de grupos, de acordo com seus interesses e necessidades, dentro da rede social. Atualmente, é uma das formas mais utilizadas entre aqueles que acessam a internet, para se conectar com outras pessoas e também para realizar buscas rápidas de informações, além de funcionar como espécie de centralizador de contatos.

Desafios e potenciais problemas[2][editar | editar código-fonte]

Dentre os potenciais problemas do Facebook pode se destacar a mudança de algoritmo que facilita a propagação de notícia falsas[3]. A decisão da rede social de priorizar o conteúdo que publicam amigos e familiares frente aos veículos de comunicação promove a propagação de informação falsa. “Isso reforça a tendência do usuário a consumir cada vez mais conteúdo com o qual tem afinidade, favorecendo a criação de bolhas de opiniões e convicções e a propagação das fake news”, disse o jornal Folha de São Paulo[4]. "Os usuários parecem não resistir à promessa de um conteúdo secreto e é a coisa mais fácil do mundo configurar um golpe assim".[5]

Outro problema e o compartilhamento de dados pessoais de seus usuários com inúmeras empresas de tecnologia como Microsoft, Amazon e Netflix. No total, cerca de 150 companhias se beneficiaram destes acordos para entrar nos dados do Facebook. Em troca, o Facebook tinha acesso mais profundo às relações entre os usuários e essas empresas, e poderia sugerir mais conexões, como aquelas que aparecem no recurso "Pessoas que você talvez conheça". O Facebook autorizou ao Bing, a plataforma de busca da Microsoft, a ver todos os nomes das amizades dos usuários do Facebook. À Netflix e ao Spotify permitiu ler as mensagens privadas. A rede social também deu à Amazon acesso ao nome dos usuários e informações de contato e ao Yahoo permitiu ver publicações das amizades.[6]

O site tem uma equipe especializada para cuidar de seus usuários, mas não tem conseguido impedir todos os golpes, como, o Spam, likejacking e questionários patrocinados[7].

O spam envolve realizar contatos repetitivos com as pessoas oferecendo conteúdos ou solicitações indesejadas. Isso inclui o envio de mensagens em massa, publicações excessivas de links ou imagens nas linhas do tempo das pessoas e envio de solicitações de amizade a pessoas não conhecidas pessoalmente.

O likejacking é um golpe do Facebook em que páginas maliciosas na internet, contêm um link “curtir” camuflado – por exemplo, num suposto botão “Play” de um vídeo. Quando o usuário clica, ele “curte” a página e o link é recomendado para seus amigos. Essa técnica é usada para auxiliar a distribuição de conteúdos patrocinados.

O maior problema do Facebook atualmente pode ser o questionário patrocinado e suas variações – um aplicativo no qual o usuário é obrigado a preencher informações antes de continuar. E, muitas vezes, esses aplicativos prometem alguma informação ou vídeo especial. Depois que o usuário preenche o questionário, gerando receita para o golpista, a aplicativo entrega um conteúdo falso e dissemina as mesmas informações  aos amigos. Em alguns casos, é preciso instalar um aplicativo – normalmente publicitário – antes de ver o conteúdo prometido. Outra isca muito comum para esse golpe são apps que prometem mostrar ao internauta quem está vendo o perfil dele, função semelhante à já existente no Orkut, mas que não existe no Facebook.

O Boyd conta que falhas no Facebook são usadas para postar automaticamente conteúdo nos murais de vítimas que clicam em um link malicioso – isso quando as vítimas não estão tentando tirar proveito de algum código para “ver conteúdo restrito” na rede social. Os códigos são oferecidos para destravar álbuns – semelhante ao que também acontece no Orkut. E usuários colocam esse código no navegador, gerando mensagens de spam em sua conta e na conta de seus amigos. A informação capturada pelos questionários dos spammers é vendida para alguma empresa de marketing e provavelmente será usada para gerar mais spam – isso quando o usuário não é forçado a assinar algum serviço para celular, como torpedos ou toques.

O Facebook agiu de forma pesada contra as pragas digitais (Vírus). É uma situação diferente da do Orkut, no qual vários apps maliciosos já foram encontrados, e até do Twitter, no qual ataques do tipo Cross-site Scripting (em que um clique numa página qualquer faz um tuite aparecer em sua conta) foram usados para disseminar o vírus. É claro que o Facebook tem problemas com vírus. A praga mais comum é o Koobface, que recebeu seu nome justamente devido à sua atuação na rede social. Uma praga multiplataforma também usa o site para se espalhar e foi inicialmente confundida com o Koobface por conta disso. Esses vírus normalmente dão o controle total dos sistemas infectados aos seus responsáveis, permitindo atividades lucrativas para os criminosos, como envio de spam, por exemplo. Eles se espalham por postagens nos murais e recados.

Para evitá-los, o melhor é tomar cuidado com os links que clica na rede, mantendo o navegador web e o sistema operacional atualizados para impedir a instalação automática de pragas virtuais, normalmente será possível cancelar o download de um vírus, caso um link malicioso venha a ser clicado.

Por que?[editar | editar código-fonte]

Segundo a Política de Dados do Facebook: “Coletamos o conteúdo, comunicações e outras informações que você fornece quando usa nossos Produtos, inclusive quando você se cadastra para criar uma conta, cria ou compartilha conteúdo, envia mensagens ou se comunica com outras pessoas. Isso pode incluir informações presentes ou sobre o conteúdo que você fornece (como metadados), como a localização de uma foto ou a data em que um arquivo foi criado. Isso pode incluir também o que você vê por meio dos recursos que fornecemos, como nossa câmera, de modo que possamos realizar ações como sugerir máscaras e filtros de que você pode gostar, ou dar dicas sobre o uso de formatos da câmera. Nossos sistemas processam automaticamente o conteúdo e as comunicações que você e outras pessoas fornecem a fim de analisar o contexto e o conteúdo incluído.[8]

Coletamos informações sobre as pessoas, páginas, contas, hashtags e grupos com que você se conecta e sobre como você interage com eles em nossos Produtos, por exemplo, as pessoas com quem você mais se comunica ou os grupos dos quais você faz parte. Também coletamos informações de contato se você optar por carregar, sincronizar ou importá-las de um dispositivo (como uma agenda de contatos, registro de chamadas ou histórico de SMS), que usamos para ações como ajudar você e outras pessoas a encontrar pessoas que talvez vocês conheçam e para as outras finalidades, como, o uso ( tipo de conteúdo que visualiza e se envolve), informações sobre transações realizadas em nossos Produtos (se usa os nossos Produtos para compras ou outras transações financeiras), o que os outros fazem e informações que eles fornecem sobre você (quando outras pessoas compartilham ou comentam uma foto sua, enviam uma mensagem a você ou carregam, sincronizam ou importam as suas informações de contato)”.[8]

Em depoimento ao congresso americano, Zuckerberg classificou os dados coletados pela rede social em dois segmentos: Dados que as pessoas escolhem compartilhar, como fotos e informações pessoais, e dados utilizados para que os anúncios na plataforma sejam mais assertivos. Ao ser questionado sobre a possibilidade de oferecer o Facebook sem anúncios de forma paga, o presidente da empresa afirmou que os anúncios são a forma de adquirir recursos para manter a plataforma funcionando e conectando todos os usuários. [9]

O Facebook justifica essa coleta de informações como necessária para fornecer e viabilizar seus produtos e serviços relacionados, inclusive para personalizar recursos e conteúdo e fazer sugestões dentro e fora dos produtos, fornecendo uma experiência mais personalizada ao usuário. Também utiliza informações para desenvolver, testar e aprimorar os produtos. Usam a tecnologia de reconhecimento facial para reconhecer o usuário em fotos, vídeos e experiências da câmera.[8]

Justificam a coleta de informações sobre interesses, ações e conexões do usuário para selecionar e personalizar anúncios, ofertas, outros conteúdos patrocinados que exibem e também para ajudar os anunciantes e outros parceiros a avaliar a eficácia e a distribuição dos respectivos anúncios e serviços, e  entender os tipos de pessoas que usam esses serviços e como elas interagem com os sites, aplicativos e serviços deles.[8]

Ademais, utilizam as informações para promover segurança e integridade dentro e fora dos produtos do Facebook ao verificar contas e atividades, combater condutas danosas, detectar e prevenir spam e outras experiências negativas. Por fim, utilizam as informações coletadas para comunicação com o usuário, e para realizar e apoiar pesquisas e inovação sobre tópicos relacionados ao bem-estar social geral, avanço tecnológico, interesse público, saúde e bem-estar.[8]

Como?[editar | editar código-fonte]

Segundo o site TechTudo[10] aproximadamente 89% do faturamento do Facebook é proveniente de anúncios digitais. Ou seja, as empresas pagam ao Facebook para que você, usuário da rede social, veja os produtos que elas estão vendendo. Em 2018, o Facebook teve uma receita total de US$ 55 bilhões (cerca de R$ 204 bilhões). Atualmente, pode-se dizer que todas as grandes marcas do mercado estão ativas no Facebook e no Instagram, que pertence ao mesmo grupo liderado por Mark Zuckerberg.

De acordo com a BBC[11], em dos três pilares do lucro do Facebook é a publicidade social. A rede social trabalha hoje com três tipos de anúncios em seu site: publicidade dirigida - os anunciantes escolhem a quem deve chegar - anúncios interativos - as empresas pedem que os usuários façam algo em seu anúncio - e anúncios contextuais, nos quais o Facebook mostra quais dos amigos do usuário gostam de determinada marca ou produto.

A publicidade está por toda parte dentro da rede social, em banners, posts e Stories, em formato de textos, fotos, GIFs e vídeos. O pagamento, geralmente, é feito por cada clique dos usuários nos anúncios.

Outra fonte de renda seriam os anúncios segmentados, que se utilizam de dados pessoais e demográficos captados pelo Facebook para atingir um público específico. No entanto, o escândalo da Cambridge Analytica, revelado no ano passado, abriu uma discussão sobre o modelo de negócio, já que o vazamento desses dados teria favorecido o trabalho da agência na campanha de Donald Trump, nos Estados Unidos. Com as informações em mãos, a companhia traçava o perfil psicológico das pessoas e enviava anúncios patrocinados com mais chances de êxito na eleição.

“Os usuários precisam parar de confiar demais e achar que a segurança de algo foi verificada só por estar no Facebook”, sugere o pesquisador Christopher Boyd[12]. O mesmo texto publicado no Globo[12] discute:

Há aplicativos demais na rede e qualquer um pode criar uma página - não há como verificar tudo. Mas os usuários podem colaborar. “O Facebook é rápido para remover conteúdo malicioso, mas é preciso notificá-los. É muito comum vermos algum spam no perfil de um amigo, mas não fazemos questão de falar com eles para ver se aquilo devia estar lá”, exemplifica o especialista.

Às vezes, usuários podem entrar em pânico e achar que não tem nenhuma opção além de fornecer a informação solicitada. Mas fechar a página basta. É preciso, porém, verificar o mural e recados pela presença de conteúdo que foi enviado a amigos sem autorização.

Boyd afirma que não há maneira de impedir os golpistas de atuarem no Facebook e que é improvável que a quantidade de links maliciosos diminua – os internautas estão lá está lá e “os criminosos querem participar da ação”. Mas a colaboração entre empresas de segurança, usuários e o Facebook pode dar resultado. “Se não agirmos coletivamente, é melhor desistir, porque os sites que usamos vão se tornar inutilizáveis”, sentencia.

Se um usuário protege a sua conta do Facebook adequadamente, é bem difícil alguém invadir o seu perfil. Normalmente, os invasores conseguem acesso a uma conta porque a senha é fácil, foi usada em outro serviço e já vazou; ou, algum aplicativo malicioso que está conectado a sua conta tem permissão de acessar seu perfil e mensagens. Em ambos os casos, é possível se proteger. No geral, existem algumas dicas básicas para manter a conta do Facebook segura.

Apresentamos algumas ideias de como manter sua conta segura (com base em[13][14][15]):

Crie uma senha forte[editar | editar código-fonte]

Um dos requisitos básicos para uma conta segura é ter uma senha forte — e evitar as senhas mais populares. Porém, as regras mais comuns para criar senhas fortes (usar maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais) estão um pouco erradas. Portanto, a dica para ter uma senha forte é usar o maior número de caracteres que você conseguir. Uma frase aleatória é muito mais difícil de ser adivinhada.

Não compartilhe sua senha com ninguém[editar | editar código-fonte]

É uma dica óbvia, mas vale lembrar: não distribua sua senha do Facebook para amigos ou até mesmo para pessoas muito próximas. A sua conta é pessoal e quanto mais gente souber como entrar, mais fácil é da senha parar onde não deve.

Ative a autenticação de dois fatores[editar | editar código-fonte]

Chamada de autenticação de dois fatores, o recurso obriga que você digite uma senha adicional de seis números para acessar a conta — a senha principal não é suficiente. É útil porque, se sua senha vazar ou for descoberta, ainda assim não será possível acessar sua conta.

Para ativá-la no Facebook, entre na página (Configurações > Segurança e login), clique em Usar a autenticação de dois fatores e clique em Ativar. Por padrão, a senha de seis dígitos é enviada para o seu número de telefone, mas você pode configurar um aplicativo gerador de códigos procurando pela opção com este nome na mesma página.

Saia do Facebook em computadores públicos[editar | editar código-fonte]

outra dica que até o Facebook recomenda: se você for acessar a rede social em um computador que não seja o seu próprio, é muito importante que você faça logout (clique em Sair) quando não for mais usar a conta. Assim, não corre o risco da próxima pessoa que usar o computador postar na sua timeline que você deixou o Facebook aberto.

Veja onde a sua conta está logada[editar | editar código-fonte]

Para ter certeza que você não esqueceu o Facebook aberto em nenhum lugar, entre nesta página (Configurações > Segurança e login) e clique em Ver mais abaixo de “Onde você se conectou”. A rede social vai mostrar o tipo de dispositivo (Mac, iPhone, Android), a localização e a data.

É recomendável que o usuário clique nos três pontinhos verticais do lado de cada dispositivo e depois clique em Sair para cada um que você não usa mais, por mais que seja antigo. Ou, clicar em Sair de todas as sessões e refazer o login somente nos dispositivos que usar atualmente.

Veja quais aplicativos controlam a sua conta[editar | editar código-fonte]

É possível conseguir ver os aplicativos conectados ao Facebook e as permissões que foram concedidas a eles, além de sites que o usuário fez login com a conta da rede social. É importante revisá-los para ter certeza do quê exatamente consegue, por exemplo, pegar sua lista de amigos ou informações básicas do perfil.

Para controlar o acesso de cada aplicativo, clique no aplicativo desejado e depois em Remover aplicativo. Ou, caso não queira remover, apenas desmarque as informações fornecidas ao app.

Cuidado com extensões[editar | editar código-fonte]

É bom dar uma olhada nas extensões do  navegador ou procurar por programas mal-intencionados que podem existir no seu computador. Pode ser alguma aplicação local que está modificando o conteúdo do Facebook ou enviando mensagens sem a sua permissão. Vale conferir.

Defina quem pode ver o quê no seu perfil[editar | editar código-fonte]

Separe uns minutos para gerenciar os acessos das pessoas às suas informações, definindo quem pode ver o que você publica ou não no Facebook. Isso impede que desconhecidos tenham acesso a dados importantes da sua conta. Certifique-se de aceitar somente pessoas que conhece como seus amigos, pois quando você aceita estranhos, permitir que eles acessem suas informações pessoais. É sempre melhor evitar postar quaisquer detalhes pessoais ou financeiros.

Não deixe seu feed de notícias ser inundado com links suspeitos[editar | editar código-fonte]

Certifique-se de que você não clique em todos os links de jogos, apps e outros que você não tem certeza da veracidade. Evite permitir que aplicativos de terceiros acessem suas informações. Se você não estiver usando todos os apps, é melhor desativar ou remover esses aplicativos.

Adicione um ID de e-mail secundário à sua conta[editar | editar código-fonte]

No caso de seu perfil ser hackeado, o Facebook irá enviar informações de recuperação de conta para o ID de email secundário também. Antes destas etapas, entenda a política de privacidade do Facebook.

Nunca clique em links suspeitos[editar | editar código-fonte]

...mesmo que pareçam ser de amigos ou de empresas que você conhece: isso inclui links no Facebook (por exemplo, em publicações) ou nos e-mails. Lembre-se de que o Facebook jamais solicitará sua senha por email. Caso encontre um link suspeito no Facebook, denuncie-o.

Alternativa[editar | editar código-fonte]

A diaspora [16] é uma rede social que se propõe a garantir sua privacidade acima de tudo. Foi criada em 2010 pelos estudantes Ilya Zhitomirskiy, Dan Grippi, Max Salzberg e Raphael Sofaer e tem uma proposta descentralizada. Inicialmente, a rede social oferece um ambiente P2P.  Assim, através apenas do seu próprio computador, você poderá se conectar aos outros usuários, sem servidor central. É muito fácil você baixar todos os seus dados presentes na rede demonstrando todo o compromisso com privacidade que os desenvolvedores da rede tem. A diaspora é baseada em três filosofias-chave[16]:

Descentralização: Em vez dos dados ficarem em grandes servidores centrais, controlados por uma grande organização, a diaspora roda em servidores independentes ("pods") localizados em várias partes do mundo. Você decide em qual servidor quer se registrar – talvez o seu pod local – para se conectar facilmente à comunidade mundial da diaspora.

Liberdade:Você pode ser quem quiser na diaspora. Diferente de algumas redes, você não precisa usar sua identidade real. Você pode interagir com as pessoas da forma que escolher. O único limite é sua imaginação. A diaspora também é software livre, isto é, você é livre para decidir como vai usá-la.

Privacidade: Na diaspora você possui os seus dados. Você não abdica dos seus direitos em favor de uma corporação ou outra parte interessada. Além disso, você decide quem vê o que você compartilha, com os Aspectos. Na diaspora, seus amigos, seus hábitos e seu conteúdo são da sua conta.

Créditos[editar | editar código-fonte]

Gabriela Fonseca de Souza

Lara Quilnayre de M. L. Viana

Nandialla Maria Silva Fernandes

Natália Silva Ramos

Thaynara Andrade Oliveira

Victor Gomes da Conceição

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. 1,0 1,1 1,2 AGUIAR, Adriana. Facebook:tudo sobre a rede social mais usada no mundo!.Rock Content, 2016. Disponível em: <https://rockcontent.com/blog/facebook/>. Acesso em: 10 de jun. de 2019.
  2. http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/04/conheca-os-principais-problemas-de-seguranca-do-facebook.html
  3. MANTÍM, Maria. Com o novo algoritmo do Facebook, as ‘fake news’ ganham. El Pais, 2018. Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/11/politica/1518373215_479582.html>. Acesso em: 10 de jun. de 2019.
  4. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/folha-deixa-de-publicar-conteudo-no-facebook.shtml
  5. https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/11/politica/1518373215_479582.html
  6. https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2018/12/19/facebook-compartilhou-mais-dados-com-gigantes-tecnologicos-do-que-o-revelado-diz-jornal.ghtml
  7. https://guiame.com.br/nova-geracao/geral/conheca-os-principais-problemas-de-seguranca-do-facebook.html
  8. 8,0 8,1 8,2 8,3 8,4 Política de dados. Facebook, 2018. Disponível em: <https://www.facebook.com/about/privacy/update>. Acesso em: 10 de jun. de 2019.
  9. SIMÕES, Helton Gomes.Em depoimento de 5 horas ao Senado americano, Mark Zuckerberg admite erros do Facebook. G1, 2018. Disponível em: <https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/mark-zuckerberg-depoe-ao-senado-sobre-uso-de-dados-pelo-facebook.ghtml>. Acesso em: 10 de jun. de 2019.
  10. FERNANDES, Rodrigo. Como Facebook ganha dinheiro? 6 perguntas e respostas sobre a rede social.TechTudo, 2019. Disponível em: <https://www.techtudo.com.br/noticias/2019/02/como-facebook-ganha-dinheiro-6-perguntas-e-respostas-sobre-a-rede-social.ghtml>. Acesso em: 10 de jun. de 2019.
  11. Terra (2001). Se é de graça, como o Facebook ganha dinheiro? Descubra. Disponível em: <https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/negocios-e-ti/se-e-de-graca-como-o-facebook-ganha-dinheiro-descubra,da585295fb6ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html>. Acesso em: 10 de jun. de 2019.
  12. 12,0 12,1 ROHR, Altieres. Conheça os principais problemas de segurança do Facebook. G1, 2011. Disponível em: <http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/04/conheca-os-principais-problemas-de-seguranca-do-facebook.html>. Acesso em: 17 de jun. 2019.
  13. FURUTANI, Karola. 6 dicas para proteger sua conta do Facebook. Positivo do seu jeito, 2017. Disponível em: <https://www.meupositivo.com.br/doseujeito/dicas/como-proteger-seu-facebook/>. Acesso em: 21 de jun. 2019.
  14. Wikihow. Como proteger sua conta no Facebook. Disponível em: <https://pt.wikihow.com/Proteger-sua-Conta-no-Facebook>
  15. PRADO, Jean. 9 dicas de segurança para proteger sua conta do Facebook. Tecnoblog, 2018. Disponível em: <https://tecnoblog.net/232718/seguranca-proteger-conta-facebook/>. Acesso em: 21 de jun. 2019.
  16. 16,0 16,1 Olá, esta é a diaspora. O mundo social on-line em que você está no controle. Diaspora. Disponível em: < https://diasporafoundation.org/>. Acesso em: 17 de jun. 2019.