Wikinativa/Cultura e História Guarani (vivencia Guarani 2016)

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Página criada para difundir a experiência oriunda da Vivência Guarani 2016, vinculada à disciplina ACH3707 - Seminários de Políticas Públicas 2, do bacharelado em Gestão de Políticas Públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo, tendo o Professor Doutor Jorge Machado como docente responsável.

Grupo de Cultura - Audiovisual[editar | editar código-fonte]

Resumo[editar | editar código-fonte]

Depois de alguns meses de planejamento, leituras e estudos sobre a população Guarani, eis que no final do mês de outubro de 2016 embarcamos para a imersão que aumentaria nossa superfície de contato com a cultura e história Guarani: uma viagem que durou cerca de quatro dias na Aldeia Indígena Rio Silveiras, localizada no município de Bertioga, litoral do Estado de São Paulo.

A realização da viagem[editar | editar código-fonte]

Essa experiência faz parte de uma disciplina universitária; especificamente, refere-se à disciplina de Seminários de Políticas Públicas 2, ligada ao Bacharelado em Gestão de Políticas Públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo

A viagem foi concretizada devido ao empenho do Professor Doutor Jorge Machado, docente responsável pela organização das aulas e da imersão, conjuntamente com uma equipe de monitores que foram responsáveis por dar suporte ao grupo de mais de 60 alunos e alunas que no geral teriam, pela primeira vez, uma experiência tão disruptiva quanto esta.

A divisão de grupos[editar | editar código-fonte]

Divididos em diversos grupos - embora o trabalho tenha sido coletivo e para além das formalidades das divisões -, nós, alunos e alunas, fomos responsáveis por realizar diversas atividades na Aldeia, que foram de encontro a oficinas de artesanato, música, brincadeiras, pintura corporal, etc. A divisão serviu para garantir a autonomia dos grupos, e também para organizar todos os trabalhos que planejamos em fazer.

O grupo de Cultura e História Guarani[editar | editar código-fonte]

O grupo de Cultura e História Guarani, por exemplo, ficou empenhado, entre outras coisas, de realizar a captura das imagens de relações e experiências que nos cercaram. De modo mais didático, é válido dizer que ficamos responsáveis por criar uma leitura da nossa visão para com a experiência através de um vídeo-documentário.

Durante o planejamento do roteiro ficamos deveras empenhado em tentar ao máximo garantir que os vídeos seriam captados com o objetivo de contar o impacto desta experiência nas nossas vidas. Por isso, optamos por utilizar alguns recursos audiovisuais, tais quais:

  • Depoimentos de alunos e alunas que fizeram parte da imersão;
  • Entrevista com o professor doutor Jorge Machado, responsável pela disciplina;
  • Captação das cenas do cotidiano dos moradores da Tribo Indígena Rio Silveiras.

O vídeo-documentário[editar | editar código-fonte]

A previsão da finalização da fase de edição e inserção do vídeo-documentário numa plataforma de compartilhamento de vídeos é de 12 de dezembro.

Integrantes do subgrupo de produção audiovisual[editar | editar código-fonte]

Carolinne Pinheiro, Fábio Baena, Ingrid Novak e Laryssa Kruger.

Carolinne Pinheiro: ficou responsável pela gravação dos depoimentos e das cenas mais próximas da vivência;

Fábio Baena: ficou responsável pela gravação ;

Ingrid Novak: ficou responsável por dar suporte e auxílio na tiragem de fotos e gravação das imagens e vídeos;

Laryssa Kruger: ficou responsável por tirar as fotos da vivência e confeccionar um álbum;

Anexo: Roteiro[editar | editar código-fonte]

Duração total do vídeo documentário[editar | editar código-fonte]

Os limites mínimo e máximo estabelecidos para a duração total do vídeo documentário é de 10 e 15 minutos, respectivamente.

Tipo de gravação[editar | editar código-fonte]

O vídeo documentário será criado a partir de gravação de cenas esporádicas das atividades nas quais os alunos estarão imersos, do ambiente da tribo indígena, do cotidiano dos indígenas – caso nos permitam, evidentemente – e também a partir da explicação dos responsáveis pela imersão, professor doutor Jorge Machado e monitores e monitoras da disciplina, bem como por meio de depoimentos de alunos e alunas nos quais serão registrados a expectativa para com a imersão, a primeira impressão, o possível – ou não – choque cultural e a opinião geral com relação à experiência.

Esperamos poder contar com o depoimento do pajé, que nada mais seria que uma explicação histórica e cultural da tribo indígena, para que possamos contextualizá-la no vídeo documentário, com suas próprias palavras.

A edição do vídeo será um mix de depoimentos contendo a opinião de pessoas que participaram da imersão, em contraposição à explicação histórica e cultural da tribo indígena por parte do pajé, somada à explicação e explanação sobre a disciplina, seus objetivos, a metodologia e os resultados alcançados na edição anterior, por parte do professor doutor Jorge Machado.

Além disso, haverá momentos em que, no vídeo, aparecerão animações para dar ênfase às principais informações ou mensagens ditas pelos participantes, de modo a tornar o vídeo documentário ainda mais interativo e visual.

Participantes[editar | editar código-fonte]

  • Professor Doutor Jorge Machado
  • Monitores e Monitoras da disciplina
  • Alunos e alunas da disciplina
  • Participantes do grupo de extensão
  • Caso haja a possibilidade, contaremos com a participação do
  • Pajé e
  • Indígenas

Cenas[editar | editar código-fonte]

1)   Cortes de depoimento de um aluno participante

a.   Tipo de lente: fechada, 50mm, focando no rosto, nos olhos, nas expressões faciais, e outra aberta, 135mm, focando nas expressões corporais, como movimentos das mãos.

i.             Duração de cerca de 60 segundos

ii.           Em cor normal

iii.          Cenário: a ser definido, mas que represente a tribo

2)   Cortes de depoimento do professor responsável pela disciplina

a.   Tipo de lente: fechada, 50mm, focando no rosto, nos olhos, nas expressões faciais, e outra aberta, 135mm, focando nas expressões corporais, como movimentos das mãos.

i.            Duração de cerca de 120 segundos distribuídos durante o vídeo

ii.           Em cor normal

iii.          Cenário: a ser definido, mas que represente a tribo

3)   Cortes de depoimento de participante do projeto de extensão

a.   Tipo de câmera: fechada, 50mm, focando no rosto, nos olhos, nas expressões faciais, e outra aberta, 135mm, focando nas expressões corporais, como movimentos das mãos.

i.           Duração de cerca de 60 segundos

ii.           Em cor normal

iv.          Cenário: a ser definido, mas que represente a tribo

4)   Cortes de explicação histórica da tribo indígena, contando com o depoimento do pajé

a.    Tipo de lente: fechada, 50mm, focando no rosto, nos olhos, nas expressões faciais, e outra aberta, 135mm, focando nas expressões corporais, como movimentos das mãos.

iii.          Duração de cerca de 120 segundos

iv.          Em cor normal

v.           Cenário: a ser definido, mas que represente a tribo

5)   Cortes de depoimento e explicação de monitores que já participaram da imersão no ano anterior

a.    Tipo de lente: fechada, 50mm, focando no rosto, nos olhos, nas expressões faciais, e outra aberta, 135mm, focando nas expressões corporais, como movimentos das mãos.

i.             Duração de cerca de 120 segundos

ii.           Em cor normal

vi.          Cenário: a ser definido, mas que represente a tribo

6)   Cortes do momento de plantação dos estudantes em conjunto com os indígenas

a.    Tipo de lente: aberta, em 55mm, focando a integração entre as pessoas, com mais e menos zoom

i.           Duração de cerca de 60 segundos

ii.           Em cor normal

iii.          Música: baixa

b.    Transição com takes

i.             Duração de cerca de 15 segundos

ii.           Em preto e branco

iii.          Cenário: geral

7)   Cortes do momento de integração entre indígenas e estudantes, tais como jogo de futebol, atividades físicas no geral

a.   Tipo de lente: aberta, em 55mm, focando a integração entre as pessoas, com mais e menos zoom

i.             Duração de cerca de 60 segundos

ii.           Em cor normal

iii.          Cenário: geral

b.    Transição com takes

i.           Duração de cerca de 15 segundos

i.             Em preto e branco

ii.           Cenário: geral

8)   Cenas de oficinas, momentos de refeições, ensinamentos, pesca

a.   Tipo de lente: uma fechada, 50mm, focando no rosto, nos olhos, nas expressões faciais, e outra aberta, 55mm, dando mais e menos zoom nas cenas.

i.             Duração de cerca de 120 segundos

ii.           Em cor normal

iii.          Cenário: geral

c.    Transição com takes

i.           Duração de cerca de 15 segundos

iii.          Em preto e branco

iv.          Cenário: geral

9)    Fechamento com mensagem final em animação e reindexação de trás para frente de algum momento em que todos estão conversando juntos na tribo indígena.

a.   Tipo de câmera: aberta, em 55mm, dando mais e menos zoom nas pessoas

i.             Duração de cerca de 60 segundos

ii.           Em cor normal

iii.          Cenário: geral

b.    Finalização com cenas de todas as pessoas que participaram

i.           Duração de cerca de 15 segundos

ii.           Em preto e branco

iii.          Cenário: geral

iv.          Música alta

v.           Incluir mensagem final

Takes[editar | editar código-fonte]

Os takes dos ambientes serão gravados pela própria equipe e serão amplamente utilizados durante o vídeo documentário, como transição de cenas, explicação visual ou ainda como complemento às falas.

Transições[editar | editar código-fonte]

Todas as transições de falas e cenas serão feitas com os takes previamente gravados e explicados acima. Eventualmente incluiremos fotos dos principais momentos nesse processo.

Animações[editar | editar código-fonte]

As animações que existirão serão do tipo “texto animado”, fazendo com que as principais falas e mensagens passadas durante as cenas sejam explicitadas.

Música[editar | editar código-fonte]

Durante todo o vídeo contaremos com músicas em volume baixo para dar ênfase aos depoimentos e às cenas, mas, ao mesmo tempo, dar ritmo ao vídeo. Nos comprometeremos a encontrar músicas que façam sentido para a mensagem que queremos passar e que sejam de uso livre. 

Referências[editar | editar código-fonte]