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Mandira
População total

Um pouco mais de 100 pessoas

Regiões com população significativa
Vale do Ribeira (ao sul do estado de São Paulo)
Línguas
Português
Religiões
Católica (maioria), evangélica

Mandira é um quilombo situado no Estado de São Paulo, mais especificamente no vale do Ribeira. [1] Há, no quilombo, um pouco mais de 100 pessoas.[2][1] Cinco pessoas são analfabetas, alguns indivíduos completaram o ensino médio ou possuem apenas ensino fundamental (incompleto), mas a grande maioria da população quilombola é alfabetizada. A população quilombola maneja ostras, principal recurso financeiro da comunidade. Isso se deve aos problemas quanto à titulação do território e a restrições ambientais, que impedem a agropecuária para a subsistência. O quilombo possui algumas atividades importantes, como, por exemplo, a produção de bijuteria com sementes nativas, macacões para apicultura, camisetas, artesanato de cipó, apicultura, confecção de bolsas, bonecas chaveiros e enfeites de pano. [1]

Em Mandira, fundou-se, em 1998, a COOPEROSTRA (Cooperativa dos Produtores de Ostra de Cananeia) , fruto de muita batalha e organização da comunidade. A COOPEROSTRA recebeu o Prêmio Iniciativa Equatorial, na Cúpula Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, na África do Sul, em 2002. No mesmo ano, foi criada a Reserva Extrativista do Mandira por Decreto Federal. [3]

Localização[editar | editar código-fonte]

Segundo dados retirados do documento Agenda Socioambiental de Comunidades Quilombolas do Vale do Ribeira[2] :

"A comunidade de Mandira está localizada no município de Cananéia-SP, com acesso pela estrada que liga a cidade de Jacupiranga à Cananéia, via balsa, entrando na estrada do Itapitangui/Ariri, também conhecida como Estrada do Mandira, até a altura do Km 11."

Coordenadas: -24.99688,-48.037758 (Esses números são aproximados, pois as exatas coordenadas geográficas da comunidade quilombola Mandira não foram encontradas. Essas coordenadas foram aproximadas tendo como base mapas contidos aqui [4].

Veja no mapa

História[editar | editar código-fonte]

A origem do quilombo de Mandira é da segunda metade do século XIX. Francisco Mandira recebeu uma porção de terra cujo nome era Sítio Mandira, doada por Celestina Benícia de Andrade, meia-irmã de Francisco. Francisco foi o resultado de uma relação amorosa entre Antônio Florêncio de Andrade, senhor de escravos e muito influente naquela região e uma escrava. [5]

Pode-se ver, hoje, paredes grossas de pedra de um armazém da fazenda, construído pelos escravos [2]. De acordo com [2] :

"No ano de 2002 a comunidade foi reconhecida pelo Itesp como comunidade de remanescentes de quilombo, mas, até o início de 2008, a discriminatória da área não foi realizada."

Em uma pesquisa nos registros dos Maços de População de Cananéia , encontrou-se detalhes sobre a família de Antônio Florêncio de Andrade. Em 1831, a filha Celestina Benícia tinha 18 anos de idade e surgiu um Francisco, com 7 anos de vida. Celestina tinha 37 anos em 1848 e Francisco, 24 anos. [5]

Conforme [5] :

"Supondo que Celestina e seu meio irmão Francisco tivessem uma diferença de idade não muito grande, visto que a primeira fez a doação de terras em vida em 1868, pode-se deduzir que esse Francisco era Francisco Mandira, o patriarca da comunidade[...]."

De acordo com relatos feitos oralmente, Francisco teve dois filhos: João Vicente Mandira e Antônio Vicente Mandira (apenas 1 morador mencionou também a existência de uma filha, mas não há registros concretos em relação a isso). Francisco teria casado com Tereza, mais conhecida como “Mamãe Tereza” pelos quilombolas. [5]

Após a morte do pai, Antônio e João dividiram as terras do Sitío Mandira entre eles. Posteriormente, Antônio vendeu a parte dele aos poucos. João Vicente casou-se, o que resultou em 10 filhos, que contribuíram no aumento da comunidade quilombola. [5]

Atividades econômicas[editar | editar código-fonte]

Agricultura e extrativismo[editar | editar código-fonte]

Segundo SALES e MOREIRA (1996:43-44), o quilombo Mandira executou, até 1950, atividades que ocorriam ao mesmo tempo envolvendo a exploração dos recursos naturais e a agricultura. Sales e Moreira denominam o momento posterior de "fases subseqüentes de predominância de exploração comercial de um determinado recurso”. Portanto, depois dos produtos agrícolas (arroz, mandioca e milho), veio o guanandi, a caixeta e o palmito em seguida, tendo como resultado a exploração de ostras, uma das principais atividades da comunidade quilombola há 25 anos.[5] [6]

Agricultura[editar | editar código-fonte]

Arroz, mandioca, banana e milho, obtidos pela comunidade através de roças, possuíam duas finalidades: comercializar, alimentar a comunidade e a criação de porcos e de aves. O arroz servia como valor de troca, dada a sua importância em meados do século XX, e era vendido para regiões vizinhas ao quilombo. Os agricultores trocavam uma parte do que foi produzido por outros produtos que eles necessitavam ou recebiam o valor total em dinheiro. [5]

Extrativismo vegetal[editar | editar código-fonte]

Os quilombolas iniciam a extração de palmito nos fins doas anos 1950, pela demanda de indústrias que começaram a se instalar no local. Esse produto começou a ficar escasso na comunidade, resultando em sua ineficácia comercial. Entretanto o período mais complicado para o quilombo foi na década de 1990, onde surgiu o cólera, prejudicando a comercialização de ostras e a renda média da comunidade quilombola. [5]

Extrativismo animal e pesca[editar | editar código-fonte]

A prática de coleta de ostras para o comércio tem origem 25 anos atrás, ao ser procurada por um francês, inicialmente exigindo ostras inteiras. Com o aumento da clientela em busca da retirada do molusco da casca, houve a criação e consequente aperfeiçoamento de técnicas de "desmariscagem". Isso tornou o comércio de ostra muito importante para a comunidade, que passou a se beneficiar da procura por maiores quantidades. [5]

Mandira atualmente[editar | editar código-fonte]

  • Infra-estrutura, bens e serviços

O quilombo Mandira possui três agrupamentos, localizados ao redor da Estrada do Mandira. A primeira vila possui casas, uma casa de farinha e uma igreja católica. Na segunda há mais casas, quadras, galpões, um ponto de comércio de bebidas e gêneros alimentícios, além de um centro comunitário. Há somente uma casa na terceira vila e outros estabelecimentos, como, por exemplo, o campo de futebol. A maioria das casas possui fossa negra, ás águas, vindas de rios da região, são lançadas em cursos d'água depois de utilizadas. Há coleta quinzenal de lixo, além de enrgia elétrica e presença de determinados eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Há também fogão à gás, embora muitos utilizem fogão à lenha. Não há transporte nem telefone públicos. [2]

  • Saúde e Educação

Conforme [2] :

"Na comunidade não há posto de saúde, embora exista um agente comunitário de saúde. O atendimento médico é feito mensalmente.Há na comunidade uma escola de ensino fundamental de 1ª a 4ª série. Para as séries seguintes as crianças e jovens se deslocam até o bairro de Porto Cubatão, com o auxílio de um ônibus escolar."

  • Lazer, Cultura e Religião

A comunidade quilombola Mandira possui alguns eventos culturais e religiosos e geralmente são realizadas, como, por exemplo, missas, a Festa de Santo Antônio, cultos, o Terço Cantado e a Festa Unidos pela Cana . A comunidade organizou, em 2007, a primeira Festa da Ostra de Mandira e pretende torná-la um evento anual do quilombo. A religião predominante é o catolicismo. Três famílias são evangélicas. Os jovens frequentam bastante a cachoeira localizada em Mandira, a cachoeira do Mandira, sendo uma maneira de diversão e lazer. [2]

  • Forma de Organização

A população se organiza ao redor da Associação Reserva Extrativista dos Moradores do Bairro Mandira (Rema). As pessoas que produzem ostras trabalham em uma cooperativa. As ostras cultivadas são buscadas semanalmente por um caminhão. Algumas mulheres produzem alguns vestuários, como camisetas, esteira de piri, peças artesanais com retalhos, além de ímãs de geladeira feitas de produtos naturais. A população coleta recursos da floresta, mas há algumas atividades específicas para os homens, como a pesca e o cultivo das ostras e alguns tipos de artesanatos.[2]

  • Casas e quintais

Alguns cômodos foram construídos com madeira, mas a maioria das casas é de alvenaria, com média de 1500 metros quadrados, onde as famílias possuem plantações e criações de animais para alimentação própria ou para venda, em determinadas situações. [2]

Atividades e projetos[editar | editar código-fonte]

  • Reserva Extrativista

Paga pelo Projeto Demonstrativo Tipo A, do Ministério do Meio Ambiente, tem a função de estruturar a Reserva Extrativista do Mandira: elaboração e implementação do Plano de Utilização (extração de marisco, ostra, caranguejo e mexilhão); cursos para capacitar, em gestão, jovens da comunidade; fortalecer e formar grupos de trabalho: costura, ecoturismo, ostra, apicultura e artesanato. Está em execução há mais de um ano, em parceria com a Fundação Florestal, Instituto de Terras do Estado de São Paulo e Ibama. Todos os moradores do quilombo e vizinhos têm acesso a essa reserva. Espera-se que, depois de um certo tempo, a própria comunidade consiga financiar a reserva. [7]

  • Cooperostra

Formada por pessoas do quilombo, Itapitangui e outras comunidades de Cananeia. Essa cooperativa faz o comércio das ostras, tendo a preocupação ambiental e o objetivo de gerar renda. As ostras são também levadas para outras cidades, como Cananeia, Santos e São Paulo. [7]

  • Artesanato

Um grupo de mulheres produz brincos, colares e pulseiras com sementes nativas. São feitos também cestos,aparador de panelas, vassouras e enfeites para geladeira com cipó timbopeva e imbé. As peças de arte são vendidas em Mandira e também em feiras específicas.[7]

  • Confecção

Um grupo de mulheres confecciona vários tipos de materiais, como, por exemplo, camisetas, camisetas com serigrafia, almofadas, bolsas, bonecas de pano, chaveiros, macacão de apicultura e estampa. Os produtos são vendidos na comunidade e as mulheres também atendem outras regiões.[7]

  • Ecoturismo

O quilombo Mandira possui diversas atrações turísticas, pode-se citar a área de engorda de ostras no mangue, Casa de Pedra, Cachoeira do Mandira, Tráfico de Farinha, Igreja de Santo Antonio, comida caseira com produtos da região de Mandira e narração da história da comunidade. Algumas pessoas são responsáveis na monitoria para os turistas e outras são treinadas para isso.[7]

  • Mutirões

Os quilombos, com influência dos laços familiares, mobilizam-se para realizar atividades culturais e sociais, tendo bons resultados e eles mesmos ajudaram na construção da sede da associação e do escritório.[7]

Meio Ambiente[editar | editar código-fonte]

Mandira, com uma área de 2880 hectares, possui dois ambientes: terra firme, com a maior parte coberta pela Mata Atlântica, e outra com mangue. Há muitas atrações ao redor do quilombo, como a cachoeira e os rios em áreas montanhosas. A fauna é bastante diversificada, com presença de macacos, tatus, jacu, jacutinga, jacupema, jacucaca, veado, paca, cotia, cateto, cachorro do mato, e jaguacini, por exemplo. O manguezal foi transformado na Reserva Extrativista do Mandira em 2002. [8]

Segundo [3] :

"O bairro do Mandira se encontra no limite de duas zonas climáticas e é envolvido pelas principais correntes de circulação atmosférica da América do Sul."

As temperaturas variam de 24,2 à 28ºC nos meses mais quentes (janeiro, fevereiro e março), e 20ºC nos meses mais frios (junho e julho). Como Mandira está localizado em um grande desnível topográfico, o efeito orográfico contribui para a maior ocorrência de chuvas nessa região .[3]

Cosmologia e Religiosidade[editar | editar código-fonte]

A maior parte da população da comunidade quilombola Mandira é católica, religião herdada dos antepassados dos quilombolas. [9]

Terço cantado

De acordo com [10] :

"Oração tradicional das comunidades quilombolas, que intercala as dezenas com cânticos religiosos, é realizada na festa de Santo Antonio, sétimo dia, seis meses e um ano de falecimento e outras ocasiões especiais. É feita na igreja da comunidade."

Festa do padroeiro da comunidade: Santo Antonio

Reza-se o Terço cantado na véspera do dia de Santo Antônio. E celebrada uma missa na manhã seguinte no centro comunitário, depois é feita uma procissão do centro comunitário até a igreja. No fim de semana mais próximo a essa data, é feita uma festa com várias atrações. [10]

Aspectos Culturais[editar | editar código-fonte]

Capoeira

Segundo [10] :

"Há pouco mais de 2 anos foi criada a Associação de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim. Um grupo de 15 pessoas, formado com o apoio de um instrutor que dá aulas duas vezes por semana, faz apresentações nas festas da comunidade e participam de torneios na região."

Fandango

Conforme [10] :

"É uma música tradicional das comunidades da região. Há um grupo formado por quatro pessoas que cantam o fandango, acompanhados de viola, pandeiro e rabeca. Já gravaram um CD e publicaram um livro: Museu Vivo do Fandango. Fazem apresentações nos encontros com outras comunidades e grupos negros."

De acordo com [9] :

"Os bailes de fandango foram responsáveis pela maioria dos casamentos na comunidade, pois os rapazes que sabiam tocar a rabeca aproveitavam o baile para improvisar músicas que eram destinadas à moça de seu interesse. Assim começavam os namoros, que viravam casamento, reproduzindo laços familiares na comunidade."

Conhecimento tradicional[editar | editar código-fonte]

O quilombo Mandira é considerado uma comunidade tradicional por haver domínio nas técnicas de cultivo e adaptação da vida cotidiana ao meio ambiente, ajudando a conservar a natureza. A comunidade utiliza técnicas rústicas e o trabalho familiar para suprir as necessidades de todas as pessoas, há a manutenção das trocas, dos mitos, dos vizinhos, aproveitando toda a herança deixada pelos antepassados.[9]

Conforme [9] :

"Como moradores tradicionais, a comunidade do Mandira herdou do tempo dos antigos o ritmo de vida orientado pelas atividades do sítio, de cultivo, colheita, pesca, defesa, caça, coleta e extração dos recursos naturais. A agricultura de subsistência praticada no bairro utilizava as técnicas de rodízio de terras e coivara, que consistem na formação de novas áreas de roça quando o solo apresentava sinais de declínio de fertilidade e a queima das áreas a serem utilizadas, visando facilitar a limpeza do terreno e adubação do solo com as cinzas."

Em relação à agricultura, o sititante deve cultivar terra suficiente para o sustento da família, semear a terra e esperar o tempo da colheita. Isso deve garantir alimento para o ano todo, pois cada atividade possui épocas de abundância e escassez. Isso é possível com a divisão dos afazeres entre as pessoas pertencentes à família. Assim, os jovens aprensem e transmitem esse conhecimento da vida tradicional da comunidade quilombola Mandira[9]

De acordo com [9] :

"O conhecimento tradicional, que também se refere ao mundo sensível, sobrenatural e diz que um deus maior criou o universo e deixou-o aos cuidados de seres mágicos, como Yemanjá, rainha do mar e mãe dos peixes (Yeye: mãe, eja: fish), que protege os peixes e os pescadores, sendo famosas as festas que a homenageiam pela aglomeração de devotos nas praias que lhe atiram presentes nas ondas e pedem-lhe proteção."

Situação territorial[editar | editar código-fonte]

O território da comunidade quilombola de Mandira, com 1705 hectares de terra firme, além da reserva extrativista não foram titulados até hoje, mas, em 2002, foram reconhecidos pelo poder público. [11]

Segundo [2] :

"Mandira tem uma área reconhecida oficialmente de 2.054,65 hectares(Itesp, 2002), que se encontra sob a responsabilidade do Itesp para realização da ação discriminatória, com o levantamento da situação fundiária existente. Contudo, os limites digitalizados pelo ISA, com base nos memoriais descritivos fornecidos pelo Itesp apontam para uma área total bastante inferior (1275,69 hectares). Desta área, 98,63% representam alguma fisionomia vegetal (vegetação rasteira, capoeiras em diversos estágios, localizadas em brejo ou em terra firme, matas em brejo ou em terra firme, mangue e restinga) ou corpos d ́água. Com exceção das áreas de concentração de caixeta (5,66%), todas as demais classes não chegam a 1% da área mapeada".

Os moradores utilizam, na maioria das vezes, áreas fora dos viveiros de ostra e dos limites reconhecidos do quilombo. [2]

Referências

  1. 1,0 1,1 1,2 Globalmap - Mandira
  2. 2,00 2,01 2,02 2,03 2,04 2,05 2,06 2,07 2,08 2,09 2,10 Agenda Socioambiental de Comunidades Quilombolas do Vale do Ribeira
  3. 3,0 3,1 3,2 GOUVEIA, José Mariano Caccia. A métrica da sustentabilidade na perspectiva da geografia: aplicação e avaliação do Painel da Sustentabilidade (Dashboard of Sustainability) na comunidade quilombola do Mandira - Cananéia/SP. São Paulo, 2010. USP, 2010.
  4. Reserva extrativista: estratégia de reprodução do modo de vida da comunidade quilombola do Mandira(Cananeia/SP)
  5. 5,0 5,1 5,2 5,3 5,4 5,5 5,6 5,7 5,8 Relatório técnico científico sobre os remanescentes da comunidade de quilombo de Mandira/Cananeia-SP
  6. SALES, Renato J. R. e MOREIRA, André C. C. Reservas Extrativistas no Complexo Estuarino - Lagunar de Iguape e Cananéia – Domínio Mata Atlântica. Série: Documentos e Relatórios de Pesquisa, nº 22, São Paulo, Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras da Universidade de São Paulo (NUPAUB - USP), 1996.
  7. 7,0 7,1 7,2 7,3 7,4 7,5 Quilombosdoribeira - Projetos e atividades
  8. Globalmap (Mandira - Território)
  9. 9,0 9,1 9,2 9,3 9,4 9,5 Transformações das práticas sócioespaciais da população tradicional do Mandira, Cananeia, SP
  10. 10,0 10,1 10,2 10,3 Quilombos do ribeira
  11. Socioambiental
  • Todas as imagens foram retiradas do documento "Agenda Socioambiental de Comunidades Quilombolas do Vale do Ribeira", elaborado pelo Instituto Sócio Ambiental e são de autoria de Cláudio Tavares/ISA.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

1. Relacionadas à cidade de Cananeia:

2. Relacionadas à comunidade quilombola Mandira e outras comunidades quilombolas do Vale do Ribeira: