Wikinativa/Xavante

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Xavantes
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Representante da tribo Xavante
População total

15.315 pessoas (segundo a Funasa em 2010)

Regiões com população significativa
Línguas
akwén
Religiões
Politeísta
Grupos étnicos relacionados
Satarés-Maués, Tremembé

O povo indígena Xavante, autodenominado A'Uwe ("gente") ou A'uwe Uptabi ("gente verdadeira"), pertence linguisticamente ao tronco Macro-Jê, da família linguística . Sua língua é chamada akwén ou aquém (também grafada "acuen"). A população xavante soma atualmente cerca de 15 mil indivíduos distribuídos em 12 Terras Indígenas - todas localizadas no leste do estado de Mato Grosso, na Amazônia Legal. Oito delas estão homologadas e registradas; duas encontram-se em processo de identificação; uma está reservada e registrada e uma está identificada, aprovada, mas sujeita a contestação.

É um povo que costumava se deslocar muito e ocupava vários espaços. Eles tinham uma aldeia que servia como base e acampamentos temporários que eram construídos, ao longo do ano, durante as migrações. Quando não estavam nos acampamentos, os Xavantes ficavam na aldeia trabalhando em várias atividades, especialmente na roça. Esses deslocamentos aconteciam em regiões que hoje em dia são grandes cidades do interior do Mato Grosso e Piauí

Hoje em dia, a população xavante no Brasil está em crescimento. Em 2009, era de aproximadamente 10 mil pessoas. Em 2010, segundo a Funasa, era de 15 315 pessoas. Tinham, como atividade predominante até a segunda metade do século XX, a caça, a pesca e a coleta de frutos e palmeiras.[1]

Localização[editar | editar código-fonte]

Localização da tribo Xavantes.




























História[editar | editar código-fonte]

Contato com o "não índio" e origem da tribo[editar | editar código-fonte]

No início do século XVIII, depois da descoberta do ouro na região aonde atualmente está localizada a província de Goiás, a chegada de mineradores, bandeirantes, colonos e missionários pressionou as populações indígenas locais, provocando conflitos entre elas e os novos habitantes. As populações nativas reagiram de diferentes formas à chegada dos forasteiros. Algumas recorreram à prática de ataques repentinos e à guerra; outras, ao estabelecimento na área ou à migração. Na segunda metade daquele século, vários grupos, incluindo alguns identificados como “xavante”, estiveram assentados em aldeamentos patrocinados pelo governo, onde sofreram os efeitos devastadores de doenças epidêmicas.

Depois, em algum momento do final do século XVIII ou do início do XIX, os antepassados dos Xavantes cruzaram o rio Araguaia. Esse deslocamento rumo a oeste separou definitivamente os "Xavante" dos "Xerente", que permaneceram na margem leste do rio. Uma vez cruzado o Araguaia, os Xavantes se estabeleceram na região da Serra do Roncador, no que agora é o estado do Mato Grosso. Seu povoado original, uma comunidade conhecida como Tsõrepre, passou por várias divisões ao longo do tempo. Durante o século XIX e a primeira metade do XX, distintos grupos migraram mais para oeste, tanto margeando o Rio das Mortes, quanto em direção às áreas do rio Suiá-Missu e das cabeceiras do Rio Kuluene.

Até a terceira década do século XX, todos eles viveram relativamente livres das perturbações provocadas por membros da sociedade nacional. Quando o governo Vargas começou sua famosa “Marcha para o Oeste”, as pressões externas voltaram a agravar as condições de vida xavante. Associada à campanha estatal em defesa da abertura do interior do país ao processo de colonização, houve uma série de propagandas em revistas e jornais de circulação nacional que retratou os Xavantes como símbolo do “bom selvagem” brasileiro. Consequentemente, eles foram os primeiros indígenas do país a se tornarem famosos por obra dos meios de comunicação de massa que, patrocinados pelo Estado, representaram os Xavante como os bravos e heroicos primitivos do país que, depois de "pacificados" – e marcando passo com a “marcha do progresso” que acompanhava o avanço da nação rumo a oeste –, se engrandeceriam com o abraço da sociedade nacional. Na retórica estatal, o “amansamento” dos índios da região (personificados pelos Xavante) figurava metaforicamente como a domesticação do agreste interior brasileiro. No final das contas, de acordo com a narrativa estatal, as qualidades heroicas primordiais dos Xavantes contribuiriam para o caráter nacional, e eles seriam incorporados à estrutura social e à economia produtiva do país.

Para documentar os heroicos eventos da missão domesticadora, com finalidades de divulgação e publicidade, fotógrafos e jornalistas foram designados a compor a equipe do SPI (Serviço de Proteção aos Índios) que estava encarregada de “pacificar” os hostis Xavantes. Dois padres católicos salesianos empenhados em fazer contato com os Xavantes, no ano de 1932, e uma "equipe de pacificação" do SPI chefiada pelo Pimentel Barbosa, em 1941, foram mortos por grupos locais xavantes descontentes com a invasão de seu território. Apoiando-se nesses fatos, a mídia destacava a imponente bravura dos Xavantes e sua feroz resistência a forasteiros. Em 1946, quando a equipe do SPI, liderada por Francisco Meirelles, finalmente atingiu sua meta, trocando com êxito, bens com representantes do grupo xavante liderado por Apöena, a celebração por parte da mídia e do Estado foi intensa.

A publicidade em torno da “pacificação dos Xavantes” alçou Meirelles e Apöena quase à condição de heróis nacionais. Como resultado da promoção da mídia, imagens positivas dos Xavantes e de suas nobres qualidades fizeram-se continuamente presentes na memória nacional por décadas após esse primeiro contato pacífico.

No entanto, foi apenas em meados dos anos 1960 que o “contato” xavante completou-se. Àquela altura, todos os grupos xavantes já haviam estabelecido ou admitido relações pacíficas com representantes da sociedade nacional, mas os modos e os momentos em que o fizeram foram distintos. Esgotados pelas doenças, pela fome e pelos conflitos com colonos, alguns grupos dirigiram-se a postos do SPI; outros buscaram refúgio em missões salesianas ou protestantes.[2]

Questões das terras[editar | editar código-fonte]

À medida que os grupos xavantes cediam às pressões da expansão nacional, os territórios que lhes haviam por mais de 100 anos garantido a reprodução de seu modo de vida tradicional, tornavam-se acessíveis à colonização e, especialmente, à produção capitalista.

Nos anos 1960 e 1970, por incentivos fiscais do governo, destinados a aumentar a colonização e o desenvolvimento econômico em larga escala da região, colonos e fazendeiros chegaram por lá. O acesso a porções do território tradicional do povo Xavante envolveu, muitas vezes, fraudes. Sabe-se de casos em que, para disponibilizar terras à produção capitalista, autoridades alteraram mapas e atestaram a ausência de habitantes indígenas. Imensas extensões de monocultivo agrícola – de início, sobretudo arroz de terras altas; mais recentemente, soja – foram implantadas pelos fazendeiros, que também desmataram vastas áreas de cerrado com vistas à criação de gado.

Intensas lutas pela recuperação de terras ancestrais, bem como esforços para demarcar as terras que ainda continuavam sob seus domínios, caracterizaram o final da década de 1970 e o início da de 1980. A partir de meados dos anos 1970, muitas das famílias que haviam deixado as terras habitadas no período anterior ao contato para buscar refúgio em missões ou postos do SPI começaram a retornar para seus territórios de origem. Ao fazê-lo, encontraram as áreas ocupadas por colonos ou por fazendeiros dedicados ao agronegócio de larga-escala. Em alguns lugares, os colonizadores haviam estabelecido cidades inteiras. Quando líderes xavantes se puseram a reivindicar direitos sobre suas terras, a violência, concreta ou como ameaça, aconteceu em muitos locais.

Ao pressionar fortemente o Estado com vistas à demarcação das terras, os Xavantes enfrentaram adversários de peso (fazendeiros com grande poder político e imensas propriedades). Uma delas era a Agropecuária Suiá-Missu, que desalojou os Xavantes da área a que chamam Marãiwatsede. Nos anos 1970, a corporação detinha mais de 1,5 milhão de hectares, extensão que lhe distinguia como um dos maiores latifúndios do Brasil. Outra gigante, instalada na área entre os rios Kuluene e Couto Magalhães, era a Fazenda Xavantina, cuja infraestrutura incluía mais de 300 km de estradas internas e 400 km de cercas. Nas épocas de atividade intensiva, chegava a empregar 200 trabalhadores, que viviam com suas famílias ali mesmo. Possuía 10 mil cabeças de gado e produzia uma média de 16 mil sacas de arroz por colheita.[2]

Curiosidade[editar | editar código-fonte]

Na década de 1990, os xavantes tiveram várias experiências novas com os “estrangeiros”, como um intercâmbio realizado com a Alemanha, a implementação de um projeto de educação bilíngue e uma parceria musical com a banda de rock Sepultura em seu álbum “Roots”.[1]

Os Xavantes são um povo forte e orgulhoso, tendo a reputação de serem muito agressivos e guerreiros. A primeira tentativa de pacificar osXavantes ocorreu no século 19, quando o governador da província de Goiás arrebanhou muitos Xavantes naquela área e os instalou num grupo de aldeias oficiais com outros grupos tribais e não-indígenas. Eles não se conformaram com a perspectiva de ficarem ali por muito tempo, e eventualmente fugiram de volta para a selva. Eles permaneceram relativamente inacessíveis até à década de 40 e 50. Até fins dos anos 50, todas as facções Xavantes, que tinham migrado para o estado de Mato Grosso, tinham sido pacificadas – o último dos grandes grupos tribais no Brasil a iniciar contato regular com o mundo de fora.

Língua[editar | editar código-fonte]

O povo indígena Xavante pertence linguisticamente ao tronco Macro-Jê, da família linguística Jê. Sua língua é chamada akwén ou aquém (também grafada “acuen”). A língua Xavante contém 13 consoantes e 13 vogais – das quais quatro são nasais. Termos de honra e carinho são usados com referência a outros, como os parentes por afinidade e os netos. Muitos destes relacionamentos chaves são atualmente refletidos na gramática da língua. Por exemplo, ao falar diretamente ao genro, um homem usará a forma gramática indireta (terceira pessoa) em vez das formas da segunda pessoa. [3]

Religião e cosmologia[editar | editar código-fonte]

Na religião da tribo Xavante, assim como em outras tribos pertencentes ao grupo Jê, encontra-se a ideia generalizada de um Ser Supremo, muitas vezes com características de herói civilizador, e não raramente identificado com o Sol, que é chamado de “nosso criador”. Existe também a crença nas almas dos homens, dos animais, das plantas etc. As almas dos homens não sobem ao céu, depois da morte, mas vivem na terra, nos lugares em que os corpos foram enterrados, transformando-se em outros seres ou em fantasmas.

A religião deste povo indígena é baseada no politeísmo, isto é, na crença em mais de um deus. Para os xavantes, o mundo foi criado a partir de uma dupla de entidades (Parinaiá), que seria responsável pela criação de tudo o que existe atualmente.

Um exemplo de ritual religioso é o casamento. Entre os xavantes, são os pais que escolhem os cônjuges para seus filhos. Assim que um grupo de homens termina sua cerimônia de iniciação, realiza-se uma cerimônia coletiva de casamento. As mães trazem suas filhas, ainda meninas, e deitam-nas ao lado de seus noivos, que cobrem as faces e estão de costas para elas. As meninas ficam pouco tempo nesta posição, sendo retiradas em seguida. Depois são servidos, aos convidados, bolos de milho, preparados com o milho cultivado na casa dos pais dos noivos e das noivas. O rapaz deve esperar que sua noiva cresça para poder morar com ela. Após o nascimento de seu primeiro filho, o homem passa a morar definitivamente na casa da família da esposa.[4] [5]

Mitos[editar | editar código-fonte]

Entre povos da família linguística Jê, o cosmos é tido como habitado por diferentes humanidades - a subterrânea, a terrestre, a subaquática e a celeste. Astros, como o Sol e a Lua são gêmeos primordiais que vivem aventuras na terra e aqui deixam o seu legado, antes de partirem para sua morada eterna. Nos mitos Jê, há referências às atividades de subsistência e às práticas sociais de modo geral. [6]bruna chaves

Exemplo de lenda do povo Xavante[editar | editar código-fonte]

“A onça originalmente tinha o fogo. Um dia o neto e o cunhado (dois Xavantes) foram procurar filhote de arara. O neto subiu numa escada e jogou uma pedra no cunhado. O cunhado ficou bravo e deixou o neto lá em cima, no penhasco. A onça chegou e fez o garoto descer e levou ele para sua toca. Na toca a onça assou carne para o neto (carne de queixada) e o neto viu o fogo pela primeira vez. Depois, o neto foi embora da toca da onça levando um pouco de carvão, como prova do fogo. Na comunidade, contou que a onça era a dona do fogo. A comunidade toda combinou de roubar o fogo da onça. Assim, vários Xavantes se transformaram em animais para poder roubar o fogo. A primeira que roubou da onça foi a anta, que passou para o cervo, que passou para o veado campeiro, que passou para o veado mateiro que passou para a seriema, que passou para a capivara. A capivara deu um pulo na água, mas antes, um passarinho passou e pegou o fogo levando este para a aldeia. Tendo fogo e mais caça para comer, começou a se desenvolver o povo Xavante nascendo mais crianças e ficando mais fortes”. [7]

Tradições e rituais[editar | editar código-fonte]

A característica mais marcante da sociedade Xavante pode ser a sua feição dualista: a divisão da tribo inteira em dois clãs – âwawe e po’reza’õno. Permite-se o casamento somente entre membros de clãs opostos.

Os Xavantes são famosos também pelas suas corridas de troncos de árvore, onde os dois clãs competem numa espécie de corrida de revezamento, carregando por alguns quilômetros troncos de buriti que pesam até 80 quilogramas.

As mulheres tecem um tipo de cesta incrivelmente forte, a qual elas usam para carregar os nenês recém-nascidos. A ampla alça da cesta passa pela testa da mulher, enquanto a cesta fica deitada nas costas dela, deixando livre, assim, as mãos para outros trabalhos.

Mulher xavante com a cesta.

Desde pequenos, os meninos formam grupos de idade semelhante. Quando chega o tempo certo, os mais velhos decidem a entrada no Ho (casa tradicional, especialmente construída numa das extremidades do semicírculo da aldeia, para a reclusão dos wapté durante o período de iniciação para a fase adulta), onde os meninos vão viver reclusos (sem contato com a tribo), por cinco anos, até o momento de casar com uma moça escolhida para ele. Antes dos meninos entrarem para o Ho, acontece a cerimônia do Oi’o, em que os meninos demonstram sua coragem, seus medos, suas fraquezas através da luta entre eles. Observação: Os meninos só podem deixar a Ho para rituais e para atividades fora da aldeia, como caça e pesca.

O Ritual de furo de orelha acontece na passagem da adolescência para a vida adulta. Após os cinco anos de reclusão, acontece uma festa na aldeia, chamada Danhono, onde a orelha dos jovens é furada com um osso de onça parda. Após o ritual, os jovens passam a ser considerados adultos e voltam ao convívio social com a tribo.[3]

Ritual de furo de orelha entre os xavantes.

Moradia[editar | editar código-fonte]

Aldeias[editar | editar código-fonte]

Atualmente existem aproximadamente 165 aldeias e, sempre que possível, elas são construídas na junção de dois rios. As aldeias têm a forma de uma ferradura voltada para o maior rio, padrão que também costumava ser seguido nos acampamentos temporários. O “Warã” é o espaço central da aldeia onde os homens tomam decisões importantes em encontros que as mulheres e crianças não podem participar.[8]

Casas[editar | editar código-fonte]

As casas tradicionais são construídas de madeira e cobertas de palha até o chão e ficam próximas umas das outras, formando o desenho da ferradura. A única entrada da casa está voltada para o centro da aldeia. No interior das casas, há um espaço para cada família, que é delimitado por esteiras. E é ao redor do fogo onde todos se reúnem.[8]

Casas tradicionais.








Hoje em dia, no entanto, as casas xavante estão mais parecidas com as dos sertanejos, ou seja, são quadradas, com telhado em forma de ‘V’ invertido, ou redondas com telhado em forma de cone.[8]

Casas atuais quadradas.
Casas atuais redondas.

Medicina tradicional[editar | editar código-fonte]

Para os Xavantes (assim como a tribo indígena Krahô, localizada no nordeste do estado de Tocantins), a saúde está relacionada ao movimento do corpo. A fim de aprimorar a sua capacidade de correr (por exemplo, nas famosas “corridas de tora”), os xavantes usam ervas e jejum. Algumas ervas, inclusive, que foram reconhecidas pela biomedicina moderna como portadoras de importante poder fitoterápico, principalmente para o campo psíquico, só não se tornaram remédios e foram comercializados, porque houve problemas entre a tribo e um laboratório, acusado de corrupção em relação aos caciques. Alguns exemplos de ervas usadas pelos xavantes são:

  • urucum: funciona como protetor solar e contra insetos; é bom para indigestão, para curar doenças do peito e problemas de coração, além de ser o antídoto do veneno da mandioca.
  • genipapo: a raiz é purgativa, isto é, funciona como laxante; a casca de árvore é usada para tratar úlceras, cancros etc.; a fruta tem propriedades diuréticas; e as sementes moídas tem efeito vomitivo.
  • tabaco: pode ser utilizado como parasiticida, contra sarna, piolhos e carrapatos.

Nas aldeias indígenas, a figura responsável por conhecer os efeitos medicinais das ervas é o “pajé” (em tupi). O pajé é uma espécie de xamã, ou seja, uma espécie de sacerdote, médico, curandeiro, conselheiro, adivinho e líder espiritual com funções e poderes de natureza ritualística, mágica e religiosa, que tem a capacidade de manter contato com o universo sobrenatural e com as forças da natureza. [9]

Situação territorial[editar | editar código-fonte]

Ao final de 1981, seis terras xavantes haviam sido demarcadas: Areões, Pimentel Barbosa, São Marcos, Sangradouro, Marechal Rondon e Parabubure. Apesar dessas conquistas, os conflitos persistiram e, em algumas áreas, continuam ainda hoje. Nos anos 90, os Xavantes tiveram êxito em pleitos por ampliação de várias áreas, e após longa batalha, conseguiram a demarcação e homologação da terra Marawãitsede, na região do Suiá-Missu. Apesar de o reconhecimento oficial ter cumprido todas as etapas, grande parte dessa terra indígena continua ocupada por centenas de não índios. Só um pequeno grupo xavante, a duras penas, ocupa uma pequena extensão de Marawãitsede.[10]


Referências

  1. 1,0 1,1 Wikipédia - A Enciclopédia livre. Xavantes.[1]. Consultado em 30 de março de 2013;
  2. 2,0 2,1 Instituto sócio-ambiental. Povos indígenas do Brasil. Xavante. Histórico do contato.[2]. Consultado em 30 de março de 2013.
  3. 3,0 3,1 Tribo Indígena Xavante.[3]. Consultado em 30 de março de 2013;
  4. Yahoo! Respostas. "Qual a religião dos índios xavantes ?".[4]. Consultado em 27 de abril de 2013;
  5. Ensino religioso. Religiões indígenas.[5]. Consultado em 27 de abril de 2013;
  6. Instituto sócio-ambiental. Povos indígenas no Brasil. Mitos e cosmologia.[6]. Consultado em 13 de abril de 2013;
  7. NEX - No Extinction. Lenda dos Xavantes.[7]. Consultado em 27 de abril de 2013;
  8. 8,0 8,1 8,2 Instituto sócio-ambiental. Povos indígenas no Brasil (Mirim). Casas.[8]. Acessado em 30 de março de 2013;
  9. Projeto Educacional Popular Mach. Medicina indígena.[9]. Consultado em 4 de maio de 2013;
  10. Demografia dos povos indígenas no Brasil.[10].Acessado em 30 de março de 2013;

Referências externas[editar | editar código-fonte]

Visita da banda de rock Sepultura à tribo Xavante

Ver também[editar | editar código-fonte]