Wikinativa/Aconã

Fonte: Wikiversidade
Esta página é somente um esboço. Ampliando-a você ajudará a melhorar a Wikiversidade.


Aconã
Da esq. para a dir.: Saraiva Aconã, Djalma Saraiva, Vadivan Campos, José Campos, Zeino de Souza, José Reinaldo Campos, Cícero de Souza e Iara Saraiva, que fuma no Kaibê para pegar na ponta da saia do último índio.
População total

99

Regiões com população significativa
Traipú, Alagoas
Línguas
Tupi-Guarani, Anambé, Português
Religiões
Grupo 2 Lucas, Ricardo, Priscila, Jhony e Nikolas
Autor Jhony Pinheiro

Também conhecidos por Wakonãs, Naconãs, Acoranes e Tingui-botós, o grupo indígena Aconã é residente na região do baixo São Francisco no município de Traipú no estado de Alagoas com características tipicamente de agreste com solo argiloso e coberto originalmente de vegetação arbórca semi-caducifólia, apresenta uma população estimada de 70 indivíduos em uma área de 281.1840ha concedia no ano de 2003 pela FUNAI. [1][2][3]

A aldeia da tribo Aconã contem indícios de urbanização onde obtém serviços como agua encanada e energia elétrica, uma escola que atende doze índios com aulas ministradas por uma professora da Secretaria de Educação do Estado, equipamentos agrícolas (trator, motor bomba YAMAHA e caminhão) para cultivo de milho, feijão, arroz, mandioca e batata-doce.[4]

História[editar | editar código-fonte]

A história dos índios Aconãs remonta meados do século XVII, quando os jesuítas fundaram em Porto Real do Colégio AL.,  um convento e um colégio com o propósito de  fixar as tribos indígenas da região, os  Karapotis (Karapotós), Aconãs e Karirís.  Em 1703,  Carta Regia dava a cada aldeia uma légua em quadra por  reconhecer que os índios “são os primitivos e naturais senhores delas”. Em 1759 em virtude do decreto do Marques de Pombal, os jesuítas foram expulsos abandonando o colégio e o convento. Posteriormente os aldeiamentos foram extintos, justificando-se a inexistência de índios no local, mas sim seus descendentes os “caboclos”. Em 1859, D. Pedro II, esteve com os índios, ocasião em que foi concedida uma área  de terra para sua sobrevivência. Após vários atos de esbulhos os índios foram viver na aldeia dos Karirís em Porto Real do Colégio. O índio, José Ferreira da Silva, conhecido como José Botó, natural de Porto Real de Colégio, em 1931, adquiriu com suas posses, uma área no município de Feira Grande/AL,  instalando ali o ritual do Ouricurí. Desde 25 de Novembro de 1979 iniciava-se o processo de reconhecimento oficial do seu povo pela FUNAI tendo como principal nome e representante legal do Pajé João Ferreira o então, José Saraiva Irmão que lutou arduamente em nome de seu povo conseguindo reconhecimento em 05 Maio de 1983. A primeira greba de terra foi adquirida em 22 de Agosto de 1984.  Em 13 de Outubro 1984, Adalberto Ferreira, cacique da aldeia, assumiu a missão de pajé após o falecimento de seu irmão João Ferreira  passando a missão de cacique para José Saraiva Irmão em cerimônia religiosa sob práticas de rituais. Posteriormente, grande parte dos Aconãs mudaram-se do povoado Olho D'Água do Meio para a reserva indígena conhecida como,  Tinguí-Botó que fica próximo a área sagrada. A luta continua...o Cacique Saraiva constrói a primeira escola, uma pequena farmácia, além de, conseguir com a SUDENE/Recife construção de cinco casas e uma Oca comunitária. No governo de Fernando Collor o mesmo cacique consegue construir 25 casas com a Ministra da Ação Social, além de, suas contribuições na área da saúde como a instalação de Polo Base com equipe de saúde e ambulâncias para assistência dos habitantes. Seus méritos começaram a causar inveja nos seus próprios familiares surgindo assim, seu primeiro adversário conhecido como Eliziano Campos. Neste mesmo ano o cacique sofre um infarto e na possibilidade de acontecer uma "guerra" o mesmo solicita remoção para o povoado de Lagoa Comprida que teria sido um lugar sagrado dos Aconãs em 1774, com as 10 famílias que o acompanharam. Porém, o povoado não ofertava quantidade de terras suficiente,daí povoaram um território entre o município de Traipu e São Brás conhecido como Munguengue. Por fim, a FUNAI consegue 281 hectares de terras registradas como Terra Indígena Aconã no ano de 2002 onde os mesmos, habitam até os dias atuais preservando costumes e tradições culturais indígenas.[5]

" Arquivo Pessoal: José Saraiva Irmão-03/05/2014"

=== Curiosidades === em 2001

O grupo indígena Aconã, lançou um CD com sons da natureza e cantos gravados pelos próprios integrantes da tribo. Há três canções na mídia, sendo Araúna, dança que trás felicidade, Akauã, a que trás fartura e Reiá Reiôa, de louvor ao Deus Tupã. [6] José Ferreira da Silva

Em 2003, a FUNAI concedeu uma área de 40 hectares de terra para a tribo. A população estimada da comunidade aconã é de 787 índios.

E costumam seguir um ritual de nunca parar de procriar com as indias Sônia Marcelino de Souza

Mapa por satélite
Mapa por satélite

Que tipo de acusação em que tese que ela qualificou essa acusação e que crime foi cometido se foi pelo José Ferreira da Silva Eu Sou o filho dele tinha 10 anos na época estava lá quando a minha irmã agrediu meu pai e ele veio a óbito e trouxe ele para casa minha mãe levou ele para minha irmã Érica e os filhos dela Chalita e o elbert agrediram o avô deles e ele bateu a cabeça e deu traumatismo craniano e ele foi surrado lá dentro com um pau Érica Regina e Edna isso foi assassinato e eu vim com ele de lá e trouxe para casa e eu também sou um dos herdeiros então não foi assinado nem por eu nem pelo meu irmão que é usos e frutos dos filhos é uma herança de família a venda da casa está sendo negada pelo José Ferreira da Silva Júnior o filho mais velho não foi entrado em nenhum acordo nem comigo e nem com ele Thiago Ferreira da Silva se isso é herança de família eles nunca entrou em acordo com a gente nunca procurou e morou na vida toda sem dar a gente nada e nunca chamou a gente para uma reunião para vender a casa para entrar em acordo para dividir ambas as partes

Referências Bibliograficas[editar | editar código-fonte]

Referências

http://pt.goldenmap.com/Acon%C3%A3s