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Introdução ao Jornalismo Científico/Pagina principal

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Introdução ao Jornalismo Científico

Lições

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Esta unidade, intitulada “Ciência e Filosofia”, convida a pensar as bases conceituais que sustentam a própria ideia de ciência. Antes de abordar o jornalismo científico, é necessário compreender como diferentes tradições filosóficas moldaram o modo de pensar o conhecimento e a verdade. É a partir dessa reflexão que se entende por que o jornalismo não pode tratar a ciência como um catálogo de certezas, mas como uma prática histórica, social e em constante revisão.
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Falar em “níveis de entendimento” é reconhecer que a ciência pode ser compreendida em múltiplas camadas, que vão do método à cultura, do dado à interpretação. Esta unidade propõe justamente percorrer esses níveis, mostrando que o conhecimento científico não nasce de um único método, mas de tradições e estratégias diversas que se articulam historicamente. E entender essas diferenças é preciso para comunicar ciência de forma crítica e contextualizada.
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A expressão “metáfora científica” sintetiza um dos aspectos mais fascinantes e complexos da comunicação da ciência: o poder da linguagem. Nesta unidade, o foco se amplia para pensar como as metáforas, analogias e escolhas discursivas moldam o modo como o público entende o conhecimento científico. Entender as metáforas é, portanto, entender como o jornalismo constrói sentidos e traduz o pensamento científico para diferentes audiências.
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Esta unidade, dedicada aos elementos da metodologia científica (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação), revisita essas etapas para compreender como elas se articulam na prática e como chegam até o público por meio do jornalismo. Ao acompanhar esse percurso, veremos que o chamado “método científico” não é linear nem uniforme, mas um processo vivo, revisável e profundamente humano.
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Ao tratar de Metodologia e Comunicação, esta unidade amplia a reflexão sobre como o conhecimento científico é construído e compartilhado. Hoje, comunicar ciência envolve não apenas relatar métodos e resultados, mas também lidar com a confiança pública, as redes digitais e os desafios de um ecossistema informacional fragmentado. Discutir metodologia é, portanto, discutir também as condições contemporâneas da comunicação científica.
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Nesta aula, a definição de ciência é feita a partir de três perspectivas: enquanto conjunto de todo conhecimento humano, episteme ou espírito científico/vontade de compreender um assunto. Além disso, busca-se apontar a origem desta área e sua compreensão moderna.
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Uma breve exposição do gênero homo é feita para introduzir descobertas e técnicas de manipulação da natureza, tal qual o domínio do fogo, do Paleolítico até a Idade dos Metais.
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Neste tópico, são indicados os avanços e as compreensões científicas em três principais áreas - matemática, astronomia e medicina - nas civilizações antigas da Mesopotâmia, Egito, China e Índia.
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Acompanha-se o nascimento da Filosofia Natural e a distinção desta área do conhecimento da Ciência. Para isso, são discutidas as sociedades grega e romana e de que modo a organização política, social e cultural dessas duas civilizações impactou nesse processo.
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Neste ponto, recorre-se à história do Islã para explicar de que modo a Ciência evoluiu com os mulçumanos. Também são indicados os principais cientistas mulçumanos responsáveis por traduzir a produção científica dos gregos antigos e dos neoplatônicos.
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A ortodoxia católica queimou instituições como a Biblioteca e o Museu de Alexandria. Nesse sentido, compreende-se a influência da Igreja no desenvolvimento científico do período.
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O questionamento da autoridade do Papa e a Queda de Constantinopla marcam a transição da Baixa Idade Média para a Idade Moderna. As Grandes Navegações são, enfim, apontadas como um dos eventos que impulsionou o avanço científico.
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São apresentados critérios que regulamentam pesquisas clínicas com humanos e como o descumprimento deles compromete experimentos nesse sentido. Por fim, comenta-se a diferença das diretrizes de pesquisas com humanos nas ciências biológicas e nas ciências humanas e sociais.
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O critério de reprodutibilidade, para alguns filósofos da ciência, é condição essencial para diferenciar a atividade científica de qualquer outra. Nesta aula, são elaboradas explicações a respeito desse tópico e como ele se relaciona com o conceito de Ciência Aberta.
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Neste tópico, busca-se compreender o processo de validação de um conhecimento, quais são as críticas a esse sistema, os modelos que tentam prezar pela transparência e quais motivos podem levar à rejeição de um artigo científico.
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Serão exploradas discussões sobre aquilo que se autodenomina ciência mas não segue uma metodologia científica, a autoridade da ciência, a ascensão de movimentos negacionistas e a importância de difundir a ideia de conhecimento enquanto processo contínuo.
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Nesta aula, a pesquisadora Claudia Vargas explica a conjectura do cérebro estatístico, que vem sendo estudada pelo CEPID NeuroMat. A construção de memórias, as predições feitas por esse órgão e a construção de modelos são alguns dos tópicos abordados.
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A pesquisadora Aline Duarte cita a tradução matemática, comportamentos estocásticos e o modelo Galves-Löcherbach como aspectos fundamentais para compreender o que é modelagem de neurônios. Nesta aula, esses conceitos são aprofundados.
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Esta aula é baseada na apresentação de Antonio Galves no Faísca NeuroMat. A partir de estudos de caso das eleições de 2018, é proposto um modelo que define o comportamento das pessoas nas redes sociais.
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A tese de Jean Carlos Ferreira dos Santos é o ponto de partida para esta aula que trata sobre as múltiplas abordagens da ciência aberta. O conteúdo ainda desenvolve os tópicos de ethos científico, privatização do conhecimento e código aberto.
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É traçado um comparativo entre o investimento em Pesquisa & Desenvolvimento em diversos países e a origem desses recursos (privada ou pública). Para esta análise, considera-se o PIB de cada nação e a percentagem destinada a esse setor.
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A partir de uma recuperação histórica, são comentadas iniciativas que direcionaram investimentos à pesquisa. A começar pelo exemplo de Johannes Kepler e Tycho Brahe até a criação de periódicos científicos durante o século XIX.
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Seguindo a cronologia dos investimentos no setor científico, esta aula dedica-se ao estudo da criação das agências e institutos de pesquisa. Tais como: Instituto Oswaldo Cruz, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
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O sistema de financiamento de pesquisa brasileiro opera em nível nacional e estadual. Neste tópico, são indicados centros e agências de financiamento de pesquisa e a forma como atuam.
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Nesta aula, é apresentada a distribuição de pesquisadores no Brasil em relação a gênero, área de conhecimento e região do país
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Por meio de uma abordagem bem objetiva, são descritas as diversas bolsas oferecidas em âmbito nacional. São incluídos níveis de aprofundamento, duração e valores.
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Será apresentado o percurso histórico do jornalismo científico, considerando a relação com o público e com a comunidade científica. Retirar o público de uma posição de passividade e envolvê-lo em uma ideia de compartilhamento de conhecimento exprime um dos pontos principais de análise.
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A intersecção entre ciências da computação e jornalismo, o uso da Wikipédia e do YouTube como ferramentas de divulgação científica e as problemáticas e oportunidades de uma difusão sincrônica são temas desta aula.
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A disseminação de fake news, movimento antivacina e abordagens ambíguas são discutidos neste tópico como exemplos de desinformação científica. Além disso, são indicadas algumas alternativas que podem ser adotadas pelo jornalismo científico para conter esse fluxo.
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A imagem como um recurso complexo e explicativo e não apenas ilustrativo pode ser um aliado para o jornalismo científico. Conhecer as bases teóricas dessa ideia e as aplicações práticas dela são objetos de interesse desta aula.
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Será explicada a origem do formato podcast, passando por uma contextualização do mercado na atualidade até uma interpretação crítica de programas especificamente voltados à divulgação científica.